Propuesta de acciones de educación ambiental en Santo Tomé y Príncipe
DOI:
https://doi.org/10.33052/inter.v6i12.248998Palabras clave:
Santo Tomé y Príncipe, Educación ambiental, Manejo de residuos sólidosResumen
Este estudio tienecomo objetivo analizar el proceso de recolección, tratamiento, disposición final de residuos sólidos y proponer acciones de educación ambiental en Água Grande, distrito de Santo Tomé y Príncipe (STP). El objetivo es describir las principales características que retratan la situación local. El estudio proporciona un levantamiento teórico sobre contaminación ambiental, residuos sólidos urbanos y educación ambiental. Se realizó una investigación cualitativa, utilizando técnicas de análisis documental y bibliográfico. Se pudo constatar que el distrito de Água Grande carece de buenas prácticas para la recolección, separación, tratamiento y su destino final, abarcando todos los procesos de gestión de Residuos Sólidos Urbanos (RSU). En esta perspectiva, el estudiopresenta una sugerencia relacionada con la educación ambiental desde la infancia, para que exista un involucramiento integrado de la gestión pública, la sociedad civil y las industrias privadas. Todo ello teniendo en cuenta el tema de la salud pública en el país.
Citas
ALMEIDA, Paulo Santos de. Resíduos sólidos urbanos: Aterro Sustentável para Municípios de Pequeno Porte. Each, Florianópolis, v. 1, n. 26, p.1-26, 2009.
ANDREOLI, Cleverson V. et al. Resíduos sólidos: origem, classificação e soluções para destinação final adequada. Curitiba: FAEP, [2014]. p. 531-552. (Coleção Agrinho).
ARRETCHE, M. Federalismo e políticas sociais no Brasil: problemas de coordenação e autonomia. In: SARAVIA, E.; FERRAREZI, E. (Orgs.). Políticas públicas. Brasília: ENAP, v. 2, p. 91-110, 2006.
BARROS FILHO, Francisco de; GERALDO, Barão. Pesquisa quantitativa e pesquisa Qualitativa: Entenda a diferença [atualizado]. 2015. Disponível em: https://goo.gl/S5Jxef. Acesso em: 20 jan. 2018.
BRASIL. Constituição (2004). Norma Brasileira nº 10004, de 30 de novembro de 2004. ABNT NBR. Norma Brasileira: ABNT NBR 10004. Segunda edição. ed. Rio de Janeiro, RJ: Abnt Nbr, 31 maio 2004. v. 1, n. 2, Seção 2, p. 02-71.
BRILHANTE, Ogenis Magno. Gestão e avaliação da poluição, impactos e risco na saúde ambiental. In: BRILHANTE, O.M.; CALDAS, L.Q.A (Coord.). Gestão e avaliação de risco em saúde ambiental [online]. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999. p. 19-74.
CARVALHO, Mariana. Ecologia, ambiente e educação ambiental em São Tomé e Príncipe. São Tomé: Cta, 2009. 71 p. 2.
CASTAÑO, Inês Filipa Abreu. São Tomé e Príncipe: Cultura (s)/Património(s)/Museu(s). 2012. 129 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Museologia, Ciências Sociais, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, São Tomé, 2012.
CRUZ, Gelsa Vera; FERNANDES, Luís Filipe; MARTINS, Maria da Conceição. Gestão sustentável dos resíduos sólidos urbanos em São Tomé e Príncipe: contributos da Educação Ambiental. Ambientalmente Sustentable, Portugal, v. 16, n.62, p.48-62, dez. 2017.
ECOGESTUS. Plano de Ação para a Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos: São Tomé e Príncipe. 2. ed. São Tomé: Tese, 2011-2016. 94 p. 2.
GALEFFI, Carlo. Quem produz mais lixo no mundo. 2013. PRS. Disponível em: https://portalresiduossolidos.com/quem-produz-mais-lixo-no-mundo/. Acesso em: 23 mar. 2018.
GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo (Org.). Métodos de pesquisa. Rio Grande de Sul: UFRGS, 2009. 120 p. (Série educação à distância). FNDE.
INE. RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO – 2012. 5. ed. São Tomé: Instituto Nacional de Estatística, 2012. 163 p.
JACOBI, Pedro Roberto; BESEN, Gina Rizpah. Gestão de Resíduos Sólidos em São Paulo: desafios da sustentabilidade. Estud. av. [online]. 2011, v.25, n.71, p.135-158. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142011000100010. Acesso em: 10 fev. 2018.
LEME, Taciana Neto. Os municípios e a política nacional do meio ambiente. Planejamento e políticas públicas, ppp, n. 35, jul./dez. 2010.
LISBOA, Brany Cunha. São Tomé e Príncipe na categoria de lixo. 2017. Disponível em: https://www.telanon.info/suplemento/opiniao/2017/08/28/25152/sao-tome-e-principe-na-categoria-de-lixo/. Acesso em: 28 mar. 2018.
MAREGA, A.C.P. Lixo urbano, um problema social e responsabilidade de todos. Cened, v. 1, n. 9, 08 abr. 2011.
OLIVEIRA, R. M. M. Gestão e gerenciamento de resíduos sólidos urbanos: o programa de coleta seletiva da região metropolitana de Belém - PA. 2012. 111 f. [Dissertação de Mestrado] Curso de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano, Universidade da Amazônia Programa de Mestrado, Unama, Belém- PA, 2012.
ONUBR. OMS define 10 prioridades de saúde para 2019. Disponível em: https://nacoesunidas.org/oms-define-10-prioridades-de-saude-para-2019/. Acesso em: 19 fev. 2019.
POLZIN, Deolinda Alexandra Oliveira Fernandes Moreira. Gestão dos resíduos sólidos urbanos: análise comparativa entre Portugal e Brasil. 2004. 78 f. [Dissertação de Mestrado] Curso de Ciência Ambiental, Instituto Geociência, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2004.
SANTAELLA, S. T. et al. Resíduos sólidos e a atual política ambiental brasileira. 7. ed. Fortaleza: Labomar, 2014. p.231.
SANTOS, A.R.S. Relato de Experiência: Educação Ambiental nas Atividades Didáticas com as Crianças do 2o ano do Ensino Fundamental. Educon, Aracaju, Volume 11, n. 01, p.1-7, set/2017. Anais...XI Colóquio Internacional: Educação e Contemporaneidade. São Cristóvão-SE.
SILVA, Ana Paula Moreira; Viana, João Paulo; Cavalcante, André Luís Brasil Cavalcante. Diagnóstico dos Resíduos Sólidos da Atividade de Mineração de Substâncias Não Energéticas. IPEA: Brasília, 2012.
SILVA, Eulália Cristina. Sensibilização da comunidade escolar de alguns municípios paraibanos em relação ao descarte dos resíduos sólidos gerados na escola. 2015. 46 f. [Dissertação de Mestrado] - Curso de Licenciatura em Química, Departamento de Química, Universidade Estadual de Paraíba, Campina Grande-PB, 2015.
SILVA, Jackson Ronie; ALMEIDA, Cristóvão Domingos de; GUINDANI, Joel Felipe. Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, Rio Grande do Sul, v. 01, n. 01, p.1-15, jul. 2009. Anualmente.
SOARES, Liliane Gadelha da Costa; SALGUEIRO, Alexandra Amorim; GAZINEU, Maria Helena Paranhos. Educação ambiental aplicada aos resíduos sólidos na cidade de Olinda, Pernambuco: um estudo de caso. Revista Ciências & Tecnologia: Centro de Ciências e Tecnologia, Recife-PE, v. 1, n. 9, p. 1-9, 01 dez. 2007. Semestralmente.
TÉLA-NÓN. Como vai A Gestão de resíduos em São Tomé e Príncipe. 2010. Disponível em: https://goo.gl/QfmQjN. Acesso em: 13 jan. 2018.
TESE; EcoGestus. Plano Nacional de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos (PNGIRSU) 2018-2023. Disponível em: https://issuu.com/joaovaz71/docs/s_otom__plano_res_duos_final_2018. Acesso em 19 abr 2020.
VEIGA, Abel. Poder local de água grande reforça política de gestão dos resíduos. 2012. Disponível em: https://goo.gl/JgQMmz. Acesso em: 15 jan. 2018.
VEIGA, Abel. Lixo que está a engolir a capital e os arredores pode ser tratado. TÉLA NÓN. São Tomé, 23 fev. 2016. p. 1-2. Disponível em: https://www.telanon.info/sociedade/2016/02/23/21241/lixo-que-esta-a-engolir-a-capital-e-os-arredores-pode-ser-tratado/. Acesso em: 08 maio 2018.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2020 Osvaldo Vaz FURTADO, Andrea Yumi Sugishita KANIKADAN

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença CreativeCommons Atribuição 4.0
Internacional (texto da Licença:https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/)que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. - Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).