El aula embrujada por fantasmas y la didáctica especulativa

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51359/2525-7668.2026.267063

Palabras clave:

educación, didáctica, literatura, fantasmas

Resumen

En este ensayo, abordaremos algunas cuestiones relativas a las condiciones para la realización de una clase mínimamente autoral. Para ello, recurriremos a un aparato conceptual que transita entre la filosofía, la teoría literaria, la literatura y la educación. Argumentaremos que cualquier intento de concebir una clase que aspire a lo nuevo estará necesariamente vinculado al despeje del camino saturado de lugares comunes desde los cuales solemos partir. A partir de ahí, exploraremos la idea de la literatura —de la lectura y la escritura— como un fantasma: un ser corpóreo-incorpóreo que transita entre mundos, una entidad hecha de tiempo y devenir, así como las potencialidades contenidas en la especulación literaria. Tanto el fantasma como la especulación nos permitirán repensar a los sujetos que habitan el espacio-tiempo de la clase, abriendo margen para un comienzo en el seno de algo ya comenzado.

Biografía del autor/a

Máximo Daniel Lamela Adó, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Professor Adjunto no Departamento de Ensino e Currículo - DEC da Faculdade de Educação – FACED, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Professor permanente no Programa de Pós-graduação em Educação, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGEDU-UFRGS).

 

 

Luiz Carlos Quirino da Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Doutorando em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Desenvolve pesquisa vinculada ao Grupo de Estudos AtEdPo - Ateliê de Educação Potencial. Participa do Grupo de Pesquisa POÏEIN - Microscopias. Educação

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Publicado

2026-06-22

Número

Sección

Artigos em fluxo contínuo