Polissemias do sensível: resistência e ethos na formação em saúde

Autores

  • Mônica Rocha Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Adriana Rosa C Santos Universidade Federal Fluminense
  • Catarina Resende Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v5i9.243599

Palavras-chave:

Sensível, Formação, Resistência, Saúde, Ethos

Resumo

O objetivo desse texto é explorar diálogos, efeitos e reverberações de acontecimentos que povoaram o 1º ENSENSI – Encontro Nacional sobre o Sensível nas graduações em saúde. Como ponto de partida, serão extraídas as linhas de forças convocatórias deste evento, que coincidem com a direção dos Laboratórios de sensibilidades e corporeidades, os quais as autoras integram. Considerar o sensível, em sua polissemia, como campo de força que opera na diferença dos modos operantes da formação acadêmica como um todo e, em particular, nos cursos da saúde, provoca uma reflexão sobre as noções de resistência e (re)existência. A partir de uma aposta ético-estético-política, será problematizado de que modo processos de ensino-aprendizagem instauram políticas cognitivas, regimes de sensibilidades, constituem corpos e subjetividades, inventam mundos.

Biografia do Autor

Mônica Rocha, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Professora do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal
do Rio de Janeiro, doutoranda do Programa de Pós – Graduação do Instituto de Psicologia
(EICOS/UFRJ), mestre em Ciência (FM/UFRJ), supervisora do Ambulatório de transtornos de
aquisição de linguagem e TEA (INDC/UFRJ), coordenadora do Laboratório de sensibilidade e
devires - LSD projeto de extensão inscrito no SIGPROJ.

Adriana Rosa C Santos, Universidade Federal Fluminense

Professora do curso de Psicologia da Universidade Federal Fluminense (Niterói), doutora em Psicologia Social (UERJ). Investiga a composição corpo-pensamento-subjetividade, tendo como disparador os objetos relacionais de Lygia Clark.

Catarina Resende, Universidade Federal Fluminense

Professora do curso de Psicologia da Universidade Federal Fluminense (Niterói), coordenadora do CorporeiLabS, doutora em Psicologia (UFF), mestre em Saúde Coletiva (UFRJ) e terapeuta pelo movimento (Escola Angel Vianna).

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Publicado

2019-12-09

Edição

Seção

Artigos em fluxo contínuo