Ressignificação da violência: O grupo reflexivo “As Marias” sob as perspectivas das epistemologias do sul
DOI:
https://doi.org/10.33052/inter.v6i10.244902Palavras-chave:
Violência doméstica e familiar, Ressignificação, Epistemologias do SulResumo
A sociedade é marcada por processos que relativizam as violências sofridas pelas mulheres, havendo resistência ao fortalecimento das relações pautadas a partir da igualdade de gênero. O advento da Lei 11.340/06 (Maria da Penha) traz ao ordenamento jurídico uma nova perspectiva de políticas públicas voltadas às mulheres. Como consequência dessa lei, Caruaru conta com O Centro de Referência da Mulher Maria Bonita, que oferece atendimento psicológico, social e jurídico, assim como o Grupo Reflexivo: As Marias. Pode-se perceber através da vivência no grupo, noções de reconhecimento na dor do outro e perspectivas de fortaleza. A pesquisa é realizada através da observação do empoderamento das mulheres com o grupo reflexivo. Com isso, percebe-se que a construção do conhecimento se dá de forma significativa através do outro, de cada história de vida e do contato com o humanizante, possibilitando novas formas de ressignificar a violência através do conhecimento e reconhecimento.
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