Relações Hídricas e Produção de Pigmentos Fostossinteticos em Mudas de Eugenia Uniflora l. Sob Condições de Salinidade (Water Relations and Production of Pigments in Seedlings Photosynthetic Eugenia Uniflora l. Under Salinity Conditions)
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v4i3.232729Palavras-chave:
Potencial Hídrico, Foliar, Teor Relativo de Águas, estresse salino, Pigmento fotossintéticosResumo
Esta pesquisa objetivou avaliar os efeitos da salinidade nas relacoes hidricas e teor de pigmentos fotossintetizantes em mudas de pitangueira. Para tanto, foi desenvolvido um experimento em casa de vegetacao do Laboratorio de Fisiologia Vegetal, pertencente ao Departamento de Biologia da UFRPE, no periodo de dezembro de 2010 a abril de 2011. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro tratamentos salinos: 0 (controle), 30, 60 e 90 mM de NaCl, e com cinco repeticoes por tratamento. Aos 35 e 95 DAD (dias apos diferenciacao) decorreram as analises fisiologicas. Foram mensurados o potencial hidrico foliar e o teor relativo de agua em dois horarios: antemanha (4h) e meiodia (12h) e os pigmentos fotossintetizantes. A alta demanda evaporativa (12 horas) ocasionou reducoes significativas para o potencial hidrico foliar e teor relativo de agua na pitangueira. Nestes horarios tambem ocorreram diferencas nos pigmentos, entre os niveis de salinidade estudados. Os resultados indicam que a imposicao da salinidade propiciou reducoes no status hidrico das plantas. Em relacao aos pigmentos fotossinteticos, o estresse em curto prazo gerou sua diminuicao, porem em longo prazo, gerou aumento dos mesmos. A variavel fotossintetica estudada mais afetada foram os carotenoides.
Palavras-chave: Potencial Hidrico Foliar, Teor Relativo de Agua, estresse salino, pigmentos fotossinteticos
Water Relations and Production of Pigments in Seedlings Photosynthetic Eugenia Uniflora l. Under Salinity Conditions
ABSTRACT
This research had as objective evaluate the effects of salinity in the hydric relations and photosynthetic pigments amount in Eugenia uniflora L.. A experiment was developed in the greenhouse of the Laboratory of Vegetal Phisiology, UFRPE, Brazil, between December 2010 and April 2011. The experimental was designed with four treatments: 0 (control), 30, 60 and 90 mM NaCl with five repetitions each treatment. At 35 and 95 days of experiment physiological analysis were performed. It was measured the leaf hydric potential and the relative water content, at two different moments: pre-morning, AND MID DAY and the photosynthetic pigments. The high evaporative demand (mid day) caused significant reductions in the leaf hydric potential and relative water content in the E. uniflora. At the referred times it was also possible to observe differences in the photosynthetic pigments between the levels of stressing. Results indicate that the imposition of high salinity reduced the hydric status of the subjects. Relating to the photosynthetic pigments the short-term salt stress caused a reduction that was overcome in the long-term stressing. The most affected pigment studied were the carotenoids.
Keywords: Leaf hydric potential, relative water content, salt stress, photosynthetic pigments
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2011 Rayana Pires Marques, Clarissa Soares Freire, Hugo Henrique Costa do Nascimento, Rejane Jurema Mansur Custósio Nogueira

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






