Balanço de denudação na Depressão Periférica Paulista

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.4.p2991-3007

Palavras-chave:

Evolução Geomorfológica; Intemperismo Químico; Remoção dos solos; Mudanças no uso da Terra.

Resumo

A determinação do balanço de denudação através das taxas de erosão química (intemperismo das rochas) e mecânica (remoção dos solos) é essencial para o entendimento da evolução geomorfológica em uma bacia hidrográfica. A bacia hidrográfica do Rio Corumbataí, pertencente a Depressão Periférica Paulista, tem sua geologia composta por rochas sedimentares, principalmente arenitos e argilitos. No intuito de proporcionar novos conhecimentos sobre a atual evolução geomorfológica no estado de São Paulo, o objetivo deste trabalho foi determinar o balanço de denudação na Depressão Periférica Paulista, utilizando dados hidrológicos, hidroquímicos, das rochas e dos solos. Para isso, foram escolhidas duas bacias hidrográficas de pequeno porte com composição litológica predominantemente arenosa e argilosa, ou seja, as bacias dos ribeirões Monjolo Grande e Jacutinga, respectivamente. As taxas de erosão química foram de 16,4 m/Ma para a bacia do ribeirão Monjolo Grande e 6,6 m/Ma para a bacia do Ribeirão Jacutinga. As taxas de erosão mecânica foram de 29,2 m/Ma para a bacia do Ribeirão Monjolo Grande e 11,8 m/Ma para a bacia Ribeirão Jacutinga. A diferença das velocidades de formação dos perfis de alteração e remoção dos solos leva a um desequilíbrio no balanço de denudação, com taxas de denudação de 12,8 m/Ma e 5,2 m/Ma para as bacias dos ribeirões Monjolo Grande e Jacutinga, respectivamente. Tais valores refletem a influência fundamental da litologia, declividade e clima na evolução geomorfológica. Entretanto, as mudanças atuais no uso da terra podem estar aumentando a erosão mecânica, influenciando diretamente o balanço de denudação.

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Biografia do Autor

Fabiano Tomazini da Conceição, Departamento de Geografia e Planejamento Ambiental, IGCE/Unesp

Graduação em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1997), Mestrado em Geociências pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2000), Doutorado em Geologia Regional pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004), Pós-Doutorado na The University of Queensland - Austrália (2008-2009) e Livre-Docente em Geomorfologia pela Universidade Estadual Paulista (2012). Atualmente é Professor Associado 5-3 em RDIDP junto ao DEPLAN no IGCE da UNESP de Rio Claro. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geoquímica, Geocronologia e Geomorfologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Geoquímica de superfície, ambiental e isotópica; Geocronologia 210Pb, U-Pb, Ar-Ar e (U-Th)/He; e Geomorfologia aplicada ao manejo de bacias hidrográficas

Diego Souza Sardinha, Departamento de Engenharia Ambiental, ICT/Unifal (Campus de Poços de Caldas)

Engenheiro Ambiental, Mestre e Doutor em Geologia Regional. Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal de Alfenas (Unifal), lotado no Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) de Poços de Caldas (MG) onde desenvolve pesquisa com ênfase em processos geoquímicos superficiais, atuando principalmente em hidrogeoquímica de bacias hidrográficas (interação água-rocha-solo). Trabalha em estudos de intemperismo químico, transporte de sedimentos, sedimentos de fundo, aportes atmosféricos e contribuições geogênicas / antropogênicas, principalmente os relacionados a bacias de drenagem como unidade de estudo. Líder de grupo de pesquisa Cnpq Análise Integrada do Meio Físico e coordenador do Laboratório de Ecossistemas Aquáticos e Solos – LEAS.

Alexandre Martins Fernandes, Autônomo

: Possui graduação em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (1989), graduação em Gestão Ambiental pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (2005), mestrado (2008) e doutorado (2012) em Ciências pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo, e Pós-Doutorado pela Faculdade de Engenharia de Bauru - UNESP e pelo Instituto de Ciências e Tecnologia pela UNESP São José dos Campos.A carreira científica tem por foco projetos de pesquisa na área de Geociências, com ênfase em Hidrogeoquímica e Geomorfologia, abordando os temas: rio Tietê, rio Piracicaba, rio Sorocaba, Avaliação Ambiental e Sustentabilidade.Atuou como permanente no Programa de Pós-Graduação em Ensino e História de Ciências da Terra do Instituto de Geociências da UNICAMP no período de 2016 a 2023, ministrando a disciplina EH 001 - Seminários e orientando alunos de mestrado e doutorado. Na graduação atuou como Professor Substituto no IGCE/UNESP Rio Claro no período de 2017 a 2022, no conjunto de disciplinas: Geomorfologia e Pedologia para os cursos de Geografia e Ecologia (1 semestre de 2017); Geomorfologia, Geomorfologia Estrutural, Pedologia e Trabalho de Campo Integrado para o curso de Geografia (2 Semestre de 2017); Geomorfologia, Pedologia, Planejamento Ambiental e Cartografia para o curso de Geografia (1 semestre de 2018); Geomorfologia Estrutural, Pedologia, Cartografia e Topografia e Cartografia para os cursos de Geografia, Engenharia Ambiental e Ecologia (2 semestre de 2018); Geomorfologia Estrutural, Pedologia, Trabalho de Campo Integrado e Geomorfologia para os cursos de Geografia e Ciências Biológicas (2 semestre de 2019); Geomorfologia e Planejamento Ambiental para os cursos de Geografia, Ecologia e Ciências Biológicas (1 semestre de 2020); Geomorfologia, Geomorfologia Estrutural e Pedologia para os cursos de Geografia e Ciências Biológicas (2 Semestre de 2020);Geomorfologia e Planejamento Ambiental para os cursos de Geografia e Ciências Biológicas (1 semestre de 2021); Geomorfologia, Geomorfologia Estrutural e Pedologia para os cursos de Geografia e Ciências Biológicas (2 Semestre de 2021); Geomorfologia e Planejamento Ambiental para os cursos de Geografia, Ecologia e Ciências Biológicas (1 semestre de 2022). Em janeiro e fevereiro de 2021, nesta mesma instituição, atuou como Professor Conferencista nas disciplinas de Geomorfologia, Geomorfologia Estrutural e Pedologia para os cursos de Geografia e Ciências BiológicasNa Pontifícia Universidade Católica de Campinas foi professor contratado nos anos de 2012 e 2013, ministrando a disciplina Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos no Curso de Engenharia Ambiental . Atua em cursos de especialização Lato sensu em instituições de ensino particulares no Estado de São Paulo desde 2007, ministrando disciplinas voltadas à área de meio ambiente

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Publicado

2024-07-23

Como Citar

Spatti Junior, E. P., Tomazini da Conceição, F., Souza Sardinha, D., & Martins Fernandes, A. (2024). Balanço de denudação na Depressão Periférica Paulista. Revista Brasileira De Geografia Física, 17(4), 2991–3007. https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.4.p2991-3007

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