Estrutura populacional e nível de exploração de plantas medicinais pelos índios Fulni-ô no Nordeste do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.1.p424-441Palavras-chave:
Caatinga, Etnobotânica, Conservação da biodiversidade, Uso sustentávelResumo
O estudo analisou o processo de coleta de casca de Myracroduon urundeuva Allemão (aroeira) e Syderoxylon obtusifolium (Humb. ex Roem. & Schult.) T.D.Penn. (quixaba), e avaliou a sua estrutura populacional. O estudo foi conduzido na Reserva Indígena Fulni-ô, município Águas Belas em Pernambuco. Para analisar a estrutura populacional e nível de extração foram plotados 200 pontos quadrantes, além do método de caminhamento na mata do Ourucuri, sendo registrados 143 indivíduos de aroeira e 161 de quixaba. Os resultados mostraram que ainda existe uma grande utilização da casca dessas espécies e as populações não exibiram o modelo do J-invertido, característico de populações estáveis. O uso madeireiro associado aumenta ainda mais a pressão de uso sobre suas populações. Com os resultados obtidos, recomenda-se que um plano de manejo sustentável para estas espécies seja realizado, visando mitigar os impactos causados pela coleta excessiva de recursos medicinais e madeireiros.
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