Análise de vulnerabilidade, uso e ocupação na bacia hidrográfica do igarapé Redenção, Acre, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.6.p4512-4525Palavras-chave:
Vulnerabilidade, pdi, GeoprocessamentoResumo
As atividades antrópicas na Amazônia, como o desmatamento para o agronegócio, causam degradação ambiental e afetam os ecossistemas. A ocupação desordenada perto dos cursos hídricos ameaça estes recursos, comprometendo a Política Nacional de Recursos Hídricos. A erosão do solo, exacerbada por ações humanas, é uma das principais causas de degradação nas bacias hidrográficas. O geoprocessamento, com ferramentas como sensoriamento remoto, permite monitorar a perda de solo e a vulnerabilidade à erosão, auxiliando na gestão dos recursos hídricos e no planejamento de ações mitigadoras, essenciais para a recuperação e conservação da bacia do Igarapé Redenção. O objetivo deste trabalho foi analisar a vulnerabilidade natural à perda de solos, uso e ocupação na bacia hidrográfica do Igarapé Redenção. O estudo foi conduzido seguindo a metodologia proposta por Crepani utilizando ferramentas de geoprocessamento, e para o mapeamento do uso e ocupação do solo foram utilizados os dados disponíveis na plataforma online MapBiomas. A vulnerabilidade ambiental está relacionada à capacidade do ambiente de lidar com interações externas, naturais ou antrópicas. A bacia do Igarapé Redenção apresenta vulnerabilidade moderada, com solos arenosos e sedimentares, e baixos índices de declividade que favorecem a estabilidade do solo. No entanto, a intervenção humana, como a agropecuária e a urbanização, intensifica a vulnerabilidade, especialmente na região da foz. A vegetação densa ajuda a mitigar a erosão, enquanto a alta pluviosidade aumenta a suscetibilidade à denudação. O reflorestamento e o controle da agropecuária são essenciais para reduzir os impactos ambientais e a perda de solos
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