Efeitos da aplicação de atrazina em três solos representativos do sul do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.03.p1801-1816Palavras-chave:
Contaminação ambiental, Lavouras, Pesticidas, Seres vivosResumo
O uso e a persistência de agrotóxicos no ambiente podem causar danos aos ecossistemas e impactos negativos à saúde humana. Assim, esta pesquisa avaliou a taxa de retenção no solo do agrotóxico atrazina (AT), comumente aplicado na região sudoeste do Paraná, Brasil. Foram avaliados os três tipos de solo mais representativos da região: Latossolo Vermelho, Nitossolo Vermelho e Neossolo Litólico. As concentrações de atrazina nas amostras de solo foram realizadas por cromatografia líquida, indicando variação na permanência nos três tipos de solo. Em 60 dias, a menor taxa de degradação foi no Latossolo, 23,39%, e a maior no Neossolo, 66,73%. Enquanto isso, o Neossolo com mais acidez (pH 4,9) apresentou maior taxa de degradação. Em relação à meia-vida estimada do AT, os valores foram de 146 a 194 dias no Latossolo, 43 a 52 dias no Nitossolo e 33 a 42 dias no Neossolo. A degradação pode ser classificada como moderada a baixa nos três solos estudados, principalmente no Latossolo Vermelho distroférrico, classificando-o como moderadamente persistente, com meia-vida entre 90 e 180 dias.
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