CLIMA DE SEGURANÇA E A PRÁTICA DE HIGIENE DAS MÃOS: PERCEPÇÃO DE TRABALHADORES E GESTORES
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963.2021.247896Palavras-chave:
Segurança do Paciente, Higiene das Mãos, Equipe de Assistência ao Paciente, Organização e Administração, Controle de Infecções, Pessoal de Saúde.Resumo
Objetivou-se avaliar o clima de segurança entre trabalhadores de saúde de ambientes obrigatórios e a percepção de gestores sobre as práticas de higiene das mãos. Trata-se de um estudo transversal e analítico, realizado com profissionais de saúde (n = 142) e gestores (n = 54) de um hospital público. A equipe assistencial respondeu ao Questionário de Atitudes de Segurança ( SAQ ) e os gestores responderam ao pedido recomendado pela OMS sobre higiene das mãos. Observou-se que a percepção de clima de segurança esteve comprometida em todos os domínios adquiridos, com pior avaliação para a Percepção de conteúdo. Para os gestores há pouco comprometimento dos profissionais de saúde com a prática de higiene das mãos e além disso, 37% dos gestores não acreditam que a participação do paciente seja ação eficaz na melhoria dessa prática. Constatou-se que o clima de segurança deficitário e a percepção limitada sobre higiene das mãos é uma dualidade que pode comprometer a segurança do paciente.
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