The perception of nurses on the care of patients with acute encephalic vascular accident
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v6i9a7327p2204-2212-2012Palavras-chave:
Acidente Cerebral Vascular, Triagem, Enfermagem em Emergência.Resumo
ABSTRACT
Objective: to understand the opinion of the nurse working in the admission and initial care of patients with symptoms of acute encephalic vascular accident in an emergency unit. Method: qualitative field study, conducted in an emergency unit of a large hospital in Belo Horizonte (MG), Brazil. The subjects were 11 nurses who met the following inclusion criteria: to have the qualification in the Manchester Triage System (MTS©), to work in the above-mentioned sector, and to be employed at the institution for more than six months. Data were collected through semi-structured interviews, audio records, then fully transcribed and stored in a database. To analyze the data collected, the technique of Content Analysis and descriptive analysis were used. The research followed the ethical principles of the 196/96 Resolution, with the approval of the research project by the Ethics Committee in Research of the hospital in Belo Horizonte-MG, with the document 09/2011. Results: all nurses evaluated the initial care as appropriate and effective. The majority (82%) considered that the protocol did not include specific flowcharts and discriminators, ignoring new ones available in the current version. Conclusion: it became clear the need for training in the new protocol version of risk classification. Keywords: cerebral vascular accident; screening, emergency nursing.
RESUMO
Objetivo: compreender a opinião do enfermeiro que atua no acolhimento e atendimento inicial de pacientes com sintomas de acidente vascular encefálico agudo em uma unidade de emergência. Método: estudo de campo qualitativo, realizado em uma unidade de emergência de um hospital de grande porte de Belo Horizonte (MG), Brasil. Foram sujeitos 11 enfermeiros que atenderam aos critérios de inclusão: possuir habilitação do protocolo de triagem de Manchester (MTS©), atuar no setor supracitado, e ter vínculo empregatício superior a seis meses na instituição. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas, gravadas em áudio, transcritas posteriormente na íntegra, e armazenadas em um banco de dados. Para tratamento dos dados foi utilizada a Técnica de Análise de Conteúdo e análise descritiva. A pesquisa obedeceu aos princípios éticos da Resolução 196/96, com a aprovação do projeto de pesquisa no Comitê de Ética em Pesquisa do hospital de Belo Horizonte-MG, com o parecer 09/2011. Resultados: todos os enfermeiros julgaram o atendimento inicial adequado e efetivo. A maioria (82%) considerou que o protocolo não contemplava fluxogramas e discriminadores específicos, desconhecendo alguns novos, disponíveis na versão atual. Conclusão: evidenciou-se a necessidade de capacitação na nova versão do protocolo de classificação de risco. Descritores: acidente cerebral vascular; triagem; enfermagem em emergência.
RESUMEN
Objetivo: comprender la opinión del enfermero que trabaja en el acogimiento y atención inicial de pacientes con síntomas de accidente vascular encefálico agudo en una unidad de emergencia. Método: estudio de campo cualitativo, desarrollado en una unidad de emergencia de un gran hospital de Belo Horizonte (MG), Brasil. Los participantes fueron 11 enfermeros que cumplieron los criterios de inclusión: tener habilitación del protocolo de triaje de Manchester (MTS©), trabajar en el sector supra citado y ser empleado de la institución más de seis meses. Los datos fueran recogidos por entrevista semi-estructurada, grabada en audio, transcritas posteriormente en la íntegra y almacenadas en un banco de datos. Para explorar los datos fue utilizada la técnica de Análisis de Contenido y Análisis Descriptivo. La investigación obedeció los principios éticos de la Resolución 196/96, con la aprobación del proyecto de investigación en el Comité de Ética en Investigación del hospital de Belo Horizonte (MG), con el parecer 09/2011. Resultados: todos los enfermeros juzgaron la atención inicial adecuada y efectiva; la mayoría (82%) consideró que el protocolo no contenía flujograma y discriminadores específicos, desconociendo algunos nuevos disponibles en la nueva versión. Conclusión: fue evidenciado la necesidad de capacitación en la versión actual del protocolo de clasificación de riesgo. Descriptores: accidente cerebrovascular; triaje; enfermería de urgencia.
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