“Nossos filhos na mata”: memórias e representações da Guerrilha do Araguaia
DOI:
https://doi.org/10.51359/2448-0215.2024.263816Palabras clave:
ditadura militar, memória, imprensa, representações, violência de estadoResumen
O artigo resulta de uma experiência na disciplina de Estágio de Docência em História - Educação Patrimonial, oferecida pelo Curso de História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O trabalho foi realizado através do acervo de Ermelinda Bronca, que está salvaguardado no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul, e do acervo pessoal de Sônia Haas. A atividade, destinada aos estudantes do Ensino Médio, contextualiza a Guerrilha do Araguaia, visando humanizar a atuação desses guerrilheiros, e compara as suas representações nos Jornais Zero Hora e Tortura Nunca Mais. Dessa maneira a ação é dividida em três momentos: apresentação do acervo e contextualização da Guerrilha, análise dos jornais e, por fim, reflexão sobre as representações do Araguaia nos referidos jornais. Optamos por priorizar as experiências e representações de quatro guerrilheiros: Dina, Osvaldão, Bronca e Juca. Assim, os estudantes analisam fontes primárias e desenvolvem um olhar crítico das representações midiáticas sobre a Guerrilha do Araguaia.
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