ESTUDANTES DO ENSINO BÁSICO COMO DESENVOLVEDORES DE JOGOS DIGITAIS

Fernando Celso Villar Marinho, Miriam Struchiner

Resumo


A ideia de ter alunos como protagonistas no desenvolvimento de jogos digitais não é nova. O construcionismo de Papert (1993) tem sido revisitado por vários autores como Dondlinger & Student (2007), Squire (2003), Aguilera & Mendiz (2003) e Kafai (1995;2005;2006). A perspectiva construcionista (PAPERT, 1993) mostra-se cada vez mais viável uma vez que avanços tecnológicos tornaram mais acessíveis à programação de jogos digitais às crianças (RESNICK, 2007) e adequada para o desenvolvimento dos jogos digitais por que coloca o estudante como protagonista do seu aprendizado. Neste artigo apresentam-se elementos que sugerem que o professor tem um papel estratégico em propostas de integração entre o desenvolvimento de jogos digitais e as práticas curriculares ensino de ciências e matemática. Durante o desenvolvimento de jogos, os conceitos de diferentes disciplinas puderam ser revisados com plena atenção dos estudantes, que se engajaram para resolver problemas complexos.


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DOI: https://doi.org/10.36397/emteia.v4i3.2221

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ISSN 2177-9309

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