O currículo de geografía en la y los procesos de colonizacíon por el mundo sistemas pos 1990
DOI:
https://doi.org/10.51359/2594-9616.2025.267751Palabras clave:
colonización sistémica, sistemas posteriores a 1990, descolonización, educación secundaria, currículo escolarResumen
El presente estudio investiga la estructura curricular de la asignatura de Geografía en la nueva educación secundaria brasileña y su interconexión con los procesos de colonización en los sistemas educativos posteriores a 1990. El enfoque adoptado se basa en la teoría de la colonización de Habermas (2012). Desde esta perspectiva, se analizó el currículo de Geografía destinado a la Enseñanza Media, considerando, sin embargo, su vinculación con las directrices educativas brasileñas y la base curricular común nacional (BNCC), con mayor énfasis en el nuevo formato de Enseñanza Media. Se puede notar la presencia de una colonización sistémica que se impone en ejes disciplinarios desde la perspectiva de la ideología capitalista, que incorpora lineamientos provenientes no sólo del Banco Mundial, sino también de otros organismos internacionales. Estas directrices se centran en la acumulación de riqueza y la formación de mano de obra para los servicios, relegando a menudo a un segundo plano la formación ciudadana que la disciplina de la geografía tiene el potencial de ofrecer.
Citas
ARAÚJO, Raimundo Lenilde de. ENSINO DE GEOGRAFIA: PERSPECTIVA HISTÓRICO-CURRICULAR NO BRASIL REPUBLICANO. 2023. 138 f. Tese (Doutorado) - Curso de Geografia, Programa de Pós-Graduação em Educação Curso de Doutorado em Educação Brasileira, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2012. Cap. 2.1.
BETTINE, Marcos. A teoria do Agir Comunicativo de Jürgen Habermas: Bases conceituais. São Paulo: Edições Each, 2021.
BRASIL. Ministério da Educação. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: ensino médio, 2018.
BRASIL. Assessoria de Comunicação Social. Ministério da Educação. Bolsonaro assina projeto que regulamenta educação domiciliar. 2019. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/ultimas-noticias/211-218175739/75061-educacaodomiciliar. Acesso em: 10 jan. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Base nacional comum curricular: ensino médio. Brasília, DF: MEC, 2017. Disponível em: . Acesso em: 10 ago. 2023.
BRASIL. Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN+). Ciências Humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC, 2006.
BRASIL. Lei n°11.684, de 2 de junho de 2008. Altera o art. 36 da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), incluindo Filosofia e Sociologia entre as disciplinas obrigatórias nos currículos do Ensino Médio brasileiro. Diário Oficial da União, Brasília, 6 jun. 2008.
BRASIL. Lei n°12.014, de 6 de agosto de 2009. Altera o art. 61 da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), detalhando o entendimento a respeito da definição dos profissionais da educação escolar básica. Diário Oficial da União, Brasília, 7 ago. 2009.
BRASIL. Novos Caminhos. Gov.br, Ministério da Educação, 1º fev. 2021. Disponível em:. Acesso em 20 set.2022.
CAETANO, M. R.; A Política de Educação Profissional e Tecnológica no Governo Bolsonaro (2019-2022). Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [S.l.], v. 2, n. 23, p. 1-22, e14424, Nov. 2023.
CARNEIRO, Rosalvo Nobre. Educação Geográfica do Agir Comunicativo: Geografia escola do mundo da vida. Curitiba: Appris, 2022. 194 p.
CARNEIRO, Rosalvo Nobre. GEOGRAFIA, (DES)INTERESSE E (DES)CONHECIMENTO EM PERÍODOS DE ULTRADIREITA. Logeion: Filosofia da Informação, Rio de Janeiro, v. 9, n. 1, p. 277-291, 15 dez. 2022. Edição Especial - Anais do XVIII Colóquio Habermas e IX Colóquio de Filosofia da Informação. Disponível em: https://revista.ibict.br/fiinf/article/view/6132. Acesso em: 23 maio 2023.
CARNEIRO, Rosalvo Nobre. PINTO, Francisco Ringostar. O ENSINO DE GEOGRAFIA NO SÉCULO XXI:PRÁTICAS E DESAFIOS DO/NO ENSINO MÉDIO. Geointerações, Assú, v. 3, n. 2, p. 03-22, nov. 2019.
CAPEL, H. Filosofía y ciencia en la geografía contemporánea. Barcelona: Barcanova, 1981. p.438.
FERRETTI, Celso João. A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação. Estudos Avançados, [S.L.], v. 32, n. 93, p. 1-18, jul. 2017. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.5935/0103- 4014.20180028.
FRIGOTTO, G. SOCIEDADE E EDUCAÇÃO NO GOVERNO BOLSONARO: ANULAÇÃO DE DIREITOS UNIVERSAIS, DESUMANIZAÇÃO E VIOLÊNCIA. Revista Desenvolvimento & Civilização, 2(2), 118–138. 2022. https://doi.org/10.12957/rdciv.2021.66270
HABERMAS, Jürgen. Teoria do agir comunicativo: da racionalidade da ação e racionalização social. São Paulo: Uneps, 2022. 1 v.
HABERMAS, Jürgen. Teoria do agir comunicativo: sobre a crítica da razão funcionalista. São Paulo: São Paulo: Uneps, 2022. 2 v.
HABERMAS, Jürgen. Teoría de la acción comunicativa. Tomo II: Crítica de la razón funcionalista. Madrid: Taurus, 1987.
HABERMAS, Jürgen. Técnica e ciência como "ideologia". São Paulo: Unesp, 2014. Tradução: Felipe Gonçalves da Silva.
LIMA, M. H. e VLACH, V. R. Geografia Escolar: Relações e representações da Prática social. Caminhos da Geografia, v. 3, n. 5, p. 44-51. Fevereiro 2002.
MARSIGLIA, Ana Carolina Galvão et al. A Base Nacional Comum Curricular: um novo episódio de esvaziamento da escola no Brasil. Germinal: Marxismo e Educação em Debate, Salvador, v. 9, n. 1, p. 107-121, abr. 2017.
MENDES, Maíra Tavares. IDEOLOGIA E CURRÍCULO NO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR. Germinal: Marxismo e Educação em Debate, [S.L.], v. 5, n. 1, p. 225, 10 out. 2013. Universidade Federal da Bahia. http://dx.doi.org/10.9771/gmed.v5i1.9649.
MOREIRA, Ruy. O discurso do avesso (para a crítica da geografia que se ensina). Rio de Janeiro: Dois pontos, 1987.
OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. Geografia e ensino: os parâmetros curriculares em discussão. Novas Abordagens. São Paulo: Contexto, p.43-67. 1999.
PAULA, Iago Sales de; SOUZA, Maria da Conceição Marques de; ANUTE, Pollyana Furtado Machado. A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA MIRA DO CAPITALISMO NEOLIBERAL: UMA BREVE ANÁLISE SOBRE A BNCC E O TRABALHO DOCENTE. Revista Ensino de Geografia, Recife, v. 3, n. 3, p. 251-268, out. 2020. Universidade Federal de Pernambuco. http://dx.doi.org/10.38187/regeo.
PEREZ, Carmem Lúcia Vidal. Leituras de mundo/leituras de espaço: um diálogo entre Paulo Freire e Milton Santos. In: GARCIA, Regina Leite (org.). Novos olhares sobre a alfabetização. São Paulo: Cortez, 2001, 101–121p.
PIZZATO, Maria Dilonê. A geografia no contexto das reformas educacionais brasileiras. Geosul, Florianópolis, v. 16, n. 32, p. 95-137, jul. 2001. Artigo elaborado para exame de qualificação do curso de Pósgraduação: Mestrado em Geografia da Universidade Estadual de Maringá-PR.
RIBEIRO, Larissa Oliveira Mesquita; RIBEIRO, Willame de Oliveira. Ciência do espaço sem espaço: disciplina geografia e reforma do ensino médio no brasil | science of space without space. Revista de Educação Puc-Campinas, [S.L.], v. 25, p. 1-15, 09 jan. 2020. Cadernos de Fe e Cultura, Oculum Ensaios, Reflexao, Revista de Ciencias Medicas e Revista de Educacao da PUCCampinas. http://dx.doi.org/10.24220/2318-0870v25e2020a4541.
SANTANA, Aurelane Alves. EDUCAÇÃO SOB O CAPITALISMO E PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE: CONTEXTO E CONDIÇÕES DO ENSINO E DA FORMAÇÃO EM GEOGRAFIA. Revista de Ensino de Geografia, Uberlândia, v. 15, n. 8, p. 134-144, dez. 2017. Disponível em: http://www.revistaensinogeografia.ig.ufu.br/N15/Art8-v8-n15-Revista-de-EnsinoSantana.pdf. Acesso em: 10 nov. 2023.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2013. 248 p.
SOARESI, Fabiana Pegoraro. A influência do Banco Mundial e da OCDE na educação básica no Brasil e no ensino de geografia. Geografia Ensino & Pesquisa, Santa Maria, v. 16, n. 24, p. 4-26, 28 fev. 2020.
SOUZA NETO, Manuel Fernandes de. O ágora e o agora. Terra Livre – AGB, São Paulo, nº 14. P. 11-21, 1999.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Lucas Fernandes da Silva, Rosalvo Nobre Carneiro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantêm os direitos autorais e concedem à REVISTA ENSINO DE GEOGRAFIA (RECIFE) da Universidade Federal de Pernambuco o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. CC BY -
. Esta licença permite que os reutilizadores distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do material em qualquer meio ou formato, desde que a atribuição seja dada ao criador. A licença permite o uso comercial.
b) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
d) Os conteúdos da REVISTA ENSINO DE GEOGRAFIA (RECIFE) estão licenciados com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. CC BY -
. Esta licença permite que os reutilizadores distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do material em qualquer meio ou formato, desde que a atribuição seja dada ao criador. A licença permite o uso comercial.
No caso de material com direitos autorais a ser reproduzido no manuscrito, a atribuição integral deve ser informada no texto; um documento comprobatório de autorização deve ser enviado para a Comissão Editorial como documento suplementar. É da responsabilidade dos autores, não da REVISTA ENSINO DE GEOGRAFIA (RECIFE) ou dos editores ou revisores, informar, no artigo, a autoria de textos, dados, figuras, imagens e/ou mapas publicados anteriormente em outro lugar.
