Desenvolvimento de falhas durante encurtamento frontal em modelagem experimental: o papel da geometria de rampas pré-existentes

Autores

  • Fernando César Alves da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Fabiano Jackson da Silva Oliveira Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Rafaela Adraus Portugal Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Palavras-chave:

Caixa de areia, Empurrão, Retro-empurrão

Resumo

Experimentos desenvolvidos em aparato tipo caixa de areia mostrou a importância da geometria de rampas pré-existentes no arranjo arquitetural de um pacote rochoso submetido à compressão frontal. Foram testadas rampas com três configurações distintas (curvas e planas, com ângulos de mergulho diferentes) e alternando-se suas posições entre fixa e móvel. Em todos os casos teve-se a formação principalmente de empurrões e em menor escala de retro-empurrões que se desenvolvem sempre próximo a rampa móvel. Estrutura do tipo pop-up é variavelmente desenvolvida nos três modelos testados, nas proximidades da rampa móvel. A zona de maior deformação situa-se sempre na metade do modelo próxima a rampa fixa. Dependendo da combinação da geometria das rampas móvel e fixa, as falhas podem sofrer maior ou menor rotação com o aumento do encurtamento. Uma geometria mais complexa é obtida quando a rampa móvel tem geometria curva (lístrica).

Referências

.

Downloads

Publicado

2007-07-01

Como Citar

Silva, F. C. A. da, Oliveira, F. J. da S., & Portugal, R. A. (2007). Desenvolvimento de falhas durante encurtamento frontal em modelagem experimental: o papel da geometria de rampas pré-existentes . Estudos Geológicos, 17(2), 51–61. Recuperado de https://periodicos.ufpe.br/revistas/estudosgeologicos/article/view/259741

Artigos Semelhantes

1 2 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)