What were we (pre-colonial Africa)? What did they do to us (colonialism)? What can we become again (education for the decolonization of knowledge)?

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v6i12.249001

Keywords:

Afrocentred Education, African Philosophy, Ancestrality and Epistemic Racism

Abstract

In this interview professor and master JayroPereira de Jesus states that black and indigenous peoples were crossed by a bias process perpetrated by colonialism. Among the many losses to which the colonial project has subjected us, it highlights the inlaid duality within each and every one of us. Undoing and decolonizing our thinking requires the exercise of putting into practice another school project, in which the notion of ancestry, as it is the element that organizes interiorities and the way of perceiving and being in the world of the African people kidnapped from Africa regardless of ethnicity, it is essential to promote the unity of black men and women in the diaspora. He also emphasizes that we can no longer live on concessions, such as Law 10.639. We need an Afropedagogical and Afrocentric education project that works with the ancestral conception of African philosophy as the builder of another existential behavioralism capable of a reontologization. This notion of ancestry needs to be taken up from Ubuntu, African Philosophy based on “us”, philosophy, and epistemology that perceives the community that of the living, that of the ancestors, and that of the not yet born.

Author Biography

Claudemira Vieira Gusmão Lopes, Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Professora Adjunta do Programa de Pós-graduação em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 

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Published

2020-12-07