Describiendo algunas subjetivaciones de un grupo de Licenciados en Matemáticas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v6i12.249007

Palabras clave:

Educación Matemática, Filosofía de la Diferencia, Subjetivación y Agenciamiento, Deseo, Convertirse en profesor

Resumen

El trabajo presenta resultados del corte de una investigación más extensa, cuyo objetivo fue describir los posibles procesos de subjetivación y / o agenciamiento que atravesaron a formación docente de 22 estudiantes de pregrado en Matemáticas de la UFPE, Campus Caruaru. La investigación fue realizada de acuerdo con la Filosofía de la Diferencia, propiamente, con obras desarrolladas a partir de estudios de los filósofos Michel Foucault (1999), Gilles Deleuze y Felix Guattari (1994) y Suely Rolnik (1996). En la ruta metodológica, proponemos a los estudiantes referidos responder un cuestionario, con cinco preguntas discursivas y, para la descripción de los datos producidos, utilizamos el enfoque cualitativo. Como resultado de este estudio, encontramos que las posibles subjetivaciones y agenciamiento señaladas por los estudiantes investigados fueron: la falta de opción, la baja competencia, la facilidad para conseguir trabajo, el amor por la docencia, el gusto y la facilidad para comprender las Matemáticas durante la Educación Básica.

Biografía del autor/a

Wanessa Mayara da Silva, Faculdade Estratego

Pós-graduanda Lato Sensu em Docência do Ensino Básico e Superior pela Faculdade Estratego. Graduada em Matemática.

Simone Moura Queiroz, Universidade Federal de Pernambuco - Centro Acadêmico do Agreste

Doutora em Educação Matemática pela UNESP - Rio Claro. Professora adjunta da Universidade Federal de Pernambuco - Centro Acadêmico do Agreste. 

Citas

BRÍGIDO, E. I. Michel Foucault: Uma análise do poder. Rev. Direito Econ. Socioambiental, Curitiba, v. 4, n.1, p.56-75, jan./jun.2013.

CORAZZA, S. M. O docente da diferença. In: IV Colóquio Luso Brasileiro sobre Questões Curriculares e VIII Colóquio sobre Questões Curriculares. UFSC, Florianópolis, 2, set. 2008.

COSTA, L. R. S. Os reflexos dos discursos sócio-culturais sobre a disciplina de matemática. Caruaru: 2017 (TCC).

DELEUZE, Gilles. ¿Que és um dispositivo? In: Michel Foucault, Filósofo. Barcelona: Gedisa, 1990, PP. 155-161. Tradução de wanderson flor do nascimento. Disponível em: http: //escolanomade.Org/pensadores-textos-e-videos/deleuze-gilles/o-que-e-um-dispositivo. Acesso em: 01 de ago. de 2018.

DELEUZE, Gilles. Désiretplaisir. Magagazine Littéraire. Paris, n. 325, oct, 1994, pp.57-65.

DELEUZE, Gilles. PARNET, c. Diálogos. Trad. Eloisa Araújo Ribeiro, São Paulo: Escuta,1998, 184p.

FISCHER, R. M. B. Foucault e a análise do discurso em educação. Cadernos de Pesquisa. Rio de Janeiro, n. 114, p. 197-223, 2001.

FOUCAULT, M. A arqueologia do saber. 7. ed. Rio de janeiro: Forense Universitária, 2008.

GALLO, S. O que é Filosofia da Educação? Anotações a partir de Deleuze e Guattari. Florianópolis, v.18, n34, 2000.

GUATTARI, F; ROLNIK, S. Micropolítica: Cartografias do desejo. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 1996.

HEINEN, S. V. I. HEINEM, S. L. I. As filosofias da diferença de Nietzsche e de Deleuze: para construir outros modos. In: Linha Mestra, n. 23, ago. Dez. 2013. Disponível em: https://linhamestra23.files.wordpress.com/2013/12/03_para_uma_escrita_delirante_as_filosofias_da_diferenca_heinen_heinen.pdf. Acesso em: 20 de dez. 2018.

LEMOS S. C. F. Diferença e Educação: um diálogo com Hélio Rebello Cardoso JR. In: Revista do Difere, v.1, n.2, dez. 2011. INSS 2179 6505.

LEVY, Tatiana Salem. O fora como o (não-) espaço da literatura. In: BRUNO, Mário & QUEIROZ, André & CHRIST, Isabelle. Pensar de outra maneira a partir de Claudio Ulpiano. Rio de Janeiro: Pazulin, 2007.

MANSANO, Sônia Regina Vagas. Sujeito, subjetividade e modos de subjetivação na contemporaneidade. Revista de Psicologia da UNESP, 8(2). 2009.

MARCELLO, A. F. O conceito de dispositivo em Foucault: mídia e produção agonística de sujeitos. In: Educação e Realidade, v.29, n.1, 2004, pp. 199-2011.

MURAD, G. F. M. O sujeito em Foucault. Rio: 10, ago. 2010.

QUEIROZ, S. M. Movimentos que permeiam o devir professor de matemática de alguns licenciandos. 2015. 208f. Tese (Doutorado em Educação Matemática) – Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2015.

QUEIROZ, S. M. A educação em meio ao Hiperativismo sócio-cultural do mundo líquido. In: X Encontro Nacional de Educação Matemática. São Paulo, SP. 2016ª.

ROLNIK, S. Pensamento, corpo e devir: uma perspectiva ético/estético/política no trabalho acadêmico. In: Cadernos de Subjetividade n° 2. São Paulo: PUC, 1993.

SALLES, Márcio. Foucault e os dispositivos. In: IX Jornadas de Sociologia de la UNLP. Dez. 2016.

SCHOPKE, R. O conceito de “Diferença” na obra de Gilles Deleuze. Rio de janeiro, 2009. Disponível em: https://rogsil.wordpress.com/2009/11/22/o-conceito-de-diferenca-na-obra-de-gilles-deleuze/. Acesso em: 20 ago. 2018.

SOUSA, C. N. MENEZES, T. N. B. A. O poder disciplinar uma leitura em vigiar e punir. In: SABERES, Natal – RN, v.1, n.4, jun. 2010.

TARTARO, F. T. CAVAMURA, B. R. N. SOUZA, C. C. A. Por que a universidade não forma um professor de matemática? Repositório Institucional UNESP. Rio Claro: 2014. ISSN2357-7819-2014-2839-2849. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/141662?locale-attribute=pt_BR. Acesso em: 28 jan. 2019.

Publicado

2020-12-07