La tradición rebelde y la resistencia campesina frente al cerco capitalista y estatal en el Sudeste Paraense

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51359/2675-3472.2025.266634

Palabras clave:

resistencia campesina, reforma agraria, Amazonia, acumulación espacialmente expansiva

Resumen

Los campesinos del Sudeste de Pará, al igual que en gran parte de Brasil, siempre han tenido que luchar y resistir contra las prácticas expropiatorias de las clases dominantes brasileñas. En esta lucha se formó una tradición rebelde capaz de conquistar, mediante la lucha, cientos de Proyectos de Asentamiento. Como se demostrará en el texto, es una tradición viva que se moldea a las necesidades del enfrentamiento con la coyuntura histórica y a las características de los enemigos del momento (usurpadores de tierras [grileiros], el aparato estatal, ganaderos y productores de soja, empresas mineras y otros). Se incorporan nuevas tácticas para adecuarse a la intensificación de la territorialización del capital, como en el caso de la minería capitalista, a las nuevas normas estatales que facilitan la apropiación de tierras por parte de grandes emprendimientos y a la nueva militarización del campo brasileño. En este contexto de recrudecimiento de la forma de acumulación espacialmente expansiva, se analizará la disminución de la capacidad de movilización de los movimientos sociales, incluyendo algunos momentos de retroceso, y la implementación de nuevas formas de acción para enfrentarse a las empresas mineras.

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Biografía del autor/a

Marcelo Fernando, Instituto Federal de São Paulo

Graduado em História pela USP. Fui servidor do INCRA de Marabá/PA por 7 anos e fiz Mestrado e Doutorado em na área de Geografia Agrária na USP, com temas relacionados à Reforma Agrária e Grilagem de terras públicas no Estado do Pará.

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Publicado

2025-11-12

Cómo citar

Marcelo Fernando. (2025). La tradición rebelde y la resistencia campesina frente al cerco capitalista y estatal en el Sudeste Paraense. Revista Mutirõ. Folhetim De Geografias Agrárias Do Sul, 6(2), 85–107. https://doi.org/10.51359/2675-3472.2025.266634

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