Cuando la transición profundiza la crisis: un análisis de las contradicciones del sector sucroenergético en la región del Pontal do Paranapanema (São Paulo, Brasil)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51359/2675-3472.2025.267230

Palabras clave:

control territorial, cambio climático, asentamientos de reforma agraria, transición energética.

Resumen

La concepción sociopolítica del Antropoceno revela su origen en la lógica capitalista de acumulación, caracterizada por la perpetuación de las desigualdades, la concentración de la riqueza y la explotación sistemática de la naturaleza y del trabajo. La política climática global, orientada por acuerdos internacionales y por soluciones mercantilizadas basadas en la naturaleza, ha contribuido en gran medida a la consolidación de este modelo hegemónico. Aunque se sostienen en narrativas de mitigación y adaptación, dichas políticas a menudo intensifican los procesos que conducen al colapso climático. En este artículo, se toma como objeto de análisis la llamada transición energética, con énfasis en la producción de agrocombustibles a partir de la caña de azúcar. La región del Pontal do Paranapanema, en el estado de São Paulo (Brasil), marcada históricamente por la lucha por la tierra y por la expansión del monocultivo de caña, ejemplifica la conflictividad, donde el agronegocio sucroenergético se apropia de territorios bajo la retórica de la sostenibilidad al mismo tiempo que propaga impactos y procesos de desterritorialización. Con base en esta realidad, el artículo propone una reflexión crítica sobre la relación
contradictoria entre la crisis climática, la expansión del agronegocio y la institucionalización de las agendas
ambientales. A partir de la articulación de metodologías cualitativas y cuantitativas, se evidencia que, lejos de
promover la adaptación o mitigación climática, los procesos de transición energética basados en agrocombustibles
contribuyen a la reproducción de las causas estructurales del colapso. Se sostiene, así, que la crisis en curso no es
de la naturaleza, sino del propio sistema capitalista.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Lorena Iza Pereira, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Doutora em Geografia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Presidente Prudente. Pós-doutoranda pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) com pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).  Pesquisadora do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA). Primeira Tesoureira da Diretoria Executiva Nacional da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB) (2024-2026).

Citas

AIZEN, M.; ASSEFH, P.; ROCHA, L. Re(caliente). Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2022.

AKRAM-LODHI, A. H. Contextualising land grabbing: contemporary land deals, the global subsistence and the world food system.

Canadian Journal of Development Studies, v. 33, n. 2, p. 119-142, 2012. https://doi.org/10.1080/02255189.2012.690726.

ALENTEJANO, P. A política agrária do governo Temer: a pá de cal na agonizante reforma agrária brasileira? OKARA: Geografia em debate, v. 12, n. 2, p. 308-325, 2018. https://doi.org/10.22478/ufpb.1982-3878.2018v12n2.41319.

ANDRADE, V. C. S. de; RODRIGUES, G. S. de S. C. Análise da Formulação da Política Nacional de Biocombustíveis - Renovabio: o Territorial, o Político e o Econômico. Sociedade & Natureza, v. 36, e71461, 2024. https://doi.org/10.14393/SN-v36-2024-71461.

ARAÚJO, A.; MILANEZ, B. Ambientalistas minerários: a construção de narrativas de legitimação do setor extrativo. Revista Tamoios, v. 21, n. 1, p. 9-29, 2025. https://doi.org/10.12957/tamoios.2025.87400.

BARBOSA, L. P.; NÓBREGA, L. N. From the agrarian question to the territorial question: Green grabbing and the corridors of extractivist dispossession in Latin America. Land, v. 14, n. 5, p. 1104, 2025. https://doi.org/10.3390/land14051104.

BARRETO, M. J. Territorialização das agroindústrias canavieiras no Pontal do Paranapanema: os desdobramentos para o trabalho. 2012. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2012.

BARRETO, M. J.; THOMAZ JR., A. Os impactos territoriais da monocultura de cana-de-açúcar no Pontal do Paranapanema. Revista Pegada, v. 13, n. 2, p. 46-68, 2012.

BOECHAT, C. A. Apresentação. In: BOECHAT, C. A. (Orgs.). Geografia da crise no agronegócio sucroenergético: land grabbing e flex crops na financeirização recente do campo brasileiro. Rio de Janeiro: Consequência, 20202. p. 15-23.

BOECHAT, C. A. Os Fiagros, o capital fictício e a financeirização recente do agronegócio brasileiro. Revista NERA, São Paulo, v. 27, n. 2, e1025, 2024. https://doi.org/10.47946/rnera.v27i2.10025.

BONNEUIL, C.; FRESSOZ, J.-B. O acontecimento antropoceno: a Terra, a história e nós. Campinas: Quina/Editora UNICAMP, 2024.

BORRAS JR., S.; KAY, C.; GÓMEZ, S.; WILKINSON, J. Land grabbing and global capitalism accumulation: key features in Latin America. Canadian Journal of Development Studies, v. 33, n. 4, p. 402-416, 2012. https://doi.org/10.1080/02255189.2012.745394.

BORRAS JR., S.; FRANCO, J.; SUÁREZ, S. M. Land and Food Sovereignty. Third World Quarterly Journal, v. 36, n. 3, p. 600-617, 2015. https://doi.org/10.1080/01436597.2015.1029225.

BORRAS JR., S. M.; FRANCO, J.; ISAKSON, R.; LEVIDOW, L.; VERVEST, P. The rise of flex crops and commodities: implications for research. The Journal of Peasant Studies, v. 43, n. 1, p. 93-115, 2016. https://doi.org/10.1080/03066150.2015.1036417.

BRASIL. Lei nº 12.431, de 24 de junho de 2011. Dispõe sobre a incidência do imposto sobre a renda nas operações que especifica. Brasília: Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos, 2017.

BRASIL. Lei nº 13.576, de 26 de dezembro de 2017. Dispõe sobre a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, Secretaria Geral, Subchefia para Assuntos Jurídicos, 2017.

BRINGEL, B.; SVAMPA, M. Del «Consenso de los Commodities» al «Consenso de la Descarbonización». Nueva Sociedad, n. 306, 2023.

BUSCIOLI, L. D. Paradigmas e estratégias do MST para o desenvolvimento de territórios agroecológicos. 2024. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2024.

CASTRO, J. Geografia da fome: o dilema brasileiro: pão ou aço. Rio de Janeiro: Antares, 1984.

CATAIA, M. Neoliberalismo e território como meio de vida: crítica da razão antropocênica. Terra Livre, v. 39, n. 2, p. 349-374, 2024. https://doi.org/10.62516/terra_livre.2024.3692.

CHWAŁCZYK, F. Around the Anthropocene in eighty names—considering the Urbanocene proposition. Sustainability, v. 12, n. 11, p. 44-58, 2020. tps://doi.org/10.3390/su12114458.

CLEMENTS, E. A. Agrarian reform, food sovereignty and the MST: socio-environmental impacts of agrofuels production in the Pontal do Paranapanema region of São Paulo state, Brazil. Revista NERA, v. 15, n. 21, p. 8-32, 2012. https://doi.org/10.47946/rnera.v0i21.2139.

EDELMAN, M.; OYA, C.; BORRAS JR., S. Global land grabs: historical processes, theoretical and methodological implications and current trajectories. Third World Quarterly, v. 34, n. 9, p. 1517-1531, 2013. https://doi.org/10.1080/01436597.2013.850190.

ESTADO DE SÃO PAULO. Resolução nº 88, de 19 de dezembro de 2008. Define as diretrizes técnicas para o licenciamento de empreendimentos do setor sucroalcooleiro no Estado de São Paulo. São Paulo: Secretaria de Estado do Meio Ambiente, 2008.

ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 17.517, de 08 de março de 2022. Altera a Lei nº 4.957/985 e a Lei nº 10.207/99. São Paulo: Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, 2022.

ESTADO DE SÃO PAULO. Lei nº 17.557/22, de 21 de julho de 2022. Dispõe sobre a criação do Programa Estadual de Regularização de Terras. São Paulo: Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, 2022.

FELICIANO, C. A. "Grilos” jurídicos no Pontal do Paranapanema: administrando os conflitos agrários. Revista NERA, v. 10, n. 11, p. 48-60, 2007. https://doi.org/10.47946/rnera.v0i11.1408.

FELICIANO, C. A. O conflito como elemento chave na construção da região do Pontal do Paranapanema. ACTA Geográfica, Ed. Esp. Geografia Agrária, p. 167-186, 2013. https://doi.org/10.5654/actageo2013.0003.0009.

FERNANDES, B. M. MST – formação e territorialização. São Paulo: Hucitec, 1999.

FERNANDES, B. M.; RAMALHO, C. B. Luta pela terra e desenvolvimento rural no Pontal do Paranapanema (SP). Estudos Avançados, v. 15, n. 43, p. 239-254, 2001.

FERNANDES, B. M. Sobre a tipologia de territórios. In: SAQUET, M. A.; SPOSITO, E. S. (Orgs.). Territórios e territorialidades: teorias, processos e conflitos. São Paulo: Expressão Popular, 2009. p. 197-215.

FERNANDES, B. M.; WELCH, C. A.; GONÇALVES, E. C. Políticas de agrocombustíveis no Brasil: paradigmas e disputa territorial. Espaço Aberto, v. 1, n. 1, p. 21-43, 2011. https://doi.org/10.36403/espacoaberto.2011.2032.

FERNANDES, B. M.; FREDERICO, S.; PEREIRA, L. I. Acumulação pela renda da terra e disputas territoriais na fronteira agrícola brasileira. Revista NERA, v. 22, n. 47, p. 173-201, 2019. https://doi.org/10.47946/rnera.v0i47.6263.

GONÇALVES, E. C. Disputa territorial entre o movimento camponês e o agronegócio canavieiro em Teodoro Sampaio-SP. 2011. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2011.

GONÇALVES, E. C. Zoneamento territorial para cana-de-açúcar no estado de São Paulo: uma proposta crítica aos zoneamentos oficiais. 2018. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2018.

GONÇALVES, E. C. Zoneamento territorial para a cana-de-açúcar no estado de São Paulo (ZTC): uma proposta crítica ao Zoneamento Agroambiental para o Setor Sucroalcooleiro (ZAA). Revista NERA, v. 24, n. 56, p. 139-161, 2021.

https://doi.org/10.47946/rnera.v0i56.6902.

GUDYNAS, E. Direitos da natureza: ética biocêntrica e políticas ambientais. Montevideo: Elefante, 2019.

GUIDA, L. C. Financeirização do setor sucroenergético no Vale do Ivinhema(MS): breves considerações a partir do RenovaBio. Revista Mutirõ - Folhetim de Geografias Agrárias do Sul, v. 5, n. 1, p. 128-154, 2024. https://doi.org/10.51359/2675-3472.2024.262548.

HARVEY, D. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, 2005.

HARVEY, D. O novo imperialismo. São Paulo: Edições Loyola, 2014.

IBGE. Produção Agrícola Municipal 2023. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2024.

ITESP. Portaria ITESP n. 78, de 22 de agosto de 2024. Dispõe sobre a autorização para a realização de parcerias rurais entre agricultores familiares assentados e produtos rurais tradicionais. São Paulo: ITESP, 2024.

LAZARO, L. L. B.; GRANGEIA, C. S.; SANTOS, L.; GIATTI, L. L. What is green finance, after all? – Exploring definitions and their implications under the Brazilian biofuel policy (RenovaBio). Journal of Climate Finance, v. 2, e100009, 2023. https://doi.org/10.1016/j.jclimf.2023.100009.

LEFF, E. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Petrópolis: Editora Vozes, 2008.

LEITE, A. Z.; CASTRO, L. F. P.; SAUER, S. A questão agrária no momento político brasileiro: liberalização e mercantilização da terra no estado mínimo de Temer. OKARA: Geografia em debate, v. 12, n. 2, p. 247-274, 2018. https://doi.org/10.22478/ufpb.1982-3878.2018v12n2.41316.

LIMA, W. F. P.; MATHEUS, F. A.; FERNANDES, B. M. Disputas territoriais entre o MST e o agronegócio no assentamento Rodeio, município de Presidente Bernardes-SP. Caderno Prudentino de Geografia, v. 2, n. 46, p. 164-182, 2024.

LIMA, W. F. P.; PEREIRA, L. I.; FERNANDES, B. A política da mudança climática no Brasil: contradições, impactos e estratégias de resistência camponesa a partir do Pontal do Paranapanema. Revista Brasileira de Agroecologia, Brasília, prelo, 2025.

McMICHAEL, P. The land grab and corporate food regime restructuring. The Journal of Peasant Studies, v. 39, n. 3-4, p. 681-701, 2012. https://doi.org/10.1080/03066150.2012.661369.

McKAY, B.; SAUER, S.; RICHARDSON, B.; HERRE, R. The politics of sugarcane flexing in Brazil and beyond. Amsterdam: TNI, 2014.

MERKE, F. ¿Por qué no queremos salvar el mundo? Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2025.

MMA. Contribuição Nacionalmente Determinada. Brasília: Ministério do Meio Ambiente e da Mudança do Clima, 2024.

MOORE, J. W. Antropoceno ou capitaliceno? Natureza, história e a crise do capitalismo. São Paulo: Editora Elefante, 2022.

MOREIRA, R. A formação espacial brasileira. Rio de Janeiro: Consequência, 2020.

MOREIRA, R. Sociedade e espaço no Brasil: as fases da formação espacial brasileira: hegemonias e conflitos. Boletim Paulista de Geografia, n. 83, p. 7-31, 2005.

OBSERVATÓRIO DO CLIMA. Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG). Piracicaba: Observatório do Clima/Imaflora, 2025. Disponível em: https://seeg.eco.br/#emissoes. Acesso em: 11 abr. 2025.

ONU BRASIL. ONU confirma 2024 como o ano mais quente já registrado, com cerca de 1,55°C acima dos níveis pré-industriais. ONU, publicado em 10 jan. 2025.

ORIGUELA, C. F. Análise do processo de espacialização do MST no estado de São Paulo em diferentes contextos histórico-geográficos. Revista NERA, v. 18, n. 27, p. 113-137, 2015. https://doi.org/10.47946/rnera.v0i27.3210.

PELUSO, N. L.; LUND, C. New frontiers of land control: introduction. The Journal of Peasant Studies, v. 38, n. 4, p. 667-681, 2011. https://doi.org/10.1080/03066150.2011.607692.

PAIM, E.; FURTADO, F. Em nome do clima: mapeamento crítico: transição energética e financeirização da natureza. São Paulo: Fundação Rosa Luxemburgo, 2024.

PEREIRA, L. I. O processo de estrangeirização da terra no Brasil: estudo de caso da empresa Umoe Bioenergy no município de Sandovalina (SP). 2015. Monografia (Graduação em Geografia) – Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2015.

PEREIRA, L. I. O que é estrangeirização da terra? Breves apontamentos para compreender o processo de apropriação do território por estrangeiros. Revista Campo-Território, v. 12, n. 26, p. 27-47, 2017. https://doi.org/10.14393/RCT122602.

PEREIRA, L. I. “A Tríplice Aliança continua sendo um grande êxito”: os regimes de controle do território paraguaio (1870-2019). 2019. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2019.

PEREIRA, L. I. A instalação de projetos de energia eólica no Brasil: uma análise a partir do papel do Estado. GeoUECE, v. 12, n. 23, e202300, 2023. https://doi.org/10.59040/GEOUECE.2317-028X.v12.n23.e2023002.

PEREIRA, L. I.; VITAL, M. M.; FONSECA, R. O. da. Impactos territoriais e a instalação de projetos eólicos na comunidade tradicional pesqueira de Enxu Queimado (Pedra Grande/RN): transição energética ou uma nova fronteira para a acumulação do capital? Revista NERA, v. 27, n. 3, e10314, 2024. https://doi.org/10.47946/rnera.v27i3.10314.

PITTA, F. T.; XAVIER, C. V.; NAVARRO, C.; MENDONÇA, M. L. Empresas transnacionais e produção de agrocombustíveis no Brasil. São Paulo: Outras Expressões, 2014.

PORTO-GONÇALVES, C. W. O desafio ambiental. Rio de Janeiro: Record, 2004.

PRADO JR., C. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1969.

RABELO, D. Camponeses assentados e as práticas agroecológicas no contexto do agrohidronegócio canavieiro no Pontal do Paranapanema (SP). 2018. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual Paulista, Presidente Prudente, 2018.

RABELO, D.; THOMAZ JR, A.; FELICIANO, C. A. A agroecologia nos assentamentos oriundos da luta pela terra no Pontal do Paranapanema, Ribeirão Preto e Andradina (SP). Revista Pegada, v. 25, p. 617-655, 2024.

REDE DATALUTA. Relatório DATALUTA Brasil 2019. Presidente Prudente: Rede DATALUTA, 2020.

REDE DATALUTA. Banco de Dados das Lutas por Espaços e Territórios. Presidente Prudente: Rede DATALUTA, 2023.

ROSSET, P. Agrocombustibles, soberanía alimentaria y la crisis alimentaria contemporánea. Agroecología, v. 4, p. 91-95, 2009.

ROSSET, P.; ALTIERI, M. A. Agroecologia: ciência e política. São Paulo: Expressão Popular/Editora UNESP/UFRGS Editora, 2022.

SANTOS, H. F. dos. Estratégias de financeirização do setor sucroenergético no Brasil. Revista NERA, v. 27, n. 1, e-9729, 2024. https://doi.org/10.47946/rnera.v27i1.9729.

SAMPAIO, M. A. P.; FONSECA, R. O.; PEREIRA, L. I.; NASCIMENTO, M. L.; RAMOS FILHO, E. Estratégias de controle territorial da produção de energia eólica no Nordeste brasileiro. Punto Sur, v. 12, p. 21-42, 2025. https://doi.org/10.34096/ps.n12.14520.

SAUER, S. Authoritarian populism, neo-fascism and 2022 national elections: Agrarian implications from the advance of the extreme right in Brazil. Revista NERA, v. 25, n. 63, p. 26-48, 2022. https://doi.org/10.47946/rnera.v25i63.9519.

SOBREIRO FILHO, J. A luta pela terra no Pontal do Paranapanema: história e atualidade. Geografia em Questão, v. 5, n. 12, p. 83-114, 2012.

STEFFEN, W.; CRUTZEN, P. J.; MCNEILL, J. R. The Anthropocene: are humans now overwhelming the great forces of nature? Ambio, v. 36, n. 8, p. 614-621, 2007. https://doi.org/10.1579/0044-7447(2007)36[614:TAAHNO]2.0.CO;2.

STOCK, R.; BIRKENHOLTZ, T. Tracking the sun: exposing India’s solar dispossessions. Globalizations, p. 1-20, 2024. https://doi.org/10.1080/14747731.2024.2327882.

SULTANA, Farhana. The unbearable heaviness of climate coloniality. Political Geography, v. 99, e102638, 2022. https://doi.org/10.1016/j.polgeo.2022.102638.

SVAMPA, M. «Consenso de los Commodities» y lenguajes de valoración en América Latina. Nueva Sociedad, n. 244, 2013.

SVAMPA, M.; VIALE, E. El colapso ecológico ya llegó. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2022.

TRALDI, M.; RODRIGUES, A. M. Acumulação por despossessão: a privatização dos ventos para a produção de energia eólica no semiárido brasileiro. Curitiba: Appris Editora, 2022.

TORNEL, C. Energy justice in the context of green extractivism: Perpetuating ontological and epistemological violence in the Yucatan Peninsula. Journal of Political Ecology, v. 30, n. 1, p. 846-873, 2023. https://doi.org/10.2458/jpe.5485.

ULLOA, Astrid. Aesthetics of green dispossession: From coal to wind extraction in La Guajira, Colombia. Journal of Political Ecology, v. 30, n. 1, p. 743-764, 2023. https://doi.org/10.2458/jpe.5475.

VITAL, M. M. As resistências socioterritoriais em uma comunidade tradicional pesqueira: as marés de conflitos e as disputas em Enxu Queimado/RN. 2023. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2023.

WILLIAMS, J. W. Feeding finance: a critical account of the shifting relationship between finance, food and farming. Economy and Society, v. 43, n. 3, p. 401-431, 2014. https://doi.org/10.1080/03085147.2014.892797.

WOLFORD, W. The Plantationocene: a Lusotropical contribution to the theory. Annals of the American Association of Geographers, v. 111, n. 6, p. 1622-1639, 2021. https://doi.org/10.1080/24694452.2020.1850231.

YORK, R.; BELL, S. E. Energy transitions or additions? Why a transition from fossil fuels requires more than the growth of renewable energy. Energy Research & Social Science, v. 51, p. 40-43, 2019. https://doi.org/10.1016/j.erss.2019.01.008.

ZANOTELLI, C.; SILVA, A. P. F. de C. A falácia da transição energética: o caso do Brasil e da Petrobras. Revista GeoUERJ, v. 46, e87783, 2024. https://doi.org/10.12957/geouerj.2024.87783.

Publicado

2025-11-12

Cómo citar

Iza Pereira, L. (2025). Cuando la transición profundiza la crisis: un análisis de las contradicciones del sector sucroenergético en la región del Pontal do Paranapanema (São Paulo, Brasil) . Revista Mutirõ. Folhetim De Geografias Agrárias Do Sul, 6(2), 4–28. https://doi.org/10.51359/2675-3472.2025.267230

Artículos similares

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.