Análises Florísticas e Fitossociológicas Revelam Ampla Dinâmica Vegetacional para a Sucessão de Áreas Perturbadas na Caatinga Piauiense
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.1.p343-368Palavras-chave:
Florística, Fitossociologia, Diversidade de espécies, Estrutura da vegetação, Caatinga do PiauíResumo
A sucessão ecológica e a dinâmica estrutural de comunidades vegetais que passam por alterações antrópicas são pouco conhecidos na caatinga. Analisou-se comparativamente três áreas de caatinga, com diferentes estágios de conservação, para compreender mudanças da vegetação diante de ações antrópicas. Realizou-se coleta de dados dos indivíduos arbóreo-arbustivos em 34 parcelas de 10 x 10 m em cada área, critério para inclusão circunferência à altura do solo ≥ 10 cm e altura ≥ 1,30 m. A área I (25 anos de conservação) apresentou Índice de Shannon-Wiener (H´) e equabilidade de Pielou (J´) de 1,49 e 0,51 respectivamente. A área II (60 anos de conservação), com (H`) = 2,44 e (J´) = 0,73. A área III (sem evidência antrópica há 90 anos), com (H´) = 2,62 e (J´) = 0,73. A similaridade florística de Jaccard e Sørensen mostrou alta similaridade entre as áreas II e III, e baixa similaridade entre as áreas (I-II) e (I-III). A baixa riqueza e similaridade para área I, em relação as demais áreas, é uma evidencia da perturbação que essa vegetação sofreu. Essas ações afetaram diretamente a estrutura e diversidade das espécies, com perda de diversidade e redução ou aumento da dominância para certos grupos de espécies.
Downloads
Referências
Alves, A. R., Ribeiro, I. B., Sousa, J. R. L., Barros, S. S., & Sousa, P. S. (2013). Análise da Estrutura Vegetacional em uma Área de Caatinga no Município de Bom Jesus, Piauí. Revista Caatinga, 26(4), 99-106. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=237129900012
Alves, G. S., Alves, G. M. F., Martins, L. R. A., Sousa, J. S., & Souto, J. S. (2014). Contribuição do Croton blanchetianus Baill na produção de serrapilheira e ciclagem de nutrientes em área do Seridó da Paraíba. Revista Verde, 9(3), 50-57. https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7388268
Alves, L. L. B., Alves, A. R., Barreto, F. R. S., & Holanda, A.C. (2017). Análise Florística e Estrutural de uma Área de Caatinga Preservada no Município de Mossoró/RN. Conexões - Ciência e Tecnologia, 11(1), 8-15. https://doi.org/10.21439/conexoes.v11i1.1066. Acesso: 08 jun. 2022.
Amorim, I. L., Sampaio, E. V. S. B., & Araújo, E. L. (2005). Flora e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de Caatinga do Seridó, RN, Brasil. Acta Botanica Brasilica, 19(3), 615-623. https://doi.org/10.1590/S0102-33062005000300023
Andrade, M. V. M., Andrade, A. P., Silva. D. S., Alcântara Bruno, R. L., & Guedes, D. S. (2009). Levantamento florístico e estrutura fitossociológica do estrato herbáceo e subarbustivo em áreas de caatinga no Cariri paraibano. Revista Caatinga, 22(1), 229-237. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=237117625034
Andrade, J. R., Silva, K. A., Santos, J. M. F., Santos, D. M., Guerra, T. P., & Araújo, E. L. (2015). Influence of microhabitats on the performance of herbaceous species in areas of mature and secondary forest in the semiarid region of Brazil. Revista de Biología Tropical, 63(2), 357-368. http://www.scielo.sa.cr/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-77442015000200004&lng=en&tlng=en.
Andrade, L. A., Oliveira, F. X., Neves, C. M. L., & Felix, L. P. (2007). Análise da vegetação sucessional em campos abandonados no agreste paraibano. Revista Brasileira de Ciências Agrárias, 2(2): 135-142. https://doi.org/10.5039/agraria.v2i2a40
APG IV- Angiosperm Phylogeny Group, Chase, M. W., Christenhusz, M. J., Fay, M. F., Byng, J. W., Judd, W. S., ... & Stevens, P. F. (2016). An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV. Botanical journal of the Linnean Society, 181(1), 1-20. https://doi.org/10.1111/boj.12385
Araújo, B. A., Dantas Neto, J., Alves, A. S., & Araújo, P. A. A. (2012). Estrutura fitossociológica em uma área de caatinga no seridó paraibano. Revista Educação Agrícola Superior, 27(1), 25-29.
Araujo, H. F., Canassa, N. F., Machado, C. C., & Tabarelli, M. (2023). Human disturbance is the major driver of vegetation changes in the Caatinga dry forest region. Scientific Reports, 13(1), 18440. https://doi.org/10.1038/s41598-023-45571-9
Barbosa, A. S., Andrade, A. P., Félix, L. P., Aquino, I. S., & Silva, J. H. C. S. (2020). Composição, similaridade e estrutura do componente arbustivo-arbóreo de áreas de Caatinga. Nativa, Sinop, 8(3), 314-322. http://dx.doi.org/10.31413/nativa.v8i3.9494
Barbosa, M. D., Marangon, L. C., Feliciano, A. L. P., Freire, F. J., & Duarte, G. M. T. (2012). Florística e fitossociologia de espécies arbóreas e arbustivas em uma área de caatinga em Arcoverde, PE, Brasil. Revista Árvore, 36(5), 851-858. https://doi.org/10.1590/S0100-67622012000500007
Batista, W. C. A. (2017). Composição Florística e Estrutura Fitossociológica em Caatinga Arbórea no Sudoeste da Bahia. [Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia].
Bessa, M. A. P., & Medeiros, J. F. (2011). Levantamento Florístico e Fitossociológico em Fragmentos de Caatinga no Município de Taboleiro Grande-RN. GEO Temas 1(2), 69-83. https://periodicos.apps.uern.br/index.php/GEOTemas/article/view/323
Brand, M. A., Oliveira, L. C., Lacerda, S. R., Toniolo, E. R., Leal Júnior, G., & Campello, R.B. (2015). Caracterização da Vegetação da Caatinga do Sul do Piauí para Geração de Energia. Floresta. Disponível: http://dx.doi.org/10.5380/rf.v45i3.27753. Acesso: 08 jun. 2022.
Bulhões, A. A., Chaves, A. D. C. G., Almeida, R. R. P. D., Ramos, I. A. N., Silva, R. A. D., Andrade, A. B. A. D., & Silva, F. T. D. (2015). Levantamento Florístico e Fitossociológico das Espécies Arbóreas do Bioma Caatinga realizado na Fazenda Várzea da Fé no Município de Pombal-PB. Informativo Técnico do Semiárido, 9(1), 51-56.
Calixto Júnior, J. T., & Drumond, M. A. (2011). Estrutura Fitossociológica de um Fragmento de Caatinga Sensu Stricto 30 Anos Após Corte Raso, Petrolina-PE, Brasil. Revista Caatinga, 24(2), 67-74.
Calixto Júnior, J. T. C., & Drumond, M. A. (2014). Estudo comparativo da estrutura fitossociológica de dois fragmentos de Caatinga em níveis diferentes de conservação. Pesquisa Florestal Brasileira, 34(80), 345-355. doi: 10.4336/2014.pfb.34.80.670
CEPRO - Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí. (2024). Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais – CEPRO. Diagnóstico dos Municípios. http://www.cepro.pi.gov.br/diagsoceco.php
Cardoso, E. L., Santos, M. J. G., Silva, P. V. C., Eduardo, M. J., Leão, A. P., & Aguiar, M. I. (2020). Levantamento florístico e fitossociológico em uma área de caatinga em Pacajus, CE. Magistra 31, 805-814. https://periodicos.ufrb.edu.br/index.php/magistra/article/view/4351
Condé, T. M. (2017). Informações Essenciais à Elaboração e Gestão do Plano de Manejo da Floresta Nacional de Anauá em Roraima, Brasil. [Tese de Doutorado, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA]. Repositório Digital do INPA. https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/4998
Dantas, J. G., Holanda, A. C., Souto, L. S., Japiassu, A., & Holanda, E. M. (2010). Estrutura do componente arbustivo/arbóreo de uma área de caatinga situada no município de Pombal-PB. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, 5(1), 134-142. https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7448676
Dario, F. R. (2017). Estudo Fitossociológico de uma Área de Caatinga em Estágio Inicial de Sucessão Ecológica no Estado da Paraíba, Brasil. Geo Temas, 7(1), 71-83. https://periodicos.apps.uern.br/index.php/GEOTemas/article/view/786
Delfino, R. C. H., Cunha, M. C. L., & Ferreira, T. C. (2020). Estrutura fitossociológica do estrato lenhoso em área de regeneração natural no bioma caatinga (São Mamede, PB). Journal of Biology & Pharmacy and Agricultural Management, 16(4), 409-438. https://revista.uepb.edu.br/BIOFARM/article/view/2222
Del Rio, D. D. F., Sovacool, B. K., Foley. A. M., Griffithsf, S., Bazilian, M., Kim, J., & Rooney, D. (2022). Decarbonizing the ceramics industry: A systematic and critical review of policy options, developments and sociotechnical systems. Renewable and Sustainable Energy Reviews, 157, 1-31. https://doi.org/10.1016/j.rser.2022.112081
Dutra Júnior, M. P., Marangon, L. C., Gonçalves, M. P. M., & Feliciano, A. L. P. (2022). Análise fitossociológica e de indicadores ecológicos em duas áreas de Caatinga com históricos diferentes de uso no Sertão Paraibano. Ciência Florestal, 32(3), 1439-1459. https://doi.org/10.5902/1980509865774
Farias, R. R. S., & Castro, A. A. J. F. (2004). Fitossociologia de trechos da vegetação do complexo de Campo Maior, Campo Maior, PI, Brasil. Acta Botanica Brasilica, 18(4), 949-963. https://doi.org/10.1590/S0102-33062004000400025
Farias, S. G. G, Rodal, M. J. N., Melo, A. L., Silva, M. A. M., & Lima, A. L. A. (2016). Fisionomia e estrutura de vegetação de caatinga em diferentes ambientes em Serra Talhada –Pernambuco. Ciências Florestal, 26(2), 435-448. https://doi.org/10.5902/1980509822745
Felfili, J. M., & Venturoli, F. (2000). Tópicos em análise de vegetação. 1. ed. Brasília: Departamento de Engenharia Florestal, Universidade de Brasília.
Fernandes, M. F., Cardoso, D., & Queiroz, L. P. (2020). Uma lista de verificação de plantas atualizada das florestas e bosques sazonalmente secos da Caatinga brasileira revela alta riqueza de espécies e endemismo. Journal of Arid Environments, 174.
Ferraz, J. S. F., Ferreira, R. L. C., Silva, J. A. A. D., Meunier, I. M. J., & Santos, M. V. F. D. (2014). Estrutura do componente arbustivo-arbóreo da vegetação em duas áreas de caatinga, no município de Floresta, Pernambuco. Revista Árvore, 38(6). 1055-1064. https://doi.org/10.1590/S0100-67622014000600010.
Ferraz, R. C., Mello, A. A., Ferreira, R. A., & Prata, A. P. N. (2013). Levantamento Fitossociológico em Área de Caatinga no Monumento Natural Grota do Angico, Sergipe, Brasil. Revista Caatinga, 26(3), 89-98. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=237129741012
Figueirôa, J. M. D., Araújo, E. D. L., Pareyn, F. G. C., et al. (2008). Variações sazonais na sobrevivência e produção de biomassa de Caesalpinia pyramidalis Tul. após o corte raso e implicações para o manejo da espécie. Revista Árvore, 32(6), 1041-1049. https://doi.org/10.1590/S0100-67622008000600009
FITOPAC, Shepherd, G. J. (2010). Versão 2.1. Departamento de Botânica, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Campinas, SP, Brasil.
Flora e Funga do Brasil. (2024). Jardim Botânico do Rio de Janeiro. http://floradobrasil.jbrj.gov.br/.
Freitas, F. A., Holanda, A. C., Maracajá, P. B., Andrade, A. B. A., Santos, J. L. G., & Oliveira, F. S. (2020). Estrutura fitossociológica da vegetação arbóreo-arbustiva em área de caatinga com histórico de perturbação antrópica na Paraíba, Brasil. Acta Biológica Catarinense, 7(1), 92-102. https://doi.org/10.21726/abc.v7i1.164.
Freitas, G. P., Santos Júnior, E. P., Fosneca, A. J. S., Maurício, C. F. B., & Coelho Junior, L. M., (2023). Concentração regional da indústria da cerâmica vermelha na Paraíba, Brasil (2006 - 2020). Gestão & Regionalidade, 39. https//doi.org/10.13037/gr.vol39.e20237960
Gomes, A. S., Cosme, A. M. F., César, I. M. S., Firmino, L. Q., Martins, W. A., & Silva, V. F. (2023). Análise das Superfícies Hídricas do Bioma Caatinga ao Longo de uma Escala Temporal. Journal of Ecoinnovation and Environmental Management, 1(1), 28-39. https://editoraverde.org/portal/revistas/index.php/ecoin/article/view/202.
Gomes, M. D., Jacobina, H. P., Alves, G. M., Lustosa Filho, E. J. C., Reis, H. S., Morais, R. F., & Funch, L. S. (2024). Revealing floristic and structural variation in regenerating areas in the Cerrado-Caatinga transition: an analysis across seres. Rodriguésia, 75, 1-20. http://dx.doi.org/10.1590/2175-7860202475020.
Gonçalves, R. V. S., Cardoso, J. C. F., Oliveira, P. E., & Oliveira, D. C. (2021). Mudanças na estrutura da vegetação do Cerrado: insights de mais de três décadas de sucessão ecológica. Web Ecology 21.
Guedes, R. S., Zanella, F. C. V., Costa Júnior, J. E. V., Santana, G. M., & Silva, J. A. (2012). Caracterização floristico-fitossociológica do componente lenhoso de um trecho de caatinga no semiárido Paraibano. Revista Caatinga, 25(2), 99-108. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=237123825015
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2022). https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pi/campinas-do-piaui/panorama.
Leite, E. D., Almeida Costa, C. L., Souza Oliveira, R., Cavalcante, & H. C. C. (2023). Impactos ambientais causados pelo desmatamento no Brasil. Revista Livre de Sustentabilidade e Empreendedorismo, 8(1), 19-38. https://www.relise.eco.br/index.php/relise/article/view/584/735
Lemos, J. R., & Rodal, M. J. N. (2002). Fitossociologia do Componente Lenhoso de um Trecho da Vegetação de Caatinga no Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil. Acta Botanica Brasilica, 16(1), 23-42. https://doi.org/10.1590/S0102-33062002000100005
Lima, B. G., & Coelho, M. F. B. (2015). Estrutura do componente arbustivo-arbóreo de um remanescente de Caatinga no estado do Ceará, Brasil. CERNE, 21(4), 665-672. https://doi.org/10.1590/01047760201521041807
Lima, B. G., & Coelho, M. F. B. (2018). Fitossociologia e Estrutura de um Fragmento Florestal da Caatinga, Ceará, Brasil. Ciência Florestal, 28(2), 809-819. http://dx.doi.org/10.5902/1980509832095
Lima, B. G., Coelho, M. F. B., & Oliveira, O. F. (2012). Caracterização Florística de Duas Áreas de Caatinga na Região Centro-Sul do Ceará, Brasil. Biosci. J. 28(2), 277-296. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-912566
Lima, E. G., & Barbosa, V. S. (2018). Fitossociologia do estrato lenhoso em regeneração na área de Caatinga, Baixio-CE. Revista Ecologia e Nutrição Florestal – ENFLO, 6(3), 79-90. http://dx.doi.org/10.5902/2316980X33272
Lima, J. R., Silva, R. G., Tomé, M. P., Neto, E. P. S., Queiroz, R. T., Branco, M. S. D., & Moro, M. F. (2019). Fitossociologia dos componentes lenhosos e herbáceos em uma área de caatinga no Cariri Paraibano, PB, Brasil. Hoehnea, 46(3), http://dx.doi.org/10.1590/2236-8906-79/2018
Luna, R. G., Andrade, A. P., Souto, J. S., & Luna, J. G. (2018). Análise florística e fitossociológica de quatro áreas de caatinga sob diferentes densidades de caprinos no Cariri Paraibano, Brasil. Revista Brasileira de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, 5(9), 191-229 https://doi.org/10.21438/rbgas.050913.
Macedo, W. S., Da Silva, L. S., Alves, A. R., & Martins, A. R. (2019). Análise do componente arbóreo em uma área de ecótono Cerrado-Caatinga no sul do Piauí, Brasil. Scientia Plena, 15(1), 1-11. https://doi.org/10.14808/sci.plena.2019.010201
Marangon, G. P., Ferreira, R. L. C., Silva, J. A. A., Lira, D. F. S., Silva, E. A., & Loureiro, G. H. (2013). Estrutura e Padrão Espacial Da Vegetação em uma Área de Caatinga. Floresta, 43(1), 83 - 92. doi:http://dx.doi.org/10.5380/rf.v43i1.27807
Marques, F. J., Cabral, A. G. A., Lima, C. R., & França, P. R. C. (2020). Florística e estrutura do componente arbustivo-arbóreo da caatinga nas margens do rio Sucuru em Coxixola, Paraíba: reflexos da antropização. Brazilian Journal of Development, 6(4), 20058–20072. https://doi.org/10.34117/bjdv6n4-252.
Medeiros, A. V. S., Guedes, R. S., Souza, P. F., & Zanella, S. C. V. (2023). Fitossociologia de caatinga arbórea aberta de elevada área basal em núcleo de desertificação do Seridó. Revista Caatinga, 36(3), 601-611. https://doi.org/10.1590/1983-21252023v36n313rc
Medeiros, F. S., Souza, M. P., Cerqueira, C. L., Alves, A. R., Souza, M. D., & Borges, C. H. A. (2018). Florística, fitossociologia e modelagem da distribuição diâmétrica em um fragmento de Caatinga em São Mamede-PB. Agropecuária Científica no Semiárido, 14(2), 85-95.
Medeiros, R. M., Cavalcanti, E. P., & Duarte, J. F. M. (2020). Classificação Climática de Köppen Para o Estado do Piauí – Brasil. Revista Equador, 9(3), 82-99. https://doi.org/10.26694/equador.v9i3.9845
Melo, J. O., Dantas-Medeiros, R., Moreira, L. G. L., Giordani, R. B., & Zucolotto, S. M. (2023). A Caatinga: um bioma exclusivamente brasileiro. Ciência e Cultura, 75(4), 01-09. http://dx.doi.org/10.5935/2317-6660.20230048. Acesso: 23 ago. 2024.
Mori, A. S., Silva, L. A. M., Lisboa, G., & Coradin, L. (1989). Manual de manejo do herbário fanerogâmico. 2. ed. Ilhéus: CEPLAC, 104p.
Moro, M. F., Macedo, M. B., Moura-Fé, M. M., Castro, A. S. F., Costa, R. C. (2015). Vegetação, unidades fitoecológicas e diversidade paisagística do estado do Ceará. Rodriguésia, 66(3). 717-743. https://doi.org/10.1590/2175-7860201566305
Matos, G. S., & Lima, R. A. (2023). As Plantas e a Recuperação Ambiental na Região Norte: Uma Revisão Integrativa. Revista Gestão & Sustentabilidade Ambiental, 12(1), 1-23. https://doi.org/10.59306/rgsa.v12e12023e18289
Mueller-Dombois., & Ellenberg, H. (1974). Aims and methods of vegetation ecology. John Willey e Sons.
Nathaniel, S. P. (2021). Environmental degradation in ASEAN: assessing the criticality of natural resources abundance, economic growth and human capital. Environmental Science and Pollution Research, 28, 21766-21778. https://doi.org/10.1007/s11356-020-12034-x
Neri, M., Jameli, D., Bernard, E., & Melo, F. P. L. (2019). Green versus green? Adverting potential conflicts between wind power generation and biodiversity conservation in Brazil. Perspectives in Ecology and Conservation, 17(3), 131-135. https://doi.org/10.1016/j.pecon.2019.08.004
Oliveira, D. G., Prata, A. P. N., Ferreira, R. A., Jesus, J. B., & Gama, D.C. (2023). Análise da estrutura fitossociológica e diversidade florística da vegetação arbustivo-arbórea em um fragmento de caatinga no estado de Sergipe. Revista Agroecossistemas, 15(1), 1-21. doi:http://dx.doi.org/10.18542/ragros.v15i1.11342
Pereira, I. M., Andrade, L. A., Costa, J. R. M., & Dias, J. M. (2001). Regeneração natural em um remanescente de Caatinga sob diferentes níveis de perturbação, no Agreste Paraibano. Acta Botânica Brasileira, 15(3), 413-426. https://doi.org/10.1590/S0102-33062001000300010
Pereira Júnior, L. R., Andrade, A. P., & Araújo, K. D. (2012). Composição Florística e Fitossociologia de um Fragmento de Caatinga em Monteiro, Paraíba. Holos, 6, 73-87. https://doi.org/10.15628/holos.2012.1188
Pereira Neto, M. C. (2024). Fitogeografia da Caatinga no núcleo de desertificação do Seridó (Brasil). Revista do Departamento de Geografia, 44, 1-15. https://doi.org/10.11606/eISSN.2236-2878.rdg.2024.205638
Queiroz, J. A., Trovão, D. M. B. M., Oliveira, A. B., & Oliveira, E. C. S. (2006). Análise da Estrutura Fitossociológica da Serra do Monte, Boqueirão, Paraíba. Revista de Biologia e Ciências da Terra, 6 (1), 251-259.
Queiroz, L. P. (2009). Leguminosas da caatinga. Feira de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana. 467p.
Ramalho, C. I., Andrade, A. P., Félix, L. P., Lacerda, A. V., & Maracajá, P. B. (2009). Flora arbóreo-arbustiva em áreas de Caatinga no semiárido baiano, Brasil. Revista Caatinga, 22(3), 182-190. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=237117837028
Reis, D. O., Mendonça, D. A., & Fabricante, J. R. (2022). Levantamento florístico e fitossociológico do estrato arbustivo-arbóreo de uma área de Caatinga em Pernambuco, Brasil. Journal of Environmental Analysis and Progress, 7(1), 041-051. https://doi.org/10.24221/jeap.7.01.2022.4540.041-051
Rodal, M. J. N., Costa, K. C. C., & Silva, A. C. B. L. (2008b). Estrutura da Vegetação Caducifólia Espinhosa (Caatinga) de uma área do sertão central de Pernambuco. Hoehnea, 35(2), 209-217. https://doi.org/10.1590/S2236-89062008000200004
Rodal, M. J. N., Martins, F. R., Sampaio, E. V. S. B. (2008a). Levantamento quantitativo das plantas lenhosas em trechos de vegetação de caatinga em Pernambuco. Revista Caatinga, 21(3), 192-205. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=237117546030
Rodal, M. J. N., Sampaio, E. V. S. B., & Figueiredo, M. A. (2013). Manual sobre métodos de estudos florístico e fitossociológico: ecossistema caatinga. Brasília: SBB.
Sabino, F. G. S., Cunha, M. C. L., & Santana, G. M. (2016). Estrutura da Vegetação em Dois Fragmentos de Caatinga Antropizada na Paraíba. Floresta Ambient, 23(4), 487-497. https://doi.org/10.1590/2179-8087.017315
Santana, J. A. S., Santana Júnior, J. A. S., Barreto, W. S., & Ferreira, A. T. S. (2016). Estrutura e distribuição espacial da vegetação da Caatinga na Estação Ecológica do Seridó, RN. Pesquisa Florestal Brasileira, 36(88), 355-361. https://doi.org/10.4336/2016.pfb.36.88.1002
Santana, J. A. S., Zaccharias, A. F. S., Silva, A. B., Freire, A. S. M., & Zaccharias, E. G. (2021). Florística, Fitossociologia e Índices de Diversidade da Caatinga em Assentamento Rural no Rio Grande do Norte, Brasil. Biodiversidade Brasileira, 11(1), 1-13. https://doi.org/10.37002/biobrasil.v11i1
Santos, D. S., & Jerônimo, C. E. M. (2013). Levantamento florístico do município de Pedra Preta-RN: subsídios para empreendimentos futuros. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 15(15), 2925-2934. http://dx.doi.org/10.5902/223611708674
Santos, W. S., Souza, M. P., Nóbrega, G. F. Q., Medeiros, F. S., Alves, A. R., & Holanda, A. C. (2017b). Caracterização florístico-fitossociológica do componente lenhoso em fragmento de caatinga no município de Upanema-RN. Nativa, 5(2). 85-91. https://doi.org/10.31413/nativa.v5i2.4171
Santos, W. S., Souza, M. P., Santos, W. S., Medeiros, F. S., & Alves, A. R. (2017a). Estudo fitossociológico em fragmento de caatinga em dois estágios de conservação, Patos, Paraíba. Agropecuária Científica no Semiárido, 13(4), 305-321. http://dx.doi.org/10.30969/acsa.v13i4.927
Silva, A. C. O., & Albuquerque, U. P. (2005). Woody medicinal plants of the caatinga in the state of Pernambuco (Northeast Brazil). Acta Botanica Brasilica, 19(1), 17-26. https://doi.org/10.1590/S0102-33062005000100003
Silva, D. F. N. (2017). Fitossociologia em Relação as Propriedades do Solo e Índices de vegetação em Área de Caatinga, Pernambuco. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal Rural de Pernambuco].
Silva, F. T., Chaves, A. D. C. G., Almeida, R. R. P., Medeiros, A. C., & Maracaja, P. B. (2018). Phytosocytological and Floristic Analysis of Caatinga Biome in Aparecida, PB, Brazil. Journal of Agroindustry Sistems, 1(1), 11-23. https://doi.org/10.18378/2018.v1i01.2
Silva, L. N. A., Rocha, S. C. S.. Silva, C., Silva, M. J. N., & Souza, C. S. (2024). Inventário Fitossociológico do Bioma Caatinga na Cidade de Encanto/RN. Agropecuária Científica No Semiárido, 20(2), 90-93. https://doi.org/10.30969/n7ewca83
Silva, L. S., Alves, A. R., Nunes, A. K. A., Macedo, W. S., & Martins, A. R. (2015). Florística, Estrutura e Sucessão Ecológica de um Remanescente de Mata Ciliar na Bacia do Rio Gurguéia-PI. Nativa, (3),3. https://doi.org/10.31413/nativa.v3i3.2287
Silva, L. S., Macedo, R. S., & Sousa, W. (2022a). Diversidade florística entre fragmentos de Caatinga, Piauí, Brasil. Diversitas Journal, 7(2). https://doi.org/10.48017/dj.v7i2.1865
Silva, L. S., Martins, A. R., Garcia, T. A. S., Teixeira, R. S., & Salomão, N. V. (2022b). Fragmentos de Caatinga são florística e estruturalmente similares?. Revista Brasileira de Geografia Física, 15(06), 3202-3211. https://doi.org/10.26848/rbgf.v15.6.p3202-3211
Silva, L. S., Costa, T. R., Salomão, N. V., Alves, A. R., Santos, T. R., & Machado, E. L. M. (2020). Mudanças temporais na estrutura vegetacional de um fragmento de Caatinga, sul do Piauí. Scientia Plena, 16(2), 1-12. https://doi.org/10.14808/sci.plena.2020.020203
Silva, N. L., Santos, A. A. L., Silva, L. G., Silva, C. R., Brandão, C. F. L. S., & Longhi, R. V. (2022). Estrutura e diversidade da regeneração arbórea em uma área recuperada na região metropolitana de Maceió-Alagoas, Brasil. Advances in Forestry Science, 9(1), 1661-1673. https://doi.org/10.34062/afs.v9i1.11948
Silva, S. O., Ferreira, R. L. C., & Silva, J. A. A. (2012). Regeneração Natural em um Remanescente de Caatinga com Diferentes Históricos de Uso no Agreste Pernambucano. Revista Árvore, 36(3), 441-450. https://doi.org/10.1590/S0100-67622012000300006
Sousa, C. A., Alves, L. C., de Moura, J. D. R., Moura Júnior, E.G., & Pifano, D. S. (2022). Fitossociologia e Diversidade do Componente Arbustivo-Arbóreo de uma Área de Reserva Legal da Caatinga. Acta Biologica Brasiliensia, 5(2), 88–104. https://doi.org/10.18554/acbiobras.v5i2.7226
Souza, G. F., & Medeiros, J. F. (2013). Fitossociologia e Florística em áreas de caatinga na Microbacia hidrográfica do Riacho Cajazeiras – RN. Geotemas, 3(1), 161-176. https://periodicos.apps.uern.br/index.php/GEOTemas/article/view/484
Souza, J. A. N., & Rodal, M. J. N. (2010). Levantamento florístico em trecho de vegetação ripária de caatinga no rio Pajeú, floresta, Pernambuco-Brasil. Revista Caatinga, 23(4), 54-62. https://periodicos.ufersa.edu.br/caatinga/article/view/1695
Souza, M. P., Coutinho, J. M. C. P., Silva, L. S., Amorim, F. S., & Alves, A. R. (2017). Composição e estrutura da vegetação de caatinga no sul do Piauí, Brasil. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, 12(2), 210-217. http://dx.doi.org/10.18378/rvads.v12i2.4588
Souza, M. R., Ferreira, M. B., Sousa, G. G., & Alves, A. R. (2020). Caracterização florística e fitossociológica do componente lenhoso de um fragmento florestal de Caatinga em Serra do Mel, Rio Grande do Norte, Brasil. Nativa, 8(3), 329-335. http://dx.doi.org/10.31413/nativa.v8i3.9136
SpeciesLink. (2024). Centro de Referência em Informação Ambiental – CRIA. http://splink.cria.org.br/tools?criaLANG=pt
Tabarelli, M., Leal, I. R., Scarano, F. R., & Silva, J. M. C. (2018). Caatinga: legado, trajetória e desafios rumo à sustentabilidade. Ciência e Cultura, 70(4), 25-29. http://dx.doi.org/10.21800/2317-66602018000400009
Trovão, D. M. B. M., Freire, A. M., & Melo, J. I. M. (2010). Florística e Fitossociologia do Componente lenhoso da mata ciliar do riacho de Bodocongó, Semiárido Paraibano. Revista Caatinga, 23(2), 78-86. https://periodicos.ufersa.edu.br/caatinga/article/view/1652/4571
Vasconcelos, A. D. M., Henriques, I. G. N., Souza, M. P., Santos, W. S., & Ramos, G. G. (2017). Caracterização florística e fitossociológica em área de Caatinga para fins de manejo florestal no município de São Francisco-PI. Agropecuária Científica no Semiárido, 13(4), 329-337. http://dx.doi.org/10.30969/acsa.v13i4.967
Vasconcelos, A. D. M., Souto, P. C., Leite, A. P., Guedes, A. F., Nunes, V. H., Justino, S. T. P., Silva, R. M., Ramos, G. G., Souto, J. S., & Oliveira, R. J. (2020). Espécies da caatinga para uso em cortinas de segurança contra incêndios florestais. Revista Ibero Americana de Ciências Ambientais, 11(4), 1-20. http://doi.org/10.6008/CBPC2179-6858.2020.004.0001
Vieira, L. T., Castro, A. A., Coutinho, J. M., de Sousa, S. R., de Farias, R. R., Castro, N. M., & Martins, F. R. (2019). A biogeographic and evolutionary analysis of the flora of the North-eastern cerrado, Brazil. Plant Ecology & Diversity, 12(5), 475-488. https://doi.org/10.1080/17550874.2019.1649311
Vital, M. J. L., Alves, G. C. P., Silva, A.A., & Oliveira, M. S. G., (2021). Levantamento florístico na Caatinga: comparação entre uma área preservada e uma área degradada no Sertão Pernambucano. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 10(12), 1-9. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i12.20153
Vítovcová, K., Lipárová, J., Manukjanová, A., Vasutová, M., Vrba, P., & Prach, K. (2022). Biodiversity restoration of formerly extracted raised bogs: vegetation succession and recovery of other trophic groups. Wetlands Ecology and Management, 30(2), 207-237. https://doi.org/10.1007/s11273-021-09847-
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 José Carlos de Carvalho Arraes, Claudeson de Oliveira Velozo, Fábio José Vieira, Gonçalo Mendes da Conceição

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






