Literature review on the knowledge of the use of medicinal plants in the health care of brazilian quilombola women
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.2.p1326-1350Palavras-chave:
Bibliographic review, Ethnobotanical study, Women’s health, Ethnomedicine, Afro-descendent communities.Resumo
Esta revisão examina o conhecimento popular sobre plantas medicinais relacionadas à saúde da mulher entre os “quilombolas” brasileiros (comunidades afrodescendentes). Foram coletados dados secundários de 24 artigos publicados entre 2000 e 2021 que abordavam diretamente o conhecimento tradicional em comunidades quilombolas, e analisamos as frequências relativas de citação (FRCi), bem como a riqueza e semelhanças de espécies medicinais entre os diferentes biomas em que os quilombolas comunidades foram estabelecidas. O software “EthnobotanyR” foi utilizado para analisar as distribuições das frequências de uso de espécies medicinais utilizadas na assistência à saúde da mulher entre essas comunidades. Foi construído um banco de dados com informações referentes a 117 espécies medicinais utilizadas para a saúde da mulher nas 40 comunidades quilombolas estabelecidas na Caatinga (49 spp.), Mata Atlântica (44 spp.), Cerrado (29 spp.) e Amazônia (26 spp.) biomas. As espécies com maiores valores de FRCi foram Ruta graveolens (0,4) e Dysphania ambrosioides (0,16), ambas plantas exóticas amplamente cultivadas e utilizadas no Brasil. O presente estudo mostrou grandes indicações dos usos tradicionais de plantas medicinais para o tratamento de problemas de saúde em mulheres, principalmente para infecções e/ou inflamações vaginais e uterinas, mas também para o tratamento de condições adicionais de gravidez ou pós-parto. No entanto, serão necessários estudos adicionais para examinar mais de perto as propriedades benéficas dessas plantas, bem como quaisquer riscos potenciais que possam oferecer à saúde das mulheres.
Downloads
Referências
Ahmed, S.M., Nurding, H., Sundby, J., Aragaw, Y.A., de Boer, H.J., 2018. The use of medicinal plants by pregnant women in Africa: a systematic review. Journal of Ethnopharmacol 224, 224- 313. https://doi.org/10.1016/j.jep.2018.05.032
Albuquerque, U.P., 2001. The use of medicinal plants by the cultural descendants of African people in Brazil, Acta Farmaceutica Bonaerense20, 139-183. http://www.latamjpharm.org/trabajos/20/2/LAJOP_20_2_1_9_X1A9PM770Z.pdf
Amorozo, M.C.M., 2002. Uso e diversidade de plantas medicinais em Santo Antônio do Leverger, MT. Acta Botanica Brasilica 16, 189–203. https://doi.org/10.1590/S0102-33062002000200006
Ávila, J.V.C., Zank, S., Valadares, K.M. de O., Maragno, J.M., Hanazaki, N., 2015. The Traditional knowledge of quilombola about plants: does urbanization matter? Ethnobotany Research e Applications 14, 453–462. http://dx.doi.org/10.17348/era.14.0.453-462
Begossi, A., Hanazaki, N., Tamashiro, J.Y., 2002. Medicinal plants in the Atlantic Forest (Brazil): knowledge, use and conservation. Human Ecology 30, 281–299. http://www.jstor.org/stable/4603435
Brasil, 2004. Política Nacional de Atenção integral à saúde da mulher, princípios e diretrizes. Ministério da Saúde, Brasília. https://conselho.saude.gov.br/ultimas_noticias/2007/politica_mulher.pdf
Brasil, 2018. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Consulta Pública no 533. Ministério da Saúde, Brasília. http://portal.anvisa.gov.br/documents/10181/4311647/CONSULTA+P%C3%9ABLI-CA+N%C2%BA+533+GPROR.pdf/def15aee-f58b-4b43-b5e-1-fbea567febff.
Brasil, 2021. Informações Sistematizadas da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS: Ruta graveolens L. (Arruda). Ministério da Saúde, Brasília. https://fitoterapiabrasil.com.br/sites/default/files/documentosoficiais/ruta_graveolens_2021.pdf
Brito, S.F., Evangelista, A.W.L., 2020. Plantas medicinais utilizadas na comunidade de Campo Preto, Arneiroz, Ceará. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável 15, 434–441. https://doi.org/10.18378/rvads.v15i4.8170
Campos, P.S.S., Correia, R., Marisco, G., 2020. Plantas medicinais utilizadas por quilombolas na gestação e lactação, e riscos no uso indiscriminado. Revista Contexto e Saúde 20, 236–243. https://doi.org/10.21527/2176-7114.2020.40.236-243
CIAP, 2009. Classificação Internacional de Atenção Primária, 2nd ed. Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Florianópolis. http://www.sbmfc.org.br/wpcontent/uploads/media/file/CIAP%202/CIAP%20Brasil_atualizado.pdf
Duniau, M.M., 2003. Plantas Medicinais da Magia à Ciência. BRASPORT, Rio de Janeiro.
Edris A.E., 2007. Pharmaceutical and Therapeutic Potentials of Essential Oils and Their Individual Volatile Constituents: A Review, Phytotherapy Research, 21, 308-321. doi: 10.1002/ptr.2072.
Ferreira, L.R., Tavares-Martins, A.C.C., Palheta, I.C., 2017. Aspectos etnofarmacológicos e fitoquímicos de Aeollanthus suaveolens Mart. Ex Spreng., in: Alfaro, A.T.S., Trojan, D.G. (Eds.), Ciências Ambientais e o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia. Atena, Curitiba, pp. 77–88.
Flora e Funga do Brasil. 2023. http://floradobrasil.jbrj.gov.br/. 03 Mar. 2023.
Fundação Cultural Palmares. 2023. https://www.gov.br/palmares/pt-br. 03. Mar. 2023.
Gomes, T.B., Bandeira, F.P.S., 2012. Uso e diversidade de plantas medicinais em uma comunidade quilombola no Raso da Catarina, Bahia, Acta Botanica Brasilica 26, 796-809. https://doi.org/10.1590/S0102-33062012000400009
Google Scholar. 2023. https://scholar.google.com.br/?hl=pt. 03 Mar. 2023.
Guimarães, B.O., Oliveira, A.P., Morais, I.L., 2019. Medicinal plants of popular use in the Quilombola community of Piracanjuba - Ana Laura, Piracanjuba, Go. Fronteiras 8, 196–220. https://doi.org/10.21664/2238-8869.2019v8i3.p196-220
Hair, J., Black, W., Babin, B., Tatham, R., 2009. Análise multivariada de dados. Artmed, Porto Alegre.
Hanazaki, N., Tamashiro, J.Y., Leitão Filho, H.F., Begossi, A., 2000. Diversity of plant uses in two Caiçara communities from the Atlantic Forest coast, Brazil. International Journal of Biodiversity and Conservation 9, 597-615. https://ecoh.paginas.ufsc.br/files/2011/12/Hanazakietal2000.pdf
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2023. Biomas. https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/informacoes-ambientais/15842-biomas.html. 03 Mar. 2023.
Johnson, R.A., Wichern, D.W., 2007. Applied multivariate statistical analysis. Pearson Prentice Hall.
Kaingu, C.K., Oduma, J.A., Kanui, T.I., 2011. Practices of traditional birth attendants in Machakos District, Kenya. Journal of Ethnopharmacol 137, 495–502. https://doi.org/10.1016/j.jep.2011.05.044
Kamatenesi-Mugisha, M., Oryem-Origa, H., 2007. Medicinal plants used to induce labour during childbirth in western Uganda. Journal of Ethnopharmacol 109, 1–9. https://doi.org/10.1016/j.jep.2006.06.011
Kannan, R., Babu, U. V., 2012. Identity and pharmacognosy of Ruta graveolens Linn. Ancient. Science Life 32, 16–19. https://doi.org/10.4103/0257-7941.113792
LILACS -– Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da saúde. 2023. https://lilacs.bvsalud.org/. 03 Mar. 2023.
Lisboa, M.S., Pinto, A.S., Barreto, P.A., Ramos, Y.J., Silva, M.Q.O.R., Caputo, M.C., Almeida, M.Z., 2017. Estudo Etnobotânico em Comunidade Quilombola Salamina/Putumujú em Maragogipe, Bahia. Revista Fitos 11, 48–61. https://doi.org/10.5935/2446-4775.20170006
Lorenzi, H., Matos, F.J., 2008. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odess, São Paulo.
Löwenberg-Neto, P., 2010. Conservação da biodiversidade e biogeografia histórica, in: Carvalho, C.J.B., Almeida, E.A.B. (Eds.), Biogeografia da América do Sul: padrões e processos. Roca, São Paulo, pp. 186-196.
Marques, C.F., Benvegnú, V.C., Erice, A.S., Carli, A.P., 2015. As mulheres e as planta medicinais: reflexões sobre o papel do cuidado e suas implicações. Revista Retratos de Assentamentos 8, 155-182. https://doi.org/10.25059/2527-2594/retratosdeassentamentos/2015.v18i1.186
MEDLINE – Sistema Online de Busca e Análise de Literatura Médica. 2023. http://bases.bireme.br/cgibin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xisebase=MEDLINEelang=peform=B. 03 Mar. 2023.
Monteles, R., Pinheiro, C.U., 2007. Plantas medicinais em um quilombo maranhense: uma perspectiva etnobotânica. Revista de Biologia e Ciências da Terra 7, 38–48. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=50007205
Mota, R.S., Dias, H.M., 2012. Quilombolas e recursos florestais medicinais no sul da Bahia, Brasil. Interações 13, 151–159. https://doi.org/10.1590/S1518-70122012000200002
Nascimento, J.M., Conceição, G.M., 2011. Plantas medicinais e indicações terapêuticas da comunidade quilombola Olho D’Água do Raposo, Caixas, Maranhão, Brasil. Revista de Biologia e Farmácia 6, 138–151. http://plone.ufpb.br/nephf/contents/documentos/artigos/fitoterapia/plantas-medicinaise-indicacoes-terapeuticas-da-comunidadequilombola-olho-dagua-do-raposo-caxias-maranhao-brasil.pdf
Nascimento, J.S., Carvalho, I.O., Parreira, M.C., Xavier Júnior, S.R., Almada, D.A., Ferreira, W.M., Melo, T.V., 2020. Aspectos etnobotânicos da fitoterapia popular na comunidade quilombola Conceição de Mirindeua, Moju-PA. Revista Brasileira de Agropecuária Sustentável 10, 92–103. https://doi.org/10.21206/rbas.v10i1.9609
Oliveira, A.P.C., 2016. O conhecimento tradicional sobre plantas medicinais no âmbito da saúde da mulher: uma perspectiva no contexto do produto tradicional fitoterápico. Revista Fitos 10, 28–31. https://doi.org/10.5935/2446-4775.20160043
Oliveira, L.B., Osti, P.A., Martinho, N.J., 2020. Ações de prevenção de doenças e cuidados com a saúde, quilombolas Nossa Senhora do Livramento, Mato Grosso, Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde 22, 15–22. https://doi.org/10.47456/rbps.v22i3.27899
Organização Mundial da Saúde. 2023. https://www.paho.org/pt/topics/violence-against-women. 22. Mar. 2023.
Ososki, A.L., Balick, M.J., Daly, D.C., 2007. Medicinal Plants and Cultural Variation across Dominican Rural, Urban, and Transnational Landscapes, in: Pieroni, A., Vandebroek, I. (Eds.), Traveling Cultures and Plants: The Ethnobiology and Ethnopharmacy of Human Migrations. Berghahn Books, New York, pp. 14-38. https://doi.org/10.1515/9780857455789-003
Paiva, K.O., Oliveira, G.L., Farias, D.F.A., Muller, T.S., 2017. Plantas medicinais utilizadas em transtornos do sistema geniturinário por mulheres ribeirinhas, Caravelas, Bahia. Revista Fitos 11, 92–98. https://doi.org/10.5935/2446-4775.20170019
Pasa, M.C., David, M., Fiebig, G.Á., Nardez, T.M.B., Maziero, E.L., 2015. A etnobotânica na comunidade quilombola em Nossa Senhora do Livramento, Mato Grosso, Brasil. Biodiversidade 14, 2–18. https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/biodiversidade/article/view/2889
Pasa, M.C., Hanazaki, N., Silva, O.M.D., Agostinho, A.B., Zank, S., Esteves, M.I.P.N, 2019. Medicinal plants in cultures of Afro-descendant communities in Brazil, Europe and Africa. Acta Botânica Brasílica, 33, 340-349. doi: 10.1590/0102-33062019abb0163
Pereira, L., Lima, R.S., Guimarães, E.F., Almeida, M.Z., Monteiro, E.C., 2007. Plantas medicinais de uma comunidade quilombola na Amazônia Oriental: Aspectos utilitários de espécies das famílias Piperaceae e Solanaceae. Revista Brasileira de Agroecologia 2, 1385–1388. https://revistas.aba-agroecologia.org.br/cad/article/view/2759/2392
Pereira, M.G., Coelho-Ferreira, M., 2017. Uso e diversidade de plantas medicinais em uma comunidade quilombola na Amazônia Oriental, Abaetetuba, Pará. Biota Amazônia 7, 57–68. https://doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v7n3p57-68
Portal Periódicos CAPES. 2023. http://www.periodicos.capes.gov.br/. 03 Mar. 2023.
Resources of Tropical Africa. 2023. https://www.prota.org/. 03 Mar. 2023.
Rodrigues, E., Carlini, E.L.A., 2003. Levantamento etnofarmacológico realizado entre um grupo de quilombolas do Brasil. Arquivos Brasileiros de Fitomedicina Científica 1, 80–87. https://www.researchgate.net/publication/267416881_Levantamento_etnofarmacologico_realizado_entre_um_grupo_de_quilombolas_do_Brasil
Sales, G.P.S., Albuquerque, H.N., Cavalcanti, M.L.F., 2009. Estudo do uso de plantas medicinais pela comunidade quilombola Senhor do Bonfim–Areia-PB. Revista de Biologia e Ciências da Terra Suplemento Especial, 31–36. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=50026200002
Santa Rosa, P.L.F., Hoga, L.A.K., Santana, M.F., Silva, P.A.L., 2014. Use of medicinal plants by black women: ethnography study in a low-income community. Revista da Escola de Enfermagem 48, 45–52. https://doi.org/10.1590/S0080-623420140000600007
Santana, B.F., Voeks, R., Funch, L.S., 2016. Ethnomedicinal survey of a maroon community in Brazil’s Atlantic tropical forest. Journal of Ethnopharmacol 181, 37–49. https://doi.org/10.1016/j.jep.2016.01.014
Santos, T.A.C., Barros, F.B., 2017. Each person has a science of planting: plants cultivated by quilombola communities of Bocaina, Mato Grosso State, Brazil. Hoehnea 44, 211–235. https://doi.org/10.1590/2236-8906-37/2016
Santos, F.S., Santos, J.J.S., Costa, L.A.F. da, Silva, W. dos S., Oliveira, M.F., 2020. “Prefiro plantas do que remédios”: o uso de plantas para fins medicinais no território quilombola Cajá dos Negros, em Batalha-Alagoas. Diversitas Journal 5, 235–248. https://doi.org/10.17648/diversitas-journal-v5i1-1009
SciELO – Scientific Electronic Library Online. 2023. https://scielo.org/. 03 Mar. 2023.
Science Direct. 2023. https://www.sciencedirect.com/. 03 Mar. 2023.
Scoles, R., 2006. Sabiduria popular y plantas medicinales: el ejemplo de la comunidad negra de Itacoã, Acará, Pará. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Ciências Naturais 1, 79–102. https://doi.org/10.46357/bcnaturais.v1i2.744
Scopus. 2023. https://www.scopus.com/home.uri. 03 Mar. 2023.
Silva, A.C., Lobato, F.H.S., Ravena-Canete, V., 2019. Plantas medicinais e seus usos em um quilombo Amazônico: o caso da comunidade quilombola do Abacatal, Ananindeua (PA). Revista NUFEN: Phenomenology and interdisciplinarity 11, 113–136. https://doi.org/10.26823/RevistadoNUFEN.vol11.no03artigo61
Silva, J.S., 2019. Saber tradicional etnobotânico na comunidade quilombola do Cedro no Sudeste de Goiás. Extensão Rural 26, 17–36. https://doi.org/10.5902/2318179634928
Silva, N.C., Regis, A.C., Almeida, M.Z., 2012. Estudo etnobotânico em comunidades remanescentes de quilombo em Rio de Contas – Chapada Diamantina - Bahia. Revista Fitos 7, 99–109. https://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/143
Silva, N.C.B., Regis, A.C.D., Esquibel, M.A., Santos, J. do E.S., Almeid, M.Z., 2012. Uso de plantas medicinais na comunidade quilombola da Barra II, Bahia. Boletin Latinoamericano y del Caribe de plantas medicinales y aromáticas 11, 435–453.
Silva, R.B.L., Freitas, J.L., Ubiratan, J.M.S., Souto, R.N.P., 2013. Caracterização agroecológica e socioeconômica dos moradores da comunidade quilombola do Curiaú, Macapá-AP, Brasil. Biota Amazônia 3, 113–138. https://www.redalyc.org/pdf/856/85624131006.pdf
Simionatto, E., Porto, C., Stuker, C.Z., Dalcol, I.I., Silva, U.F., 2007. Chemical composition and antimicrobial activity of the essential oil from Aeolanthus suaveolens MART. ex Spreng. Química Nova 30, 1923–1925. https://doi.org/10.1590/S0100-40422007000800024
Toriani, A.L.T., Oliveira, L., 2006. Ruta graveolens L. (arruda) - O conhecimento e suas particularidades. Espírita, Curitiba.
Tropicos.2023. https://www.tropicos.org/. 23. Mar. 2023.
Valeriano, F.R., Savani, F.R., Silva, M.R.V., Baracho, I.P.S., Santos, M.S.C., Braga, J.A., 2020. Uso de plantas medicinais na comunidade quilombola do Veloso, povoado de Pitangui –MG. Brazilian Journal of Development 6, 100701–100718. https://doi.org/10.34117/bjdv6n12-529
Vandebroek, I., Balick, M.J., 2012. Globalization and loss of plant knowledge: Challenging the paradigm. PLoS One 7, e37643. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0037643
Vardeman, E., Vandebroek, I., 2021. Caribbean Women’s Health and Transnational Ethnobotany. Economic Botany 76, 205–222. https://doi.org/10.1007/s12231-021-09526-3
Voeks, R., Rashford, J., 2013. African Ethnobotany in the Americas. Springer, New York.
Voeks, R., 2017. Ethnobotany, in: International Encyclopedia of Geography. John Wiley e Sons, Fullerton, pp. 1–4.
Whitney, C.W., Bahati, J., Gebauer, J., 2018. Ethnobotany and agrobiodiversity: Valuation of plants in the homegardens of southwestern Uganda. Ethnobiology Letters 9, 90–100. https://doi.org/10.14237/ebl.9.2.2018.503
Yazbek, P.B., Matta, P., Passero, L.F., Santos, G.D., Braga, S., Assunção, L., Sauini, T., Cassas, F., Garcia, R.J.F., Honda, S., Barreto, E.H.P., Rodrigues, E., 2019. Plants utilized as medicines by residents of quilombo da Fazenda, Núcleo Picinguaba, Ubatuba, São Paulo, Brazil: A participatory survey. Journal of Ethnopharmacology 244, 1–12. https://doi.org/10.1016/j.jep.2019.112123
Yazbek, P.B., Tezoto, J., Cassas, F., Rodrigues, E., 2016. Plants used during maternity, menstrual cycle and other women’s health conditions among Brazilian cultures. Journal of Ethnopharmacology 179, 310- 331. https://doi.org/10.1016/j.jep.2015.12.05
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 Dyana Joy Santos-Fonseca, Márlia Coelho-Ferreira

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






