Análise espacial e perfil epidemiológico da hanseníase como subsídio para identificação de riscos e vulnerabilidades socioambientais em Rondônia, BR
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v14.3.p1513-1529Palavras-chave:
Doenças Negligenciadas, Mycobacterium leprae, Saúde Pública, EpidemiologiaResumo
A hanseníase é uma doença antiga, e sempre foi estigmatizada devido às sequelas que causam nos portadores, bem como, sua origem socioeconômica e cultural. Dada à complexidade epidemiológica da hanseníase, conhecer a espacialidade da doença e sua relação com fatores sociais, culturais e ambientais pode subsidiar o planejamento de novas ações para políticas públicas de saúde. A partir de técnicas de análise espacial e Modelos Lineares Generalizados (GLMs) o objetivo foi descrever o perfil epidemiológico dos portadores e realizar a análise espacial da hanseníase no estado do Rondônia, relacionando com variáveis socioambentais. Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo, transversal, envolvendo os casos de hanseníase, no período de 2017, nos municípios de Rondônia, com dados provenientes do Sistema de Informática em Saúde do Sistema Único de Saúde (DATASUS, 2019). No ano de 2017, foram 575 notificações, com 95,3% com 15 anos ou mais, o sexo masculino teve uma prevalência maior com 58,1%. O modo de entrada do paciente no sistema de assistência à saúde foi maior na categoria "caso novo" (81,9%). Entre os 52 municípios de Rondônia, apenas 11,5% (6) municípios não apresentaram casos. A forma Dimorfa foi a mais frequente (59,3% de incidência), com registros em 39 municípios. Os modelos lineares indicaram relação entre as formas da doença e o número de casos com as variáveis demográficas e socioeconômicas analisadas: analfabetismo, renda média, destinação sanitária e cobertura da atenção básica em saúde.
Spatial analysis and epidemiological profile of leprosy as a subsidy for identifying socio-environmental risks and vulnerabilities in Rondônia, BR
A B S T R A C T
Leprosy is an old disease, and has always been stigmatized due to the sequelae it causes to its carriers, as well as its socioeconomic and cultural origin. Given the epidemiological complexity of leprosy, knowing the spatiality of the disease and its relationship with social, cultural and environmental factors can support the planning of new actions for public health policies. Using spatial analysis techniques and Generalized Linear Models (GLMs), the objective was to describe the epidemiological profile of patients and to carry out the spatial analysis of leprosy relating to socio-environmental variables in the state of Rondônia. This is a quantitative, descriptive, cross-sectional study, involving leprosy cases, in the period of 2017, in the municipalities of Rondônia, with data from the Health Informatics System of the Unified Health System (DATASUS, 2019). In the year 2017, there were 575 notifications, with 95.3% aged 15 years or older, males had a higher prevalence with 58.1%. The mode of entry of the patient into the health care system was higher in the "new case" category (81.9%). Among the 52 municipalities in Rondônia, only 11.5% (6) municipalities did not present any cases. The Dimorfa form was the most frequent (59.3% incidence), with records in 39 municipalities. The generalized linear models indicated a relationship between the forms of the disease and the number of cases with the demographic and socioeconomic variables analyzed: illiteracy, average income, sanitary destination, primary health care.
Keywords: Neglected Diseases; Mycobacterium leprae; Public health; Epidemiology.
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