Rio Amazonas, processo erosivo e as consequências ambientais na cidade de Parintins-Am-Brasil.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.6.p4447-4456

Palavras-chave:

EROSION, RIVER, AMAZON, URBAN

Resumo

 O rio Amazonas tem uma enorme descarga líquida com descomunal volume de água que atinge suas frágeis margens de composição argilo-arenosas, caso da cidade de Parintins. Os terrenos fazem parte da Planície Amazônica e correspondem a várzea do rio Amazonas. Geralmente, as cidades da região Amazônica são cidades ribeirinhas, ficam as margens dos rios. E quando estão localizadas as margens de rios de água branca, como o Amazonas, sofrem com a erosão fluvial ou terras caídas. As causas da erosão fluvial são de origem natural e têm a ver com a hidrodinâmica do rio.  Apesar de ser um processo natural, apresenta destacadas influências antrópicas, sobretudo em áreas urbanizadas. Parintins, por longas décadas, apresenta perda de área em sua orla fluvial. Entre as causas naturais do fenômeno temos: pressão hidráulica, fragilidade do pacote sedimentar, altas precipitações, geometria do canal, posição do talvegue. Por meio de revisão bibliográfica, do uso de observação de campo, medição do canal, imagens de satélites, análises de solo, dados de precipitações, conseguiu-se compreender esse processo erosivo. Os fatores naturais combinados com os fatores humanos (agregadores), explicam o fenômeno das terras caídas ou erosão fluvial das margens da cidade de Parintins. Por conseguinte, ocorre em toda a região Amazônica, em rios de águas branca. E nas margens urbanas, intensificam as consequências sociais e econômicas as populações ribeirinhas.

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Biografia do Autor

Sr. Antônio, Universidade de Coimbra

Professor com agregação do curso de Geografia da Universidade de Coimbra-Portugal

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Publicado

2025-10-29

Como Citar

Marinho dos Santos, A. S., & ´Campar de Almeida, A. (2025). Rio Amazonas, processo erosivo e as consequências ambientais na cidade de Parintins-Am-Brasil. Revista Brasileira De Geografia Física, 18(6), 4447–4456. https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.6.p4447-4456

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