Zoneamento agrogeológico do Chapadão Urucuia e seu entorno.
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.07.p5454-5473Palavras-chave:
Agrogeologia, Agromineral, Remineralizadores, Reatividade, SustentabilidadeResumo
A crescente demanda por fontes alternativas de nutrientes para o solo destaca a urgência de mitigar os impactos do manejo agrícola convencional e promover a sustentabilidade na agricultura. No Brasil, essa necessidade é acentuada pela dependência de insumos importados e pela volatilidade do mercado internacional. Este estudo investigou o Chapadão Urucuia, no oeste da Bahia, uma região estratégica para a produção de grãos, e áreas adjacentes em um raio de 300 km, com o objetivo de identificar fontes minerais de fósforo, potássio, cálcio e magnésio. Foram elaborados quatro mapas temáticos que evidenciam a distribuição dos agrominerais potenciais e suas reatividades, destacando a capacidade das rochas em liberar nutrientes de forma eficiente para o solo. Duas áreas promissoras foram identificadas: o Complexo Metacarbonatítico de Angico dos Dias, em Campo Alegre de Lourdes/BA, como fonte de fósforo (10,8% de P₂O₅), e o Grupo Rio Preto, em Formosa do Rio Preto/BA, como fonte de potássio (6,0% de K₂O). As análises geoquímicas, mineralógicas e petrográficas confirmaram que os teores de nutrientes dessas rochas atendem aos requisitos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para certificação como remineralizadores. Os resultados ressaltam o elevado potencial da região para suprir, de maneira sustentável, a demanda agrícola local, reforçando a importância da integração entre dados geológicos e agronômicos no desenvolvimento de práticas agrícolas mais eficientes e sustentáveis no oeste baiano.
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