Analysis of agents, inputs and processes linked to the wastewater treatment plant by septic tank followed by constructed wetland for rural communities
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.3.p2023-2044Keywords:
Costs, Bottlenecks, Decentralization, Rural Sanitation, BrazilAbstract
Literature data show the precariousness of access to basic sanitation services, especially in relation to sanitary sewage. Almost half of the Brazilian rural population discharges its effluents through rudimentary septic tanks, which contaminate the environment and generate public health problems. An alternative to minimize the negative impacts of wastewater disposal without prior treatment is the use of the wastewater treatment plant (WWTP) by a septic tank followed by a constructed wetland (ST+CW). The main objective of this work is to look into the costs and possible bottlenecks associated with the implementation, operation and maintenance of WWTP by ST+CW for rural communities, as well as the legal and normative aspects associated with the decentralized rural sewage service in Brazil. Therefore, a literature review was carried out based on exploratory research on the WWTP decentralized by ST+CW in a cluster under the variables: functioning, community characteristics, institutional implementation arrangements, legal and normative aspects, costs and financing. The present study shows that, although the WWTP by ST+CW is a low-cost solution, it is necessary to consider the bottlenecks associated with the provision of the service, in addition to the need for public policies and to discuss regulatory aspects aimed at the expansion of decentralized and efficient.
Downloads
References
Abdallah, M.; Shanableh, A.; Elshazly, D.; Feroz, S., 2020. Techno-economic and environmental assessment of wastewater management systems: Life cycle approach. Environmental Impact Assessment Review 82, 106378. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.eiar.2020.106378 DOI: https://doi.org/10.1016/j.eiar.2020.106378
Agência Brasil, 2022. População rural do Brasil é maior que a apurada pelo IBGE, diz pesquisa. Disponível: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-03/pesquisa-diz-que-populacao-rural-do-brasil-e-maior-que-apurada-pelo-ibge>. Acesso em 07 de janeiro de 2022.
Almomani, F., Khraisheh, M, 2016. Treatment of septic tank effluent using moving-bed biological reactor: kinetic and biofilm morphology. Int. J. Environ. Sci. Technol, 13:1917–1932. Disponível: 10.1007/s13762-016-1039-7 DOI: https://doi.org/10.1007/s13762-016-1039-7
Albuquerque, G, 2011. Estruturas de financiamento aplicáveis ao setor de saneamento básico. BNDES Setorial 34, p. 45-94.
Almeida, R.; Pitaluga, D.; Reis, R., 2010. Tratamento de esgoto doméstico por zona de raízes precedida de tanque séptico. Revista Biociências, UNITAU. Volume 16, número 1. DOI: https://doi.org/10.20396/parc.v1i6.8634488
ANA. Agência Nacional De Águas, 2019. Plano Nacional de Saneamento Básico: O que falta para avançar? Disponível: <https://www.ana.gov.br/noticias-antigas/plano-nacional-de-saneamento-ba-sico-o-que-falta.2019-03-15.4665581007>. Acesso em 15 de janeiro de 2020.
ANA. Agência Nacional De Águas, 2017. Atlas Esgotos – Despoluição de Bacias Hidrográficas. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. – Brasília.
Araújo, R., 2011. O Esgoto Sanitário. In: Nuvolari, A. (Coord). Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. 2ª ed. rev. atualizada e ampl. São Paulo: Blucher, 565 p.
ABNT. Associação Brasileira De Normas Técnicas, 1993. NBR 7229: Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos. Rio de Janeiro.
ABNT. Associação Brasileira De Normas Técnicas, 1997. NBR 13969: Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação. Rio de Janeiro.
Baeninger, R, 2016. Desaceleração metropolitana e redistribuição da população. In: XX Encontro Nacional de Estudos Populacionais; Anais... p. 729-772.
Banco Central Do Brasil, 2021. Que é agência de fomento? Disponível: < https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/agenciafomento >. Acesso em 10 de novembro de 2021
Bernal, D.; Restrepo, I.; Grueso-Casquete, S., 2021. Key criteria for considering decentralization in municipal wastewater management. Heliyon 7, e06375 Contents. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.heliyon.2021.e06375. DOI: https://doi.org/10.1016/j.heliyon.2021.e06375
Bezerra, M.; Bacelar, T, 2013. As concepções contemporâneas de ruralidade e suas singularidades no Brasil. In: Concepções da ruralidade contemporânea: as singularidades brasileiras. Carlos Miranda, Heithel Silva (org). Série Desenvolvimento Sustentável v. 21. IICA, Brasília.
Brasil, 2020b. Lei n. 14.026, de 15 de julho de 2020. Atualiza o marco legal do saneamento básico; altera as Leis nº9.984, de 17 de julho de 2000, nº 10.768, de 19 de novembro de 2003, nº 11.107, de 6 de abril de 2005, nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 jul. 2020b. Seção 1.
Brasil, 2007. Lei n. 11.445, de 5 de janeiro de 2007. Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera as Leis nos 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei no 6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 11 jan. 2007. Seção 1.
BRK Ambiental, 2021. Estação de Tratamento de Esgoto. Disponível: <https://blog.brkambiental.com.br/estacao-de-tratamento-de-esgoto/>. Acesso em 9 jun. 2021.
Cabral, S.; Fernandes, A.; Ribeiro, D., 2016. Os Papéis dos Stakeholders na Implementação das Parcerias Público-Privadas no Estado da Bahia. Cad. EBAPE.BR, v. 14, nº 2, Artigo 6, Rio de Janeiro, Abr./Jun. Disponível: http://dx.doi.org/10.1590/1679-395147398 DOI: https://doi.org/10.1590/1679-395147398
Chirisa, I.; Bandauku, E.; Matamanda, A.; Mandisvika, G., 2017. Decentralized domestic wastewater systems in developing countries: the case study of Harare (Zimbabwe). Appl Water Sci, 7:1069–1078. Disponível: 10.1007/s13201-016-0377-4 DOI: https://doi.org/10.1007/s13201-016-0377-4
EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, 2021. Plantio. Disponível em: < https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/tomate/arvore/CONT000fa2qor2r02wx5eo01xezlsmm9anp3.html > Acesso em 10 de novembro de 2021.
Fan, Y.; Wu, X., Shao, L.; Han, M.; Chen, B.; Meng, J.; Wang, P., 2021. Can constructed wetlands be more land efficient than centralized wastewater treatment systems? A case study based on direct and indirect land use. Science of the Total Environment 770, 144841. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2020.144841 DOI: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2020.144841
Freeman, R.; Reed, D., 1983. Stockholders and Stakeholders: A new Perspective on Corporate Governance. CALIFORNIA MANAGEMENT REVIEW Vol. XXV, No.3. DOI: https://doi.org/10.2307/41165018
FUNASA. Fundação Nacional de Saúde, 2019. Programa Nacional de Saneamento Rural. Disponível: <http://www.funasa.gov.br/documents/20182/38564/MNL_PNSR_2019.pdf/08d94216-fb09-468e-ac98-afb4ed0483eb>. Acesso em 20 mar 2021.
FUNASA. Fundação Nacional de Saúde, 2015. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Saneamento. 4. ed. Brasília, 642 p.
Gallo, E.; Setti, A.; Magalhães, D.; Machado, J.; Buss, D.; Franco Netto, F.; Buss, P., 2012. Saúde e Economia Verde: desafios para o desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. Ciência & Saúde Coletiva, v.17, n.6, p.1457-1468. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-81232012000600010
Garrido, J.; Rocha, W.; Gambrill, M.; Collet, H., 2016. Estudo de modelos de gestão de serviços de abastecimento de água no meio rural no Brasil: Parte I. Relatório principal. Brasília: Banco Mundial.
Gratziou, M.; Tsalkatidou, M.; Kotsovinos, N., 2006. Economic Evaluation Of Small Capacity Sewage Processing Units. Global NEST Journal, Vol 8, No 1, pp 52-60. DOI: https://doi.org/10.30955/gnj.000387
Hube, S.; Wu, B., 2021. Mitigation of emerging pollutants and pathogens in decentralized wastewater treatment processes: A review. Science of the Total Environment 779, 146545. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.146545. DOI: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.146545
IFG. Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Goiás, 2015. Wetland construído no tratamento de esgoto. Disponível < http://w2.ifg.edu.br/goiania/index.php/component/content/article/1-latest-news/3296-wetland-construido-no-tratamento-de-esgoto >. Acesso em 09 de novembro de 2021.
Jordão, E.; Pessoa, C, 2014. Tratamento de Esgotos Domésticos. 4. ed, ABES.
Kadlec, R. H.; Wallace, S. D., 2009. Treatment wetlands. 2. ed. Boca Raton, FL.: CRC Press.
Kaick, T. S.V; Macedo, C. X.; Presznhuk, R. A., 2008. Jardim Ecológico – Tratamento de Esgoto por Zona de Raízes: Análise e Comparação da Eficiência de uma Tecnologia de Saneamento Apropriada e Sustentável. VI Semana de estudos Ambientais, UNICENTRO, Irati, PR.
Khalil, M.; Liu, Y., 2021. Greywater biodegradability and biological treatment technologies: A critical review. International Biodeterioration & Biodegradation 161, 105211. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.ibiod.2021.105211. DOI: https://doi.org/10.1016/j.ibiod.2021.105211
Lisboa, S.; Heller, L.; Silveira, R., 2013. Desafios do planejamento municipal de saneamento básico em municípios de pequeno porte: a percepção dos gestores. Eng Sanit Ambient v.18, n.4, out/dez 2013. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-41522013000400006
Machado, G.; Maciel, T.; Thiollent, M., 2021. Uma abordagem integral para Saneamento Ecológico em Comunidades Tradicionais e Rurais. Ciência & Saúde Coletiva, 26 (4):1333-1344. Disponível: 10.1590/1413-81232021264.08242019 DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232021264.08242019
Mais Ambiental. Estudo de Impacto Ambiental – Estação de Tratamento de Esgoto. Disponível: <https://www.maisambiente.eco.br/estudo-impacto-ambiental-estacao-tratamento-esgoto>. Acesso em 07 de janeiro de 2022.
Marangon, B.; Silva, T.; Calijuri, M.; Alves, S.; Santos, V.; Oliveira, A., 2020. Reuse of treated municipal wastewater in productive activities in Brazil’s semi-arid regions. Journal of Water Process Engineering 37, 101483. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.jwpe.2020.101483 DOI: https://doi.org/10.1016/j.jwpe.2020.101483
Massoud, M.; Tarhini, A.; Nasr, J., 2009. Decentralized approaches to wastewater treatment and management: Applicability in developing countries. Journal of Environmental Management 90, 652–659. DOI: https://doi.org/10.1016/j.jenvman.2008.07.001
Mesquita, T.; Rosa, A.; Gomes, A.; Borges, A., 2021. Gestão descentralizada de soluções de esgotamento sanitário no Brasil: aspectos conceituais, normativos e alternativas tecnológicas. Desenvolvimento e Meio Ambiente vol. 56, p. 46-66. Disponível: 10.5380/dma.v56i0.72908. DOI: https://doi.org/10.5380/dma.v56i0.72908
Ministério Do Desenvolvimento Regional, 2019. Plano Nacional de Saneamento Básico – PLANSAB. Brasília. Disponível em: <https://antigo.mdr.gov.br/images/stories/ArquivosSDRU/ArquivosPDF/Versao_Conselhos_Resolu%C3%A7%C3%A3o_Alta_-_Capa_Atualizada.pdf>. Acesso em 26 mar. 2021.
Ministério Do Meio Ambiente, 2005. Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Resolução CONAMA Nº 430, de 13 de maio de 2011. Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução no 357, de 17 de março de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA.
Montibeller Filho, G., 1993. Ecodesenvolvimento e Desenvolvimento Sustentável: conceitos e princípios. Textos de Economia, Florianópolis, v.4, n.1, p. 131-142.
Morais, A., Seabra, F., Bauer, M., 2020. Financiamento via bancos e instituições de crédito voltado ao setor de água e esgoto: o caso de Santa Catarina. Revista de Gestão de Água da América Latina, v. 17, e1. Disponível: https://doi.org/10.21168/rega.v17e1. DOI: https://doi.org/10.21168/rega.v17e1
Moreira, J., 2007. Solução sustentável para o processamento de patentes no Brasil. Revista Radar, n 54.
Oliveira, G.; Colares, G.; Lutterbeck, C.; Dell’osbel, N.; Machado, E.; Rodrigues, L., 2021. Floating treatment wetlands in domestic wastewater treatment as a decentralized sanitation alternative. Science of the Total Environment 773, 145609. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.145609 DOI: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.145609
ONU Brasil, 2021. Quais são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável? Disponível em: <https://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home/sustainable-development-goals.html>. Acesso em 04 jun. 2021.
Parde, D.; Patwa, A.; Shukla, A.; Vijay, R.; Killedar, D.; Kumar, R., 2020. A review of constructed wetland on type, treatment and technology of wastewater. Environmental Technology & Innovation 101261, Disponível: https://doi.org/10.1016/j.eti.2020.101261. DOI: https://doi.org/10.1016/j.eti.2020.101261
Patel, P.; Muteen, A.; Mondal, P., 2019. Treatment of greywater using waste biomass derived activated carbons and integrated sand column. Science of The Total Environment, 134586. Disponível: doi:10.1016/j.scitotenv.2019.134586. DOI: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2019.134586
Paulo, P.; Azevedo, C.; Begosso, L.; Galbiati, A.; Boncz, M., 2013. Natural systems treating greywater and blackwater on-site: Integrating treatment, reuse and landscaping. Ecological Engineering 50, 95–100. Disponível: http://dx.doi.org/10.1016/j.ecoleng.2012.03.022. DOI: https://doi.org/10.1016/j.ecoleng.2012.03.022
Perondi, T.; Wolff, D. B.; Decezaro, S. T.; Araújo, R. K. de., 2020. Wetlands construídos para o tratamento de esgoto doméstico: uma análise comparativa do custo do ciclo de vida. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 175- 189. Disponível: http://dx.doi.org/10.1590/s1678-86212020000200394 DOI: https://doi.org/10.1590/s1678-86212020000200394
Resende, J.; Nolasco, M.; Pacca, S., 2019. Life cycle assessment and costing of wastewater treatment systems coupled to constructed wetlands. Resources, Conservation & Recycling 148, 170–177. Disponível: https://doi.org/10.1016/j.resconrec.2019.04.034 DOI: https://doi.org/10.1016/j.resconrec.2019.04.034
Santos, G.; Barbosa, M.; Porto, M.; Chong, N.; Luz, M.; Santos, R.; Silva, A.; Moreira, I., 2021. Uso de microrganismos no tratamento anaeróbio de efluentes ricos em nitrogênio e fósforo tendo em vista a economia circular. Research, Society and Development, v. 10, n. 11, e525101119952. Disponível: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i11.19952 DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v10i11.19952
SEBRAE, 2017. O que é uma organização não governamental? Disponível em: < https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-que-e-uma-organizacao-nao-governamental-ong,ba5f4e64c093d510VgnVCM1000004c00210aRCRD >. Acesso em 10 de novembro de 2021.
Silva, A.; Lima, B.; Santos, R.; Luz, M.; Spinola, C.; Moreira, I, 2019. Saneamento básico e doenças de veiculação hídrica: um estudo das ocorrências de esquistossomose na comunidade quilombola de Remanso, Lençóis-BA. In: Anais da XVI Semana de Análise Regional e Urbana; 20-22 de novembro de 2019; Salvador - BA, Brasil. Salvador: Editora UNIFACS, p. 929-945.
Singh, A.; Sawant, M.; Kamble, S.; Herlekar, M.; Starkl, M.; Aymerichs, E.; Kazmi, A., 2019. Performance evaluation of a decentralized wastewater treatment system in India. Environmental Science and Pollution Research, Volume 26, Issue 21, pp 21172–21188. DOI: https://doi.org/10.1007/s11356-019-05444-z
SNIS. Sistema De Informações Sobre Saneamento, 2020. Painel de Informações sobre Saneamento. Disponível: <http://www.snis.gov.br/painel-informacoes-saneamento-brasil/web/painel-setor-saneamentoo>. Acesso em 08 de janeiro de 2022.
SNIS. Sistema De Informações Sobre Saneamento, 2017. Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgoto – 2017. Disponível em: <http://www.snis.gov.br/diagnostico-anual-agua-e-esgotos/diagnostico-ae-2017>. Acesso em 08 de janeiro de 2022.
Subtil, E.; Sanchez, A.; Cavalhero, A., 2016. Sistemas descentralizados de tratamento de esgoto e reuso de água. Ciência e Tecnologia Ambiental: Conceitos e Perspectivas, Chapter: 9, Publisher: Editora UFABC, pp.201 – 220.
Sugahara, C.; Rodrigues, E., 2018. Desenvolvimento Sustentável Um Discurso em Disputa. Revista Desenvolvimento em Questão, Ano 16, n. 45, Editora Unijuí.
Toneto Jr, R.; Cicogna, M., 2021. Linhas De Financiamento Para O Setor De Saneamento. Boletim Saneamento – USP Municípios CEPER, Ribeirão Preto-SP.
Tonetti, A.; Brasil, A.; Madrid, F.; Figueiredo, I.; Schneider, J.; Cruz, L. Duarte, N.; Fernandes, P.; Coasaca, R.; Garcia, R.; Magalhães, T., 2018. Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas: referencial para a escolha de soluções. Campinas, SP.: Biblioteca/Unicamp, 153p.
UFSCAR. Universidade Federal De São Carlos, 2019. Importância das Macrófitas Aquáticas. Disponível: <http://www.ufscar.br/~probio/info_importancia.html>. Acesso em 19 de janeiro de 2020.
UNESCO; GTZ., 2021. Capacity building for ecological sanitation: Concepts for ecologic sustainable sanitation in formal and continuing education. Disponível: < https://www.joinforwater.ngo/sites/default/files/library_assets/W_SAN_E79_capacity_building.pdf>. Acesso em 26 mar. 2021.
United Nations, 2010. O Direito Humano a Água e Saneamento. Disponível: <https://www.un.org/waterforlifedecade/pdf/human_right_to_water_and_sanitation_media_brief_por.pdf>. Acesso em 03 jun. 2021.
Vasconcellos, A.; Sobrinho, M., 2017. The meanings of rural community according to nature of community livelihood in Brazilian Amazonia. INTERAÇÕES, Campo Grande, MS, v. 18, n. 2, p. 21-30. Disponível: http://dx.doi.org/10.20435/inter.v18i2.1545 DOI: https://doi.org/10.20435/inter.v18i2.1545
Von Sperling, M., 2014. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias – Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 4ª Edição. v. 01. Belo Horizonte/MG: Editora UFMG.
Wang, M.; Zhang, D.; Dong, J.; Tan, S., 2018. Application of constructed wetlands for treating agricultural runoff and agro-industrial wastewater: a review. Hydrobiologia. Disponivel: 10.1007/s10750-017-3315-z DOI: https://doi.org/10.1007/s10750-017-3315-z
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Aline de Souza Silva, Adna Caroline Vale Oliveira, Carolina de Andrade Spinola, Ícaro Thiago Andrade Moreira

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Authors who publish with Revista Brasileira de Geografia Física agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal right of first publication with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) license that allows others to share the work with an acknowledgement of the work's authorship and initial publication in this journal.
Authors are able to enter into separate, additional contractual arrangements for the non-exclusive distribution of the journal's published version of the work (e.g., post it to an institutional repository or publish it in a book), with an acknowledgement of its initial publication in this journal.
Authors are permitted to make their work available online before or during the editorial process, on academic social networks, digital repositories, or preprint servers. After publication in Revista Brasileira de Geografia Física, authors are expected to update the preprint or postprint versions on the platforms where they were originally made available, providing a link to the final published version and any other relevant information, with proper recognition of authorship and the initial publication in this journal.
You are free to:
Share — copy and redistribute the material in any medium or format for any purpose, even commercially.
Adapt — remix, transform, and build upon the material for any purpose, even commercially.
The licensor cannot revoke these freedoms as long as you follow the license terms.
Under the following terms:
Attribution — You must give appropriate credit , provide a link to the license, and indicate if changes were made . You may do so in any reasonable manner, but not in any way that suggests the licensor endorses you or your use.
No additional restrictions — You may not apply legal terms or technological measures that legally restrict others from doing anything the license permits.