O Corredor ecológico como estratégia para conectividade de fragmentos florestais da Mata Atlântica

Autores

  • Micléia Nascimento Vieira Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm), Laboratório de Geoprocessamento e Gestão Costeira (LabGGeC). https://orcid.org/0000-0003-1903-4254
  • Escarlet de Arruda Ramos Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm), Laboratório de Geoprocessamento e Gestão Costeira (LabGGeC). https://orcid.org/0000-0003-0044-4982
  • Elfany Reis do Nascimento Lopes Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Technological Research Institute of São Paulo https://orcid.org/0000-0003-1269-3986

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.01.p300-315

Palavras-chave:

Vegetação Florestal, Paisagem, Conservação de Ecossistemas

Resumo

A Mata Atlântica, no estado da Bahia, Brasil, é um hotspot fragmentado que enfrenta desafios para superar a degradação ambiental. A conectividade ecológica é uma estratégia que pode mitigar os impactos ambientais. O objetivo do estudo foi desenvolver uma proposta espacial de corredor ecológico entre o fragmento florestal do Campus Universitário Sosígenes Costa da UFSB, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Estação Veracel e o Parque Nacional do Pau Brasil, bem como compreender os mecanismos para a implementação de um corredor ecológico que envolva diferentes setores governamentais em possíveis estratégias de apoio público-privado. As características topográficas, socioeconômicas, ecológicas e legais foram avaliadas em sistema de informações geográficas. Utilizando o método do custo mínimo, as áreas potenciais foram modeladas para um mapeamento espacial da conectividade entre as áreas. O traçado espacial delimitado para implantação do corredor ecológico tem 9,78 km de extensão e 978,70 m de largura, criará uma ligação física entre áreas públicas, áreas privadas e instituições de ensino. A proposta é estratégica porque amplia o potencial da biodiversidade, do fluxo gênico, da reprodução de espécies, da manutenção de espécies de fauna e flora e contribui para a recuperação de ecossistemas. É relevante na década da restauração dos ecossistemas, que visa coletivamente prevenir, parar e reverter a sua degradação.

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Biografia do Autor

Micléia Nascimento Vieira, Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm), Laboratório de Geoprocessamento e Gestão Costeira (LabGGeC).

Discente do curso Engenharia Sanitária e Ambiental. Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm), Laboratório de Geoprocessamento e Gestão Costeira (LabGGeC). E-mail. micleia.vieira@gfe.ufsb.edu.br. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1903-4254.

Escarlet de Arruda Ramos, Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm), Laboratório de Geoprocessamento e Gestão Costeira (LabGGeC).

Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Centro de Formação em Ciências Ambientais (CFCAm), Laboratório de Geoprocessamento e Gestão Costeira (LabGGeC). E-mail: escarlett.arruda@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-0044-4982

Elfany Reis do Nascimento Lopes, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Technological Research Institute of São Paulo

Biólogo, Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Linha de Pesquisa: Análise, Planejamento e Gestão Ambiental) e Doutor em Ciências Ambientais (Área de Concentração: Diagnóstico, Tratamento e Recuperação Ambiental / Linha de Pesquisa: Geoprocessamento e Modelagem Matemática Ambiental) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT). Desenvolve e atua no ensino, pesquisa e extensão na área de Planejamento e Gestão ambiental, associadas às tecnologias de geoprocessamento, SIG, sensoriamento remoto e cartografia digital e temática (mapeamento de uso da terra, cobertura vegetal e diagnóstico socioambiental), análise multicritério, zoneamento, unidades de conservação, bacias hidrográficas, ecologia da paisagem e educação ambiental. Tem experiência como educador ambiental e em trabalhos técnicos de elaboração de Plano de Manejo e Zoneamento Ecológico-Econômico de Unidades de Conservação e Bacias Hidrográficas.

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Publicado

2026-02-03

Como Citar

Nascimento Vieira, M., de Arruda Ramos, E., & Lopes, E. R. do N. (2026). O Corredor ecológico como estratégia para conectividade de fragmentos florestais da Mata Atlântica. Revista Brasileira De Geografia Física, 19(01), 300–315. https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.01.p300-315

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