Analysis of knowledge and practice of nurses about assessment of pain in the hospital context
DOI:
https://doi.org/10.5205/reuol.995-8477-1-LE.0403201008Palavras-chave:
Dor, enfermagem, medição da dor, avaliaçãoResumo
ABSTRACT
Objective: to examine knowledge and practices of nurses about pain assessment in the hospital context. Method: this is about a descriptive and analytical cut of an assistance-converging research held in a private hospital at Fortaleza-Ceará, in 2007, approved by the Ethics Committee of Research of Ceara State University (Protocol nº07336264-6). It was applied structured interview with 15 nurses about pain assessment in practice, being performed qualitative data analysis and presentation of results in thematic categories. Results: it was identified that pain is predominantly conceptualized as an unpleasant sensation for humans, because it indicates that something is not right in the body. Pain assessment happens mainly with the evaluation of verbal report of the patient, the pain features and the signs/symptoms associated with painful situacions. About the treatment, the drug is still the prevailing opinion of the nurses, being cited: nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs), opioids and simple analgesics. Regarding non-pharmacological measures, were cited: the application of cold or heat, promoting peaceful environment, clarification of the procedure and condition of the patient, among others. Conclusion: nurses had demonstrate articulated knowledge and practices about pain management, but was not routinely evaluate it systematically, showing urgently the need to incorporate educational programs about pain assessment in nursing courses and health services in general. Descriptors: pain; pain measurement; nursing; nurses; hospital care.
RESUMO
Objetivo: analisar saberes e práticas de enfermeiras sobre avaliação da dor no contexto hospitalar. Método: recorte descritivo e analítico de pesquisa convergente-assistencial realizada em hospital privado de Fortaleza-Ceará, em 2007, aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Ceará (Protocolo nº07336264-6). Aplicou-se entrevista estruturada a 15 enfermeiras assistenciais sobre avaliação da dor, os dados receberam análise qualitativa e os resultados apresentados em categorias temáticas. Resultados: Identificou-se que a dor é, predominantemente, conceituada como sensação desagradável para o ser humano, indicando que algo não vai bem no organismo. Sua avaliação se dá, principalmente, pelo relato verbal do doente, fácies de dor e sinais/sintomas associados ao quadro álgico. Quanto ao tratamento, o farmacológico é o que prevalece na opinião das enfermeiras, sendo citados: antiinflamatórios não-esteroidais (AINES), opióides e analgésicos simples. Também foram citadas medidas não-farmacológicas: aplicação de frio ou calor, promoção de ambiente tranqüilo, prestar esclarecimentos sobre o procedimento e estado geral do paciente, entre outros. Conclusão: Constatou-se que as enfermeiras demonstraram saberes e práticas bem articulados sobre o manejo da dor, no entanto não era rotina avaliá-la sistematicamente, denotando a necessidade da incorporação de programas educativos sobre dor nos cursos de Enfermagem e instituições de saúde em geral. Descritores: dor; medição da dor; enfermagem; enfermeiras; assistência hospitalar.
RESUMEN
Objetivo: analizar los conocimientos y prácticas de enfermeras sobre evaluación del dolor en el hospital. Método: esta es la corte de una investigación convergente asistencial desarrollada en un hospital privado de Fortaleza-Ceará, en 2007, aprobada por el Comité de Ética en Investigación de la Universidad del Estado de Ceará (Protocolo nº07336264-6). Fue aplicada entrevista estructurada con 15 enfermeras sobre la evaluación del dolor en la práctica, se realizó análisis cualitativa de los datos y los resultados fueron presentados en categorías temáticas. Resultados: Se identificó que el dolor es, predominantemente, conceptualizado como una sensación desagradable para los seres humanos, lo que indica que algo no anda bien en el cuerpo. La evaluación del dolor se hace principalmente por el informe verbal del paciente, por la evaluación de las facies de dolor y de los signos y síntomas asociados con la sensación dolorosa. Sobre el tratamiento, la droga sigue siendo la opinión predominante de las enfermeras, siendo citados: antiinflamatorios no esteroideos (AINE), opiáceos y analgésicos simples. En cuanto a las medidas no farmacológicas se citaron: aplicar compresas de frío o calor, la promoción de ambiente de paz, aclaraciones sobre el procedimiento y la condición del paciente, entre otros. Conclusión: Se encontró que las enfermeras han demonstrado conocimientos y prácticas articulados sobre el tratamiento del dolor, pero este no era evaluado de forma rutinaria y sistemática, lo que indica la necesidad de incorporar programas de educación sobre el dolor en los cursos de enfermería y en las instituciones de salud en general. Descriptores: dolor; la medición del dolor; enfermería; enfermeras; atención hospitalaria.
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