A política de expansão dos institutos federais
critérios para surgimento de novas unidades
DOI :
https://doi.org/10.51359/2448-0215.2025.268880Mots-clés :
Expansão, periferia, Educação Profissional, IFRJRésumé
No ano de 2024, o Ministério da Educação divulgou a implantação de mais de 100 unidades dos Institutos Federais de Educação no Brasil, e para que o território periférico seja de fato contemplado por essa política expansionista de oferta educacional são necessários recursos humanos, estrutura física, disponibilidade orçamentária, entre outros fatores. Este artigo tem como objetivo compreender processo histórico e as contradições presentes na política de expansão dos Institutos Federais de Educação do Rio de Janeiro, tendo presente os critérios utilizados para a ampliação nesse território. Metodologicamente usa-se um levantamento bibliográfico e analítico tendo por abordagem o materialismo histórico e dialético. Os resultados apontaram dificuldades na concretização da ampliação dessa oferta nos territórios, pois as unidades em funcionamento estão localizadas em estruturas já existentes e estão sujeitas às políticas de governo, que a cada quatro anos estabelecem novas prioridades, tendo por consequência o sucateamento das instituições, combinado com a precarização do trabalho formativo e humano.
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