Plágio, gêneros discursivos e sanções sociais

Autores

  • José Elderson de Souza Santos Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Mariza Angélica Paiva Brito Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)
  • Mônica Magalhães Cavalcante Universidade Federal do Ceará (UFC).

DOI:

https://doi.org/10.51359/2175-294x.2019.241783

Palavras-chave:

plágio, linguística textual, gêneros discursivos, sanções sociais.

Resumo

Discutiremos as sanções sociais impostas ao plágio relacionando-as ao gênero em que a prática é inserida, embasados em estudos textuais e discursivos. Pressupomos que o plágio coloca sob suspeita tanto a honestidade do autor, quanto as regras de funcionamento que regem a circulação dos textos (PIÈGAY-GROS, 2010), sendo infração às normas de circulação dos gêneros (BAZERMAN, 2005). Assim, analisaremos as sanções impostas a essa prática em diferentes gêneros (canção e notícia), discriminando-as entre positivas/negativas e organizadas/difusas (RADCLIFFE-BROWN, 1970). Cada gênero se organiza a partir de normas distintas, nos levando a constatar que há possíveis variações da sanção ao fenômeno.

Biografia do Autor

José Elderson de Souza Santos, Universidade Federal do Ceará (UFC)

Licenciado em Letras, Língua Portuguesa (2017), pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL), Universidade Federal do Ceará (UFC), sob fomento da FUNCAP (03/2018 a 02/2019) e da CAPES (03/2019 em diante). É membro do grupos de pesquisas em Linguística Textual PROTEXTO, UFC, e GELT, Unilab, desenvolvendo estudos sobre intertextualidade e processos intertextuais. Orientadora: Profa. Dra. Mônica Magalhães Cavalcante.

Mariza Angélica Paiva Brito, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)

Professora do Mestrado Interdisciplinar em Humanidades (MIH /Unilab); Bolsista de Produtividade em Pesquisa da FUNCAP (BPI); Professora Adjunto da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (UNILAB); Pós-Doutora em Linguística de Texto, Mestre e Doutora em Linguística pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFC. Líder do GELT - Grupo de Pesquisa em Linguística Textual (CNPq / UNILAB) e Vice-líder do PROTEXTO - Grupo de Pesquisa em Linguística (CNPq / UFC). Membro do GT Linguística do Texto e Análise da Conversação, da Associação Nacional de Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL); Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará; Desenvolve pesquisas na área de Linguística Textual, Psicanálise, heterogeneidade enunciativa e argumentação.

Mônica Magalhães Cavalcante, Universidade Federal do Ceará (UFC).

É graduada em Letras pela Universidade Estadual do Ceará (1985); tem mestrado em Linguística pela Universidade Federal do Ceará (1996) e doutorado em Linguística pela Universidade Federal de Pernambuco (2000). Em 2003, fez pós-doutorado em Linguística pela Unicamp. Atualmente é Professor Associado IV da Universidade Federal do Ceará e bolsista CNPq de Produtividade em Pesquisa nível PQ-2. Tem experiência na área de Linguística do Texto, com ênfase em Referenciação, mas pesquisa também sobre intertextualidade, metadiscursividade, argumentação, heterogeneidades enunciativas, gêneros do discurso, articulação tópica e sequências textuais.

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Publicado

31-12-2019

Como Citar

Santos, J. E. de S., Brito, M. A. P., & Cavalcante, M. M. (2019). Plágio, gêneros discursivos e sanções sociais. Revista Investigações, 32(2), 571–602. https://doi.org/10.51359/2175-294x.2019.241783

Edição

Seção

Artigo - Linguística (seção livre)

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