Caracterização Sedimentológica da Praia de Morro Branco, Litoral Leste Cearense: Uma Análise Espaço-temporal
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v14.7.p3788-3803Palavras-chave:
Diâmetro médio, grau de selecionamento, curtose e assimetria.Resumo
O objetivo deste trabalho foi avaliar e caracterizar a distribuição espaço-temporal dos parâmetros estatísticos dos sedimentos superficiais da Praia de Morro Branco, no litoral leste cearense, com ênfase nos seguintes parâmetros: Diâmetro médio, grau de selecionamento, curtose e assimetria. Para isso, a metodologia utilizada foi a de Suguio (1973), tendo como base a escala de Wentworth (1992) e os parâmetros descritos por Folk e Ward (1957). Os softwares utilizados foram o Sistema de Análise Granulométrica (SAG) para o tratamento dos parâmetros estatísticos; o SigmaPlot para gerar os gráficos de dispersão e correlação; e o Surfer para a interpolação dos dados. Os sedimentos que compõem a Praia de Morro Branco são predominantemente classificados de areia média e fina, com o grau de selecionamento moderado. Quanto a curtose, houve a presença majoritária de sedimentos leptocúrticos e mesocúrticos, tendo os valores de assimetria classificados por aproximadamente simétricos. Houveram diferenças espaciais entre os setores leste, central e oeste; e temporal, baseada na influência dos processos costeiros e feições costeiras (dunas, falésias e plataforma de abrasão) sobre o ambiente praial. Os dados oriundos deste trabalho podem servir de subsídios para a gestão costeira e ambiental e apontam a necessidade da preservação das feições costeiras.
Sedimentological Characterization of the Morro Branco Beach, East Coast of Ceará: A Spatio-temporal Analysis
A B S T R A C T
The objective of this work was to evaluate and characterize the spatio-temporal distribution of the statistical parameters of the superficial sediments of the Morro Branco Beach in the east coast of Ceará State, with emphasis on the following parameters: Mean size, sorting, kurtosis and skewness. For this, the methodology used was that of Suguio (1973), based on the Wentworth scale (1922) and the parameters described by Folk and Ward (1957). The software used was the Granulometric Analysis System (GAS) for the treatment of statistical parameters; SigmaPlot to generate the scatter and correlation graphs; and Surfer for data interpolation. The sediments present at Morro Branco Beach are predominantly classified as medium and fine sand, with a moderate sorting. As for kurtosis, there was a major presence of leptocurtic and mesocurtic sediments, with the values of skewness being classified by approximately symmetrical. There were spatial differences between the eastern, central and western sectors; and temporal, based on the influence of coastal processes and coastal features (dunes, cliffs and abrasion platform) on the beach environment. The data from this work can use as subsidies for coastal and environmental management and point to the need to preserve coastal features.
Keywords: Mean size; sorting; kurtosis and skewness
Downloads
Referências
Abuodha, J. O. Z. 2003. Grain size distribuition and composition of modern dune and beach sediments, Malindi Bay coast, Kenya, Journal of African Earth Sciences, v. 36, n. 1-2, p. 41-54.
Amaral, D. N., Vasconcelos, F. P., Morais, J. S. D., Barra, O. A. O. L., Rocha, C. S. 2020. Intervenção antrópica desordenada e dinâmica costeira: um conflito autodestrutivo na praia de Morro Branco, v. 13, n. 7, p. 3428-3447.
Barros, E. L., Pinheiro, L. S., Morais, J. O. 2020. Análise dos indicadores do processo erosivo no litoral do município de Icapuí, Ceará, Nordeste do Brasil. Revista Eletrônica do PRODEMA, v. 14, n. 1, p. 69-86.
Barroso, J. 2010. Perspectivas para o meio ambiente urbano: GEO Beberibe. Fortaleza: Cearah Periferia.
Bird, E. 2008. Coastal Geomorphology. Second Edition. p. 67 – 106. Australia: Wiley.
Braga, F. P. S., Souza Filho, P. W., Alves, M. A. M. S., Pereira, L. C. C. 2007. Morfologia e sedimentologia da praia de macromaré de Ajuruteua, Amazônia, norte do Brasil, Boletim Paranaense de Geociências, Curitiba, v. 60, p. 11-30.
Brasil. 1988. Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1998. Institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.
Carvalho, B. C., Lins-de-Barros, F. M., Silva, P. L., Pena, J. N., Guerra, J. V. 2021. Morphological variability of sandy due to variable oceanographic conditions: a study of oceanic beaches of Rio de Janeiro city (Brazil). Journal of Coastal Conservation, v. 25, n. 28, p. 1-16.
Ceará, 2004. Gerenciamento Costeiro do Ceará. Disponível: http://gerco.semace.ce.gov.br/gerco_ceara.asp. Acesso: 09 jan. 2021.
Cunha, R. F., Jarentchuk Junior, O., Oliveira, F. A. 2017. Análise sedimentar e geomorfológica para compreensão da dinâmica fluvial local em ambiente de planície costeira na região norte de Santa Catarina. Raega: O Espaço Geográfico, v. 41, p. 20-36.
Dias, J. A. 2004. A análise sedimentar e o conhecimento dos sistemas marinhos (Uma Introdução à Oceanografia Geológica). Universidade do Algarve, 84 p.
Dora, G. U., Kumar, V. S., Philip, C. S., Johnson, G. 2016. Deformation of textural characteristics and sedimentology along micro-tidal estuarine beaches. Indian Journal of Geo Marine Scienses, v. 45, n. 11, p. 1432-1444.
Duane, D. B. 1964. Significance of skewness in recente sediments, western Pamlico Sound, North Carolina, Journal of Sedimentary Petrology, v. 34, n. 4, p. 864-874.
Ferreira, J. C. V. 2015. Análise da dinâmica deposicional das Praias de Cacimbinha e do Madeiro, Tibau do Sul – RN, Brasil. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Figueiredo, S. A., Calliari, L. J. 2006. Sedimentologia e suas implicações na morfodinâmica das praias adjascentes às desembocaduras da linha de costa do Rio Grande do Sul. Gravel, [s/v], n. 4, p. 73-87.
Folk, R. L., Ward, W. 1957. Brazos river bar: a study in the significance of grain size paramenters. Journal of Sedimentary Petrology, v. 27, n. 1, p. 3-26.
Friedman, G. M. 1961. Distinction between dune, beach, and river sands from their textural characteristics, Journal of Sedimentary Petrology, v. 31, n. 4, p. 514-529.
Friedman, G.M. 1979. Differences in size distributions of populations of particles among sand of various origins: addendum to IAS Presidential Address, Sedimnetology, v. 26, n. 6, p. 859-862.
Friedman, G.M. 1967. Dynamic processes and statistical parameters compared for size frequency distribution of beach and river sands. Journal of Sedimentary Petrology, v. 37, n. 2, p. 327-354.
GARRISON, T. 2010. Fundamentos de Oceanografia. 4 ed. São Paulo: Cengage Leraning.
Guerra, R. G. O., Moreira, A. S., Silva, J. R. M., Nascimento, H. H. O., Barros, E. L. 2020. Migração de dunas e o processo de soterramento no litoral de Barroquinha, Ceará, Brasil. Arquivo de Ciências do Mar, v. esp, n. 53, p. 100-109.
IPECE. Instituto de Pesquisa e Estratégia do Ceará. 2018. Perfil municipal 2017 Beberibe. Disponível: https://www.ipece.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/45/2018/09/Beberibe_2017.pdf 1. Acesso 13 jan. 2021.
Jesus, L. V., Andrade. A. C. S. 2013. Parâmetros granulométricos dos sedimentos da praia dos Artistas-Aracajú-SE. Scientia Plena, Aracaju, v. 9, n.5, p. 1-11.
Jesus, L. V., Andrade, A. C. S., Silva, M. G., Rodrigues, T. K. 2014. Distribuição espacial das características granulométricas, morfoscópicas e composicionais dos sedimentos das praias de Aracaju – Sergipe. Scientia Plena, Aracaju, v. 10, n. 4, p. 1-15.
Leal, K. B., Bonetti, J., Pereira, P. S. 2020. Influência da orientação de praia na retração da linha de costa induzida por marés de tempestade: Armação e Canasvieiras, Ilha de Santa Catarina – SC. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 13, n. 4, p. 1730-1753.
Lima, P. F. T. T., Gregorio, M. N., Barreto, E. P., Silva, C. F. A., Manso, V. A. Z., Carneiro, M. C. S. M., Silva, D. L. 2018. Estudos sedimentológicos das praias dos municípios de Recife e Jaboatão dos Guararapes – Pernambuco. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 11, n. 7, p. 2287-2314.
Longarete, C., Dalinghaus, C., Abreu, J. G. N. 2016. Caracterização morfológica, hidrodinâmica e sedimentar das praias abrigadas Cardoso e Lagoa na baía de Tijucas, Bombinhas-SC. Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 17, n. 2, p. 317-329.
Machado, G. M. V. 2010. Análise morfossedimentar da praia, antepraia e plataforma continental interna da linha de costa do Parque Nacional de Jurubatiba – Rio de Janeiro. Quaternary and Environmental Geosciences, v. 2, n.1, p. 1-17.
Maia, G. O., Pinheiro, L. S. 2016. Eventos de alta energia e suas consequências na zona costeira do município de Aquiraz, Estado Ceará. Arquivo de Ciências do Mar, v. 49, n. 1, p. 74-90.
Maia, L. P. 1998. Procesos costeiros y balance sedimentário a lo largo de Fortaleza (NE-Brasil): Implicaciones para uma gestión adecuada de la zona litoral. Tese (Doutorado em Ciências do Mar) – Departamento de Estratigrafia e Paleontologia, Universidade de Barcelona.
Martins, L. R. 1965. Significance of skewness and kurtosis in environmental interpretation. Journal of Sedimentary Research, v. 35, n. 3, p. 768-770.
Martins, L.R. 2003. Recent Sediments and Grain size analysis. Revista Gravel, Porto Alegre, v.1, p. 90-105.
Mason, C.C., Folk, R.L. 1958. Differentiation of beach, dune, and aeolian flat environments by size analysis, Mustang Island, Texas. Journal of Sedimentary Petrology, v.28, n.2, p. 211-226.
Meireles, A. J. A. 2014. Geomorfologia Costeira: Funções Ambientais E Sociais. Fortaleza: Imprensa universitária.
Morais, J. O., Freire, G. S. S., Pinheiro, L. S., Souza, M. J. N., Carvalho, A. M., Pessoa, P. R. S., Oliveira, S. H. M. Ceará. 2006. In: Erosão e progradação do litoral brasileiro. Muehe, D. (Coord); Ministério do Meio Ambiente (MMA). Rio de Janeiro, v.1, p.132-134.
Morais, J. O., Pinheiro, L. S., Pessoa, P. R. S., Freire, G. S. S., Carvalho, A. M., Guerra, R. G. P., Barros, E. L. Ceará. 2018. In: Erosão e progradação do litoral brasileiro. Muehe, D. (Coord); Ministério do Meio Ambiente (MMA). 2 ed. Rio de Janeiro, v. 2, p. 261-289.
Morais, J. O.; Pinheiro, L. S.; Cavalcante, A. A.; Paula, D. P.; Silva, R. L. 2008. Erosão Costeira em praias adjacentes às desembocaduras fluviais: O caso de Pontal de Maceió, Ceará, Brasil. Revista da Gestão Costeira Integrada. v. 8, n. 2, p. 61-76.
Morais, J. O., Sousa, M. J. N., Coutinho, P. N. 1975. Contribuição ao estudo geomorfológico-sedimentológico do litoral de Beberibe (Ceará-Brasil), Arquivo de Ciências do Mar, v. 15, n. 2, p. 71-78.
Moreira, T. F., Albuquere, M. G., Espinoza, J. M. A., Paula, D. P., Alves, D. C. L., Barros., E. L., Bendô, A. R. R., Conceição, T. F. 2020. Estudo do comportamento da linha de costa na praia do Icaraí (Caucaia, Ceará), a partir dos métodos digital shoreline analysis system e do polígono de mudança, v. 13, n. 7, p. 3395-3411.
Motta, P. R., Netto, L. R., Bastos, E. B., Pereira, T. G., Bulhões, E. M. R. 2018. Distribuição e transporte de sedimentos costeiros. Exemplos em Arraial do Cabo, RJ. Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 19, n. 2, p. 341-358.
Moura-Fé, M. M., Pinheiro, M. V. A. 2006. Evolução morfodinâmica de dunas móveis associada à análise granulométrica em Beberibe, Ceará. Boletim goiano de geografia, Goiânia, v. 26, p. 1-10.
Muehe, D. 2005. Aspectos gerais da Erosão Costeira no Brasil. Mercator – Revista de Geografia da UFC, v. 4, n. 7, p. 97-110.
Muehe, D. 2003. Geomorfologia: uma introdução de bases e conceitos. 6 ed. Rio de Janeiro: Bertrand.
Oliveira, E. B., Nicolodi, J. L., Marinho, C., Machado Júnior, V. C. 2018. Caracterização sedimentológica da Praia de Arambaré, Laguna dos Patos, Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 19, n. 4, p. 665-678.
Paula, D. P., Dias, J. A., Souza, M. A. L., Ferrapeira Neto, C. A., Barros, E. D. 2013. Monitorização de curto prazo da Praia do Icaraí (Caucaia, Ceará, Brasil) após construção de estrutura rígida do tipo Bagwall para controle da erosão. In: 6º Congresso sobre Planejamento e Gestão das Zonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesa, p. 1 – 10.
Paula, D. P., Morais, J. O., Ferreira, Ó., Dias, A. J. 2015. A Análise histórica das ressacas do mar no litoral de Fortaleza (Ceará, Brasil): origem, característica e impactos. In: Ressacas do Mar / Temporais e Gestão Costeira, p.173-201.
Paula, D. P., Farrapeira Neto, A. C. 2017. Resposta de uma praia arenosa a um evento de ressaca do mar: O caso da Praia do Icaraí (Caucaia, Ceará, Brasil). Ateliê Geográfico, v. 11, n. 2, p. 184-204.
Pinheiro, L. S., Morais, J. O., Dias, C. B., Araújo, A. S. Parque Monumental das Falésias de Beberibe. Relatório Técnico. 2009.
Pinheiro, L. S., Morais, J. O., Maia, L. P. 2016. The Beaches of Ceará, In: Brazilian Beach Systems, p. 175-199.
Ponçano, L. W. 1986. Sobre a interpretação ambiental de parâmetros estatísticos granulométricos: exemplos de sedimentos quaternários da costa brasileira. Revista Brasileira de Geociências, São Paulo, v. 16, n. 2, p. 157-170.
Quinamo, L. A. 2013. Caracterização sedimentológica e aspectos geoambientais das praias do litoral sul de Pernambuco. Dissertação (Mestrado em Geociências) – Centro de Tecnologia e Geociências, Universidade Federal de Pernambuco.
SETUR/CE - Secretaria de Turismo do Estado Ceará. 2016. Evolução do Turismo no Ceará 2006/2016. Disponível: https://www.setur.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/59/2016/11/evolucao-turismo-2006-2016-artigo.pdf. Acesso: 10 dez. 2020.
Silva, A. L. C., Silva, M. A. M., Gralato, J. C. A., Silvestre, C. P. 2014. Caracterização geomorfológica e sedimentar da Planície Costeira de Maricá (Rio de Janeiro). Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 15, n. 2, p. 231-249.
Silva, C. G., Patchineelam, S. M., Baptista Neto, J. A., Ponzi, V. R. A. 2004. Ambientes de Sedimentação Costeira e Processos Morfodinâmicos Atuantes na Linha de Costa. In: Introdução à Geologia Marinha, p. 175-218.
Silva, R. R., Pinheiro, L. S., Ximenes Neto, A. R., Morais, J. O. 2020. Mapeamento LIDAR nas falésias costeiras do leste cearense (Nordeste do Brasil). Geociências, São Paulo, v. 39, p. 463-479.
Souza, C. R. G. 1997. As células de deriva litorânea e a erosão nas praias do estado de São Paulo. Tese (Doutorado em Geologia Sedimentar) – Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo.
Souza, C. R. G. 2009. A Erosão Costeira e os Desafios da Gestão Costeira no Brasil. Revista da Gestão Costeira Integrada, v. 9, n. 1, p. 17-37.
Souza, C. R. G., Luna, G. C. 2010. Variação da linha de costa e balanço sedimentar de longo período em praias sob risco muito alto de erosão do município de Caraguatatuba (Litoral Norte de São Paulo, Brasil), Revista da Gestão Costeira Integrada, v. 10, n. 2, p. 179-199.
Souza, C. R. G. 2012. Praias arenosas oceânicas do estado de São Paulo (Brasil): síntese dos conhecimentos sobre morfodinâmica, sedimentologia, transporte costeiro e erosão costeira. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo, [s.v], p. 307-331.
Suguio, K. 1973. Introdução à sedimentologia. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1973.
Vilas Boas, G. S. 1996. Sedimentos terciários e quaternários do interior. In: Texto explicativo para o mapa geológico do Estado da Bahia. Salvador: Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração: Superintendência de Geologia e Recursos Minerais.
Vilas Boas, G. S., Sampaio, F. J., Pereira, A. M. S. 2001. The Barreiras Group in the northeastern coast of the State of Bahia, Brasil: depositional mechanisms and processes. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v. 73, n. 3, p. 417-427.
Wentworth, C. K. 1922. A scale of grade and class terms for clastic sediments. Journal of Geology, v. 30, n.5, p. 377-392.
Wright, L. D., Short, A. D. 1984. Morphodynamic variability of surf zones and beaches: A synthesis, Marine Geology, v. 56, n. 1-4, p. 93-118.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2021 Isaias Farias da Câmara, Eduardo Lacerda Barros, Rhaiane Rodrigues da Silva

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






