A resistência enquanto persistência no campo em Moita Bonita - SE
DOI:
https://doi.org/10.51359/2675-3472.2020.245979Palavras-chave:
campesinato, resistência, persistênciaResumo
Este artigo tem como objetivo analisar a resistência enquanto persistência camponesa de Moita Bonita, do Estado de Sergipe. Leva-se em conta a investigação da estrutura fundiária do município nos anos de 1985, 1995/1996 e 2006, a predominância na pequena propriedade e a ênfase na diversificação dos cultivos, tais como batata doce, mandioca, amendoim, feijão, banana e hortaliças. Também, a utilização dos dados do Censos Agropecuários de 1985, 1995/96 e 2006 e as entrevistas com pequenos produtores contribuem para compreensão da realidade camponesa do município. A partir dos dados, elaboram-se a Curva de Lorenz, com base em José Alexandre FelizolaDiniz (1982), os resultados do Índice de Gini, tendo como referência Handresha da Rocha Santos (2016), e o gráfico da predominância atrelado à elaboração dos mapas do défícithabitacional e da pobreza, tudo no intuito de averiguar a permanência camponesa em Moita Bonita nos anos em questão. E, por fim, a fundamentação teórica parte dos levantamentos bibliográficos, aliados à coleta de dados no SIDRA-IBGE, para mapear os principais cultivares do município.
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