Macrófitas Aquáticas da Estação de Piscicultura Carlos Estevão de Oliveira da EMBRAPA Amazônia Oriental, Pará, Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.5.p3364-3385

Palavras-chave:

Planta aquática, Composição florística, Sazonalidade

Resumo

As macrófitas aquáticas, em sua maioria, são plantas vasculares que estão presentes desde áreas encharcadas até as completamente alagadas. A Amazônia possui grande diversidade de espécies de macrófitas, por conta da sua variedade de ambientes alagados ou encharcados. Portanto, com intuito de contribuir para o conhecimento de macrófitas na Amazônia, o objetivo deste trabalho foi realizar o levantamento das espécies de macrófitas aquáticas na Estação Experimental de Piscicultura Carlos Estevão de Oliveira da Embrapa Amazônia Oriental, Pará, Brasil analisando o efeito dos regimes de chuva, e do ambiente (viveiros e tanques) da piscicultura na comunidade de macrófitas. As coletas foram realizadas nos meses de Janeiro, Março, Julho e Setembro. Os dados abióticos foram coletados utilizando uma sonda multiparâmetro. Para testar o efeito do ambiente e do período, a análise de escalonamento multidimensional não-métrico e a análise de componentes principais no software PAST 4.12b. Foram registradas 82 espécies, 58 gêneros e 38 famílias, com destaque para as famílias Cyperaceae (15 spp.), Asteraceae (seis spp.), Fabaceae e Poaceae (cinco spp. cada). As principais formas de vida foram anfíbias (63%,) anfíbia e emergentes (15%) e emergentes (11%). A variação na pluviosidade não afetou significativamente a composição das espécies. O ambiente influenciou a composição e os biótipos das espécies de macrófitas. Houve o primeiro registro de Hydrocotyle ranunculoides para o Estado do Pará. O levantamento revelou que a estação possui grande riqueza de espécies que podem ser utilizadas para o manejo e controle das espécies na piscicultura.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Marcos da Conceição Oliveira, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Graduando em Ciências Biológicas no Intstituto Federal do Pará - Campus Belém. Tecnólogo em Gestão Ambbiental pela Universidade da Amazônia. Foi bolsista de Iniciação Ciêntifica do CNPq no Museu Paraense Emílio Goeldi (2021-2023) na corrdenação de Botânica. Atualmente é bolsista do Programa de Bolsas de Extensão do Instituto Federal do Pará - Campus Belém.

Guilherme Sampaio Cabral, Universidade Federal do Pará

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Rondônia (2015) e mestrado em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais pela Universidade Federal do Acre (2020). Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia de Ecossistemas, atuando com plantas não-lenhosas, especialmente epífitas e macrófitas.

Raimundo Luiz Morais de Sousa, Universidade Federal Rural da Amazônia

Doutorando em Ciências Biológicas, área de concentração: Botânica Tropical - MPEG/UFRA, com ênfase em Sistemática e Evolução de Plantas da Amazônia, trabalhando com Modelagem de Distribuição de espécies da família Cyperaceae Juss. Mestre em Ciências Biológicas, área de Concentração: Botânica Tropical - UFRA/MPEG, com ênfase em Ecologia, Manejo e Conservação. DLicenciado no curso de Ciências Biológicas, pela Universidade da Amazônia (UNAMA). Biólogo. Atuou como bolsista no programa institucional de bolsas de iniciação a docência - PIBID (2014 até 2016). Atuou como estagiário na Coordenação de Planejamento e Acompanhamento do Museu Paraense Emílio Goeldi, no período de Novembro/2013 a Novembro/2014. Atuou como estagiário voluntário no Laboratório de Botânica da Embrapa Amazônia Oriental, no ano de 2015/2016. Atuou como Analista Acadêmico Pleno EAD, na Universidade da Amazônia (UNAMA), como Tutor de Disciplinas Online, em áreas da saúde e diversas. Atua em outras áreas, como vendas e telecomunicações.

Rayette Souza da Silva, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Possui graduação em Engenharia de Pesca pela Universidade Federal Rural da Amazônia (2007), Mestrado (2009) e Doutorado em Ciência Animal (2019) pela Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca, com ênfase em Limnologia e Aquicultura. Atua desde 2010 como Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - IFPA, trabalhando com o ensino presencial e á distância (EaD), projetos de pesquisa e de extensão

Referências

Afifah, F. N., Putri, N. R. A., Hartanti, A. N., Pramudita, D. A., Armando, M. F., Rahmayani, D., Indrawan, M., Safira, R.N., Jr, I.E.B., & Setyawan, A.D. (2023). Fern diversity and conservation status in the South Gombong karst forest, Kebumen District, Indonesia. Prosiding Seminar Nasional Masyarakat Biodiversitas Indonesia, 9(1), 186–195.

Almeida, T. S., & Fabricante, J. R. (2021). Macrófitas Aquáticas do Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil. Revista de Ciências Ambientais, 15(1), 01–12. https://doi.org/10.18316/rca.v15i1.7538. DOI: https://doi.org/10.18316/rca.v15i1.7538

Andrade, L. A., Silva, M. F. S. D., Tabosa, M.J.P., Silva, R.S., & Nascimento, P.R.F. (2018). Composição florística, ecologia e formas biológicas de macrófitas aquáticas registradas em ecossistemas aquáticos dulcícolas de Pernambuco. Revista Lumen, 27(2), 101–116. https://dx.doi.org.10.24024/2357-9897v27n2a2018p1010116 DOI: https://doi.org/10.24024/23579897v27n2a2018p1010116

APG IV. (2016). An Update of the Angiosperm Phylogeny Group Classification for the Orders and Families of Flowering Plants. Botanical Journal of the Linnean Society, 181, 1-20. https://doi.org/10.1111/boj.12385. DOI: https://doi.org/10.1111/boj.12385

Arouche, M. M. B., Costa, L. B. S., Rabelo, T. O., Hora, R. C., Pott, A., Pott, V. J., & Almeida Junior, E.B. (2021). Macrófitas aquáticas da coleção do herbário do Maranhão (MAR). Boletim Do Laboratório De Hidrobiologia, 31(1). https://doi.org/10.18764/1981-6421e2021.4. DOI: https://doi.org/10.18764/1981-6421e2021.4

Banach, A., Kuźniar A., Grządziel, J. J., & Wolińska, A. (2020). Azolla filiculoides L. as a source of metal-tolerant microorganisms. PLoS ONE, 15(5), e0232699–e0232699. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0232699. DOI: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0232699

Bando, F. M., Michelan, T. S., Cunha, E. R., Figueiredo, B. R. S., & Thomaz, S. M. (2015). Macrophyte species richness and composition are correlated with canopy openness and water depth in tropical floodplain lakes. Brazilian Journal of Botany, 38(2), 289–294. https://doi.org/10.1007/s40415-015-0137-y DOI: https://doi.org/10.1007/s40415-015-0137-y

Behera, T., Kaur, A., Kumar, A., Maggirwar, R., & Kumar, S. (2022). Antibacterial Activity of Ceratopteris thalictroides: An Unexplored Wild Food. Asian Pacific Journal of Health Sciences, 9(3), 235–241. https://doi.org/10.21276/apjhs.2022.9.3.48. DOI: https://doi.org/10.21276/apjhs.2022.9.3.48

Bickel, T. O., & Eldershow, V. (2012). Ecology of the submersed aquatic weed Cabomba caroliniana in Australia. In: Eldershaw, V. (ed.), Eighteenth Australasian Weeds Conference, Melbourne, 8–11 October 2012. Weed Society of Victoria: 21–24.

Bomfim, F. F., Luísa, A., Melo, L., Vieira, E., & Michelan, T. S. (2023). Land use increases macrophytes beta diversity in Amazon streams by favoring amphibious life forms species. Community Ecology, 24(2), 159–170. https://doi.org/10.1007/s42974-023-00139-5 DOI: https://doi.org/10.1007/s42974-023-00139-5

Bornette, G., & Puijalon, S. (2010). Response of aquatic plants to abiotic factors: a review. Aquatic Sciences, 73(1), 1–14. https://doi.org/10.1007/s00027-010-0162-7 DOI: https://doi.org/10.1007/s00027-010-0162-7

Catian, G., Scremin-Dias, E., & Pott, A. (2019). Reproductive phenology of macrophyte community in response to wetland flooding cycle. Oecologia Australis, 23(04), 856–873. https://doi.org/10.4257/oeco.2019.2304.11. DOI: https://doi.org/10.4257/oeco.2019.2304.11

Chiavaroli, A., Di Simone, S. C., Sinan, K. I., Ciferri, M. C., Angeles Flores, G., Zengin, G., Etienne, O. K., Ak, G., Mahomoodally, M. F., Jugreet, S., Cziáky, Z., Jekő, J., Recinella, L., Brunetti, L., Leone, S., Angelini, P., Venanzoni, R., Menghini, L., Ferrante, C., & Orlando, G. (2020). Pharmacological Properties and Chemical Profiles of Passiflora foetida L. Extracts: Novel Insights for Pharmaceuticals and Nutraceuticals. Processes, 8(9), 1034. https://doi.org/10.3390/pr8091034. DOI: https://doi.org/10.3390/pr8091034

Coelho Neto, M. G., & Souza., L. L. (2022). Estudo preliminar da composição, riqueza e similaridade de comunidades de macrófitas aquáticas (Tonantins, Amazonas). Holos Environment, 22(1), 65–77. https://doi.org/10.14295/holos.v22i1.12469. DOI: https://doi.org/10.14295/holos.v22i1.12469

Correia, A. J.; & Bove, C. P. 2017. Flora do Rio de Janeiro: Cabombaceae. Rodriguésia, 68(1), 033-035. https://doi.org/10.1590/2175-7860201768105. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-7860201768105

Costa, S. M., Barbosa, T. D. M., Bittrich, V., & Amaral, M.C.E. (2016). Floristic survey of herbaceous and subshrubby aquatic and palustrine angiosperms of Viruá National Park, Roraima, Brazil. PhytoKeys, 58, 21–48. https://doi.org/10.3897/phytokeys.58.5178. DOI: https://doi.org/10.3897/phytokeys.58.5178

Demarchi, L. O., Lopes, A., Ferreira, A. B., & Piedade, M. T. F. (2018). Ecologia e guia de identificação: macrófitas aquáticas do Lago Amazônico. Manaus: Editora INPA.

Demarco, A. F., Bonemann D. H., Ribeiro, A. S., Sant’Anna, R., Gelesky, M. A., Godinho, M., Quadros, M. S., Pieniz, S., & Andreazza, R. (2023). Resistance mechanisms of Hydrocotyle ranunculoides to Cr(VI): A biolfilter plant. Journal of Cleaner Production, 405, 136721–136721. https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2023.136721. DOI: https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2023.136721

EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. EMBRAPA Amazônia Oriental. Belém, PA, (2023). Disponível em: https://www.embrapa.br/amazonia-oriental/estacao-de-piscicultura. Acesso: em: 15 jan. 2023.

Esteves, F. A. (2011). Fundamentos de Limnologia. 3rd Ed.: Interciência, Rio de Janeiro. 826p.

Fares, A. L. B., Sousa, R. L. M., Gurgel, E. S. C., Gil, A. S. B., Silva, C. A. S., & Michelan, T. S. (2021). Diversity of macrophytes in the Amazon deforestation arc: information on their distribution, life-forms and habits. Rodriguésia, 72. https://doi.org/10.1590/2175-7860202172117. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-7860202172117

Ferreira, L. V., Miranda, A. M. S., Gurgel, E. S. C., Santos, J. U., Brito, E. G., & Maia, A. P. M. (2022). A importância do Parque Estadual do Utinga Camilo Viana para a conservação das espécies de plantas e fungos da região metropolitana de Belém, Pará, Brasil. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais, 17(1), 165-205. https://doi.org/10.46357/bcnaturais.v17i1.779. DOI: https://doi.org/10.46357/bcnaturais.v17i1.779

Ferreira, P. R. G., Santana, G. P., Rocha, S. D., Araújo, R. O. de, Silva, W. de O., Ferreira, S. J. F., Pio, M. C. S., & Mota, F. A. C. (2023). Sistema de tratamento de águas contaminadas por esgotos domésticos utilizando Cyperus surinamensis (C. surinamensis, Cyperaceae). Revista Contemporânea, 3(6), 5577–5599. https://doi.org/10.56083/RCV3N6-047. DOI: https://doi.org/10.56083/RCV3N6-047

Fidalgo, O., & Bononi, V. L. R. (1984). Técnicas de coleta, preservação e herborização de material botânico. São Paulo: Instituto de Botânica.

Filgueiras T. S., Oliveira R. P., Sfair J.C., Monteiro N. P., & Borges R. A. X. (2013). Poaceae. In: Martinelli G., Moraes M. A. (orgs.) Livro Vermelho da Flora do Brasil. Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. p. 858-881.

Flora do Brasil 2020 em construção. (2023). Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Recuperado de http://floradobrasil.jbrj.gov.br/.

Ghori, S. S., Tehseen, F., Sultana, S. S., Fatima, N., & Ahmed, M. M. (2021). Phytochemical Investigation, liquid chromatography-mass spectrometry analysis, antibacterial and anthelminthic activity of Lindernia crustacea (L.) F. Muell. Indian Journal of Pharmaceutical Sciences, 83(6), 1314–1319. https://doi.org/10.36468/pharmaceutical-sciences.888. DOI: https://doi.org/10.36468/pharmaceutical-sciences.888

Goetghebeur, P., (1998). Cyperaceae. In: K. KUBITZKI (Ed.): The families and genera of vascular plants. Monocotyledons: 4: 141-190. Springer, Hamburg. https://doi.org/10.1007/978-3-662-03531-3_15. DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-662-03531-3_15

Gomes, A. C., & Aoki, C. (2015). Efeito da sazonalidade hídrica sobre a fitossociologia de macrófitas aquáticas em uma lagoa no Pantanal, Brasil. Journal of Neotropical Biology, 12(1), 1–7. https://doi.org/10.5216/rbn.v1i1.33966. DOI: https://doi.org/10.5216/rbn.v1i1.33966

Gomez, F. H., Collivignarelli, M. C., Masoud, A. M. N., Carnevale Miino, M., Torres, K. C., Quintero, J. A., Sorlini, S., & Vaccari, M. (2023). Mercury Removal from Mining Wastewater by Phytoaccumulation in Autochthonous Aquatic Plant Species. Clean Technologies, 5(3), 839–851. https://doi.org/10.3390/cleantechnol5030041. DOI: https://doi.org/10.3390/cleantechnol5030041

Hammer, Ø., Harper, D. A. T.; & Ryan, P. D. (2006). PAST–Palaeontological statistics, ver. 1.34. Universidad de Oslo (http://folk. uio. no/ohammer/past/).

Harenčár, J. G., Ávila‐Lovera E., Goldsmith, G. R., Chen, G. Y., & Kay, K. M. (2022). Flexible drought deciduousness in a neotropical understory herb. American Journal of Botany, 109(8), 1262–1272. https://doi.org/10.1002/ajb2.16037. DOI: https://doi.org/10.1002/ajb2.16037

INMET. Instituto Nacional de Meteorologia. (2023). Dados Climatológicos da cidade de Belém. Belém. Disponível em: Disponível: https://portal.inmet.gov.br/. Acesso: em: 13 out. 2023.

Iqbal, A. Fahad, S., Iqbal, M. Alamzeb, M, Ahmad, A., Anwar, S., & Khan, A. K. (2020). Special Adaptive Features of Plant Species in Response to Drought. In: Hasanuzzaman, M., Tanveer, M. (eds) Salt and Drought Stress Tolerance in Plants. Signaling and Communication in Plants. Springer, Cham. https://doi.org/10.1007/978-3-030-40277-8_4. DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-030-40277-8_4

Junk, W. J., Piedade, M. T. F., Lourival, R., Wittmann, F., Kandus, P., Lacerda, L. D., Bozelli, R. L., Esteves, F.A., Nunes da Cunha, C., Maltchik, L., Schöngart, J., Schaeffer-Novelli, Y., & Agostinho, A. A. (2013). Brazilian wetlands: their definition, delineation, and classification for research, sustainable management, and protection. Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems, 24(1), 5–22. https://doi.org/10.1002/aqc.2386. DOI: https://doi.org/10.1002/aqc.2386

Kawakita, K., Fontana, A. C., Garcia, J. M., Rodrigues, R. S., & Filgueiras, T. S. (2018). Poaceae em uma planície de inundação no Brasil: distribuição espacial e conservação. Rodriguésia, 69(2), 577–594. https://doi.org/10.1590/2175-7860201869223. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-7860201869223

Li, Z., He, L., Zhang, H., Urrutia‐Cordero, P., Ekvall, M. K., Hollander, J., & Hansson, L. (2016). Climate warming and heat waves affect reproductive strategies and interactions between submerged macrophytes. Global Change Biology, 23(1), 108–116. https://doi.org/10.1111/gcb.13405. DOI: https://doi.org/10.1111/gcb.13405

Lima, L. F., Silva, S. S. L., Moura-Júnior, E. G., & Zickel, C. S. (2011). Composição florística e chave de identificação das macrófitas aquáticas ocorrentes em reservatórios do estado de Pernambuco. Rodriguésia, 62(4), 771–783. https://doi.org/10.1590/s2175-78602011000400006. DOI: https://doi.org/10.1590/S2175-78602011000400006

Lorenzi, H. (2008). Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. 4th Edition, Instituto Plantarum, Nova Odessa, 640 p.

Maciel-Silva, J. F., Nunes, C. S., Ferreira, L. V., & Gil, A. S. B. (2019). Cyperaceae aquáticas e palustres na Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Amazônia, Brasil. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais 14(3): 391-423. DOI: https://doi.org/10.46357/bcnaturais.v14i3.223

Matos, G. S., Pinto, M. N., Cruz, J., Viana, C. S., & Lima, R. A. (2020). Macrófitas aquáticas em áreas de várzea da comunidade de São José, no Município de Benjamin Constant, Amazonas, Brasil. Biota Amazônia, 10(1), 11–16. https://doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v10n1p11-16.

Menezes, M. A. B. C. Fanolga, I., Šlejkovec, Z. Jaćimović, R., Couto, N., Deschamps, E., & Faganeli, J. (2020). Arsenic in Sediments, Soil and Plants in a Remediated Area of the Iron Quadrangle, Brazil, and its Accumulation and Biotransformation in Eleocharis geniculata. Acta Chimica Slovenica, 67(3), 985–991. https://doi.org/10.17344/acsi.2019.5760. DOI: https://doi.org/10.17344/acsi.2019.5760

Moura-Júnior, E. G., Paiva, R.M.S., Ferreira, A.C., Pacopahyba, L.D., Tavares, A.S., Ferreira, F.A., & Pott, A. (2015). Updated checklist of aquatic macrophytes from Northern Brazil. Acta Amazonica, 45(2), 111–132. https://doi.org/10.1590/1809-4392201402662. DOI: https://doi.org/10.1590/1809-4392201402662

Murphy, K., Efremov, A., Davidson, T.A., Molina-Navarro, E., Fidanza, K., Crivelari Betiol, T. C., Chambers, P., Tapia Grimaldo, J., Varandas Martins, S., Springuel, I., Kennedy, M., Mormul, R. P., Dibble, E., Hofstra, D., Lukács, B. A., Gebler, D., Baastrup-Spohr, L., & Urrutia-Estrada, J. (2019). World distribution, diversity and endemism of aquatic macrophytes. Aquatic Botany, 158, 103127. https://doi.org/10.1016/j.aquabot.2019.06.006. DOI: https://doi.org/10.1016/j.aquabot.2019.06.006

Newman, J.R., & Dawson, F.H. (1999). Ecology, distribution and chemical control of Hydrocotyle ranunculoides in the U.K. Hydrobiologia, 415, 295–298. https://doi.org/10.1023/a:1003877613462. DOI: https://doi.org/10.1007/978-94-017-0922-4_42

Ni, M., Liang, X., Hou, L., Li, W., & He, C. (2022). Submerged macrophytes regulate diurnal nitrous oxide emissions from a shallow eutrophic lake: A case study of Lake Wuliangsuhai in the temperate arid region of China. Science of the Total Environment, 811, 152451–152451. https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.152451. DOI: https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.152451

Nogueira, G. S., Bezerra, G. S., & Piana, P. A. (2022). Tratamento de efluente de aquicultura com macrófitas flutuantes: revisão sistêmica e metanálise. Research, Society and Development, 11(4), e36811426533-e36811426533. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i4.26533. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v11i4.26533

Noleto, E. V., Barbosa, M. V. M., & Pelicice, F. M. (2019). Distribution of aquatic macrophytes along depth gradients in Lajeado Reservoir, Tocantins River, Brazil. Acta Limnologica Brasiliensia, 31. https://doi.org/10.1590/s2179-975x9317. DOI: https://doi.org/10.1590/s2179-975x9317

Nzei, J. M., Ngarega, B. K., Mwanzia, V. M., Musili, P. M., Wang, Q., & Chen, J. (2021). The past, current, and future distribution modeling of four water lilies (Nymphaea) in Africa indicates varying suitable habitats and distribution in climate change. Aquatic Botany, 173, 103416–103416. https://doi.org/10.1016/j.aquabot.2021.103416. DOI: https://doi.org/10.1016/j.aquabot.2021.103416

Pereira, A. L. P., Monteiro, B., Azevedo, J., Campos, A., Osório, H., & Vasconcelos, V. (2015). Effects of the naturally-occurring contaminant microcystins on the Azolla filiculoides – Anabaena azollae symbiosis. Ecotoxicology and Environmental Safety, 118, 11–20. https://doi.org/10.1016/j.ecoenv.2015.04.008. DOI: https://doi.org/10.1016/j.ecoenv.2015.04.008

Pereira, K. M., Hefler, S. M., Trentin, G., & Rolon, A. S. (2021). Influences of landscape and climatic factors on aquatic macrophyte richness and composition in ponds. Flora, 279, 151811–151811. https://doi.org/10.1016/j.flora.2021.151811. DOI: https://doi.org/10.1016/j.flora.2021.151811

Pinheiro, E. P., Marques, E. E., & Lolis, S. F. (2019). Monitoramento de empreendimentos hidrelétricos na bacia do rio Tocantins, Brasil: o que aprendemos com os estudos das macrófitas aquáticas. Biotemas, 32(3), 11–22. https://doi.org/10.5007/2175-7925.2019v32n3p11. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2019v32n3p11

Pinheiro, M. N. M., & Jardim, M. A. G. (2015). Composição Florística e Formas Biológicas de Macrófitas Aquáticas em Lagos da Amazônia Ocidental, Roraima, Brasil. Biota Amazônia, 5(3), 23–27. https://doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v5n3p23-27. DOI: https://doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v5n3p23-27

PPG I. (2016). A community‐derived classification for extant lycophytes and ferns. Journal of Systematics and Evolution, 54. 563–603. DOI: https://doi.org/10.1111/jse.12229

Prefeitura de Belém. (2020). Unidade coordenadora do programa de saneamento da Bacia da Estrada nova. Consórcio ENGIS-AMPLA. Vol.1. Caracterização geral do município de Belém. Belém: Prefeitura de Belém. 418p.

Pitelli, R. L. C. M., Toffaneli, C. M., Vieira, E. A., Pitelli, R. A., & Velini, E. D. (2008). Dinâmica da comunidade de macrófitas aquáticas no reservatório de Santana, RJ. Planta Daninha, 26(3), 473–480. https://doi.org/10.1590/s0100-83582008000300001. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-83582008000300001

Queiroz, R. C. S., Maranduba, H. L., Hafner, M. B., Rodrigues, L.B., & Almeida Neto, J. A. (2020). Life cycle thinking applied to phytoremediation of dairy wastewater using aquatic macrophytes for treatment and biomass production. Journal of Cleaner Production, 267, 122006–122006. https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2020.122006. DOI: https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2020.122006

Rameshkumar, S., Radhakrishnan, K., Aanand, S., & Rajaram, R. (2019). Influence of physicochemical water quality on aquatic macrophyte diversity in seasonal wetlands. Applied Water Science, 9(1). https://doi.org/10.1007/s13201-018-0888-2. DOI: https://doi.org/10.1007/s13201-018-0888-2

Riis, T., Levi, P. S., Baattrup-Pedersen, A., Jeppesen, K. G., & Rosenhøj Leth, S. (2017). Experimental drought changes ecosystem structure and function in a macrophyte-rich stream. Aquatic Sciences, 79(4), 841–853. https://doi.org/10.1007/s00027-017-0536-1. DOI: https://doi.org/10.1007/s00027-017-0536-1

Rocha, A. E. S. Costa Neto, S. V., & Thomaz, D. O. Macrófitas aquáticas: rio Araguari, Amapá, Brasil – Macapá/AP. (2022).

Rodrigues, M. E. F., Souza, V. C., & Pompêo, M. L. M. (2017). Levantamento florístico de plantas aquáticas e palustres na Represa Guarapiranga, São Paulo, Brasil. Boletim de Botânica, 35, 1. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9052.v35i0p1-64. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9052.v35i0p1-64

Rozenete, C., Silva, S. C. A., Nunes, M. G., & Imig, D. C. (2021). Macrófitas do Parque Municipal do Iguaçu, Paraná, Brasil. Revista UNIANDRADE, 22(1), 38-47. https://dx.doi.org/10.18024/1519-. 5694/revuniandrade.v22n1p-38-47. DOI: https://doi.org/10.5935/1519-5694.20210004

Roy, D. C.; Pakhira, M. C.; & Bera, S. (2016). A review on biology, cultivation and utilization of Azolla. Adv Life Sci, 5(1), 11-15.

Sabino, J. H. F., Araújo, E. S., Cotarelli, E. M., Siquira Filho, J. A., & Campelo, M. J. A. (2015). Riqueza, composição florística, estrutura e formas biológicas de macrófitas aquáticas em reservatórios do semiárido nordestino, Brasil. Natureza on line 13 (4): 184-194.

Santana, M. S., Santos, C. B., & Mitsuka, P. M. (2021). Composição de macroinvertebrados associados a macrófitas aquáticas como parâmetro para avaliação da qualidade da água de um reservatório no semiárido baiano. Biotemas, 34(3), 1–14. https://doi.org/10.5007/2175-7925.2021.e78598. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2021.e78598

Silva, D. S., Marques, E. E., & Lolis, S. F. (2012). Macrófitas aquáticas: “vilãs ou mocinhas”?. Interface (Porto Nacional), 4:15-26

Silva, E. C. V., & Fontes, K. A. A. (2018). Macrófitas aquáticas no nordeste maranhense: levantamento florístico e chave de identificação. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais 13(3): 355-365. DOI: https://doi.org/10.46357/bcnaturais.v13i3.342

Souza, D. C., Cunha, E. R., Murillo, R. A., Silveira, M. J., Pulzatto, M. M., Dainezfilho, M. S., Lolis, L. A., & Thomaz, S. M. (2017a). Species inventory of aquatic macrophytes in the last undammed stretch of the Upper Paraná River, Brazil. Acta Limnologica Brasiliensia, 29(e115). DOI: https://doi.org/10.1590/s2179-975x6017

Souza, W. O., Pena, N. T. L., Garbin, M. L., & Alves-Araújo, A. (2017b). Macrófitas aquáticas do Parque Estadual de Itaúnas, Espírito Santo, Brasil. Rodriguésia, 68(5), 1907–1919. https://doi.org/10.1590/2175-7860201768523. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-7860201768523

Torres, C. R. M., Fernando, E. M., & Lucena, M. F.A. (2016). Checklist de Plantas aquáticas em trechos de Caatinga Do Semiárido Paraibano, Nordeste do Brasil. Gaia Scientia, 10(4). http://dx.doi.org/10.21707/gs.v10.n04a23. DOI: https://doi.org/10.21707/gs.v10.n04a23

Tran, T. L. N., Miranda, A. F., Abeynayake, S. W., & Mouradov, A. (2020). Differential Production of Phenolics, Lipids, Carbohydrates and Proteins in Stressed and Unstressed Aquatic Plants, Azolla filiculoides and Azolla pinnata. Biology, 9(10), 342. https://doi.org/10.3390/biology9100342. DOI: https://doi.org/10.3390/biology9100342

Vasconcelos, V. M., Morais, E. R. C., Faustino, S. J. B., Hernandez, M. C. R., Gaudêncio, H. R. S.

C., Melo, R.R., & Bessa Junior, A. P. (2021). Floating aquatic macrophytes for the treatment of aquaculture effluents. Environmental Science and Pollution Research International, 28(3), 2600–2607. https://doi.org/10.1007/s11356-020-11308-8 DOI: https://doi.org/10.1007/s11356-020-11308-8

Viana, C. R. S., Barbosa, A. P. D., Oliveira Junior, E. S., Ignácio, A. R. A., Carniello, M. A., Silva, D. J., Santos Filho, & M., Muniz, C. C. (2020). Peixes associados à formação de Ludwigia sedoides (Humb. & Bonpl.) H.Hara e Salvinia auriculata Aubl. rio Paraguai, Pantanal Norte. Revista de Ciências AgroAmbientais, 18(1), 50–54. https://doi.org/10.5327/rcaa.v18i1.4550.

Downloads

Publicado

2024-10-09

Como Citar

da Conceição Oliveira, M., Sampaio Cabral, G., Luiz Morais de Sousa, R., & Souza da Silva, R. (2024). Macrófitas Aquáticas da Estação de Piscicultura Carlos Estevão de Oliveira da EMBRAPA Amazônia Oriental, Pará, Brasil. Revista Brasileira De Geografia Física, 17(5), 3364–3385. https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.5.p3364-3385

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.