Gestão de Riscos Climáticos: Avanços e Desafios no Semiárido Nordestino
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v17.5.p3778-3793Palavras-chave:
Governança, Gestão de Risco, Recursos Hídricos, CearáResumo
Aproximadamente 3,6 bilhões de pessoas vivem em contextos vulneráveis às mudanças climáticas. Os extremos hidrológicos, como as estiagens e as enxurradas são fatores de risco de fenômenos meteorológicos e climáticos que caracterizam ambientes semiáridos. Este estudo examina em que extensão a governança de recursos hídricos no Semiárido Nordestino considera os riscos climáticos. Esta pesquisa usa a abordagem qualitativa por meio da estratégia do estudo de caso simples no estado do Ceará. Baseia-se em entrevistas com 28 participantes que atuam na gestão hídrica do estado. Os resultados indicam que a gestão do risco climático no CE, apresenta uma série de evoluções e desafios para se configurar numa perspectiva de governança de recursos hídricos. As evoluções constatadas culminaram em uma estrutura institucional para o gerenciamento dos recursos hídricos, juntamente com uma extensa infraestrutura hídrica que abrange reservatórios, poços, sistemas de transporte de água e conexões interligando as várias bacias hidrográficas. O conjunto dessas iniciativas ampliou de maneira significativa a segurança no abastecimento de água e conferiu uma maior capacidade de resistência durante os períodos de escassez hídrica. Os principais desafios estão o desenvolvimento de estratégias que englobam o alinhamento da política ambiental com a política de recursos hídricos, debater as temáticas sobre as mudanças climáticas dentro das reuniões dos comitês, continuação da política estadual de recursos hídricos e o uso eficiente dos recursos hídricos para os diversos usos. Em síntese, este estudo tem implicações teóricas para a governança de recursos hídricos ao propor um modelo de gerenciamento de gestão de riscos climáticos.
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