Avaliação de metodologias estatísticas para definição de anos padrão de chuva na bacia hidrográfica do rio Preto - Paraibuna – MG/RJ

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.01.p477-494

Palavras-chave:

Estatística descritiva;, Variabilidade Climática;, Anos padrão de chuva

Resumo

O clima, enquanto fenômeno, e seu estudo constituem abstrações teóricas que requerem a aplicação de diferentes metodologias para que possam ser caracterizadas. Os procedimentos estatísticos, por sua vez, estão dentre estas técnicas que possibilitam a identificação de padrões e anomalias, e representam interessantes ferramentas na compreensão da variabilidade climática de um local. Neste contexto, o presente artigo propõe discutir e comparar metodologias estatísticas empregadas na escolha de anos padrão de chuva, tendo a bacia hidrográfica do rio Preto-Paraibuna – MG/RJ como unidade espacial de análise e séries históricas (1946-2014) da Agência Nacional das Águas (ANA) como recorte de dados pluviométricos A definição das técnicas estatísticas empregadas tomou por base o estudo de  Silvestre et al. (2014) que, em seus estudos sobre estatística aplicada à climatologia, discutiram os procedimentos de maneira aprofundada e delimitaram blox plot, quantil, fórmula de Sturges e desvio padrão para serem aplicadas. Os resultados demonstraram que houve certa similaridade nos resultados e que todas as técnicas aplicadas apresentaram desvantagens e vantagens. A escolha dos anos padrão por meio de técnicas estatísticas se mostrou, portanto, eficiente para o (re)conhecimento da variação interanual das chuvas na bacia.

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Biografia do Autor

Cinthia Maria Amaral, UFRJ

Doutoranda em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Mestra em Geografia pela Universidade Federal Fluminense - UFF Campos (2017), Bacharela e Licenciada em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF (2013/2014). Possui experiência em Geotecnologias, atuando com Sensoriamento Remoto, Processamento Digital de Imagens e Geoprocessamento correlacionados aos estudos de Geografia Física e, principalmente, estudos voltados à Geomorfologia Urbana - identificação de áreas de risco a movimentos de massa e inundações e os impactos relacionados frente aos desastres socioambientais

Isabela Belmira Santos Giarola, UFRJ

Licenciada em Geografia pela Universidade Federal de São João del Rei (2013), bacharela pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2016), mestra e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGG-UFRJ). Tem experiência na área de Geociências, com destaque em Geomorfologia Fluvial.

Debora Couto de Assis, UFMG

Doutora em Geografia pela Universidade Federal de Minas Gerais, Geógrafa e Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Pesquisadora associada do Centro de Inteligência Territorial - CIT e Centro de Sensoriamento Remoto - CSR/UFMG. Atua nas áreas de Geotecnologias, Análise Ambiental e Inteligência territorial, aplicadas a projetos de avaliação de conformidade socioambiental, rastreabilidade da pecuária e procedimentos de validação automatizada do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Desenvolve pesquisa nos campos metodologias aplicadas aos estudos de Climatologia Geográfica, Clima Urbano e Planejamento Urbano.

Franciele de Oliveira Pimentel, CEFET-MG

Doutorado em andamento no Programa de Pós Graduação em Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais. Possui Mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Bacharelado e Licenciatura em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem experiência na área de Climatologia Urbana, Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. Atualmente é Professora Efetiva com regime de Dedicação Exclusiva do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais,(CEFET-MG).

Ricardo Augusto Martins, UFF

Mestre em Sistemas de Gestão na Universidade Federal Fluminense (UFF), especialista em Gestão de Pessoas pela Universidade Salgado de Oliveira (Universo), bacharel em Administração pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRuralRJ) e em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

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Publicado

2026-02-06

Como Citar

Evangelista de Oliveira, D., Amaral, C. M., Giarola, I. B. S., Assis, D. C. de, Pimentel, F. de O., & Martins, R. A. (2026). Avaliação de metodologias estatísticas para definição de anos padrão de chuva na bacia hidrográfica do rio Preto - Paraibuna – MG/RJ. Revista Brasileira De Geografia Física, 19(01), 477–494. https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.01.p477-494

Edição

Seção

Climatologia e Meteorologia

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