Políticas Públicas Federais, Estaduais e Municipais Voltadas para Unidades de Conservação.
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v15.2.p650-669Palavras-chave:
Conservação, Biodiversidade, Legislação, Direito Ambiental, Unidades de Conservação.Resumo
As alterações causadas por atividades humanas em áreas naturais são uma das principais ameaças à biodiversidade. Assim, faz-se importante a implantação de Políticas Públicas visando a criação e gestão das Unidades de Conservação, estratégia eficaz para garantir a preservação de uma área natural. Objetivou-se neste artigo, identificar as Políticas Públicas Federais, do Estado de Minas Gerais e de quatro Municípios do Sul de Minas (Inconfidentes, Itajubá, Poços de Caldas e Pouso Alegre) voltadas para a criação e gestão de Unidades de Conservação. A pesquisa documental foi realizada através dos websites relacionados aos níveis Federal, Estadual e Municipal, com as palavras-chave: “Unidade de Conservação”, “UCs”, “Área de Proteção Ambiental”, “Áreas Protegidas” e “Preservação”. Os resultados obtidos apresentaram que os principais Programas Federais que envolvem Unidades de Conservação, procuram por soluções que combinem a conservação da biodiversidade da área preservada e do meio ambiente em geral, com o uso sustentável de seus recursos naturais, ao mesmo tempo em que melhoram as condições de vida da população local. Não foi encontrado, dentre os locais estudados, nenhum programa municipal envolvendo Unidades de Conservação. Verificou-se que, apesar do Brasil ser um país que tem uma legislação ambiental numerosa, muitas normas são antigas e não tiveram alterações adequando-se às novas Políticas Federais e Estaduais. A instabilidade política do Brasil dificulta a criação e coordenação de políticas ambientais.
Palavras-chave: conservação, biodiversidade, legislação, direito ambiental.
Federal, state and local public policies about protected areas
A B S T R A C T
The changes caused by human activities in Natural Areas are one of the main threats to the biodiversity. Therefore, it’s necessary the implementation of Public Policies aiming the creation of a Conservation Unit, an effective strategy to guarantee the preservation of a natural area. It was objectified in this article, to identify the Federal Public Policies, in the State of Minas Gerais and in four cities from the Southern of the State (Inconfidentes, Itajubá, Poços de Caldas e Pouso Alegre) aimed to the creation and management of Conservation Units. The documental research was realized through websites related to the Federal, Subnational and Municipalities levels, with the keywords: “Conservation Units”, “Environmental Protection Area” “Protected Areas” and “Preservations”. The achieved results have shown that the main Federal Programs that involve Conservation Unit, look for solutions that combine the conservation of the biodiversity in preserved area and environment areas in general, with the sustainable use of their natural resources, by the same time that have been improved the local population lives’ condition. It hasn’t been found out, among the studied places, any city’s program related to Conservation Units. It was verified that, even though Brazil be a country that has numerous environment legislation, many norms are old and haven't had alterations, adapting themselves to the New Federal and Subnational Policies. The instable politic from Brazil makes difficult the creation and coordination of Environmental Policies.
Keywords: conservation, biodiversity, legislation, environmental law.Downloads
Referências
Abessa, D., Famá, A., Buruaem, L., 2019. The systematic dismantling of Brazilian environmental laws risks losses on all fronts. Nat Ecol Evol. Vol. 3, 510–511. Disponível:<https://doi.org/10.1038/s41559-019-0855-9>. Acesso: 12 jul. 2021.
Ayres, J. M., Fonseca, Gustavo A. B., Queiroz, H. L., 2005. Os corredores ecológicos das florestas tropicais do Brasil, 1 ed. Sociedade Civil Maminaurá, Belém.
Almeida, L. T., Olímpio, J. L. S., Pantalena, A. F., Almeida, B. S., Soares, M. O., 2016. Evaluating ten years of management effectiveness in a mangrove protected area. Ocean & Coastal Management, v. 125, p. 29-37. Disponível: < DOI:10.1016/j.ocecoaman.2016.03.008>. Acesso: 14 fev. 2022.
Almeida, N. A., Andrade, B. G., Soares, P. R. C., Angelo, H., 2018. Segurança ambiental na estação ecológica de águas emendadas no dis¬trito federal. Ciência Florestal, v. 28. Disponível:https://doi.org/10.5902/1980509835047>. Acesso: 14 fev. 2022.
Alvarenga, L. J., 2013. A conservação do bioma Cerrado: o direito ante a fragmentação de ciências e ecossistemas, 1 ed. Annablume, São Paulo.
Arruda, G. C. M., Fedel, I. R., 2020. Unidades de conservación ambiental em el estado de Ceará: implementación y sostenibilidad. Veredas do Direito, v.17. Belo Horizonte.
Assunção, J., Rocha, R., 2014. Getting Greener by Going Black: The Priority Municipalities in Brazil. Climate Policy Initiative. Disponível:< https://climatepolicyinitiative.org/wp-content/uploads/2014/08/Getting-Greener-by-Going-Black-Technical-Paper.pdf>. Acesso: 14 fev. 2022.
Barros, V. C. C., et al., 2020. Pagamento por serviço ambiental: panorama do Programa Bolsa Verde do Estado de Minas Gerais. Revista em Agronegócio e Meio Ambiente, v. 13. Maringá. Disponível:https://doi.org/10.17765/2176-9168.2020v13n4p1347-1363>. Acesso: 14 fev. 2022.
Bertoldi, M.R.; Damasceno, A. T. M., 2020. A conservação da biodiversidade na Amazônia e a governança transnacional ambiental: o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) e a experiência local com o Parque Nacional do Cabo Orange (PNCO). Revista de Direito da Cidade, v.12, Rio de Janeiro.
Bizzo, E. F., Farias, A. L. A., 2017. Priorização de municípios para prevenção, monitoramento e controle de desmatamento na Amazônia: uma contribuição à avaliação do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm). Desenvolvimento e Meio Ambiente, v.42. Disponível:https://revistas.ufpr.br/made/article/view/53542/34449>. Acesso: 14 fev. 2022.
BRASIL. 2000. Lei nº. 9.985, de 18 de julho. Disponível:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm >. Acesso: 22 fev. 2022.
BRASIL. 2002. Decreto nº 4.340, de 22 de agosto. Disponível:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/d4340.htm#:~:text=DECRETO%20N%C2%BA%204.340%2C%20DE%2022,inciso%20IV%2C%20e%20o%20art.>. Acesso: 22 fev. 2022.
BRASIL. 2016. Corredores Ecológicos - Iniciativa Brasileira no Contexto Continental. Documento de trabalho. Brasília.
Bravo, R. S., 1991. Técnicas de investigação social: Teoria e ejercícios. 7 ed. Ver. Madrid: Paraninfo.
Brito, F., 2012. Corredores ecológicos: uma estratégia integradora na gestão de ecossistemas. 2 ed. Ed. UFSC. Florianópolis.
Carneiro, M. J. T., Sandroni, L. T., 2018. Ciência e política pública na perspectiva dos gestores: clivagens e confluências. Revista Sociedade e Estado, V. 33. Disponível:< https://doi.org/10.1590/s0102-699220183301002>. Acesso: 14 fev. 2022.
Carvalho, A.V., Carvalho, R. A. F., Carvalho, D. G., Guimarães, J. L. C., 2020. Análise do Programa Bolsa Verde na Amazônia Legal sob a hipótese da Curva de Kuznets Ambiental. Revista Ciências Da Sociedade, v.4, issue.7, p. 69-89. Disponível:< DOI: https://doi.org/10.30810/rcs.v4i7.1400>. Acesso: 14 fev. 2022.
Castro, B. S., Young, C. E. F., 2017. Os problemas de coordenação de políticas públicas: desafios Para a Gestão Ambiental no Brasil. Revista TCE, v.12. Rio de Janeiro.
Crespo, S. B. S., Matos, K. M., Abreu, G. V., 2009. Manual da agenda ambiental na Administração Pública – A3P. 5 ed. Ministério do Meio Ambiente - MMA. Brasília.
Delazeri, L., 2016. Determinantes do Desmatamento nos Municípios do Arco Verde–Amazônia Legal: uma abordagem econométrica. Revista Economia Ensaios. Disponível:< DOI: 10.14393/REE-v.30. n.2a. >. Acesso: 14 fev. 2022.
Deuner, J. K., 2022. O SNUC, a produção do conhecimento e ação relativas ao uso público e educação ambiental no brasil (2014-2020)? Revbea, v. 17, p. 247-270, São Paulo. Disponível:https://doi.org/10.34024/revbea.2022.v17.11989>. Acesso: 15 fev. 2022.
Eco. Jornal o Eco, 2017. Noruega corta 50% do Fundo Amazônia e Sarney entrega desmatamento a Deus. Disponível: <https://www.oeco.org.br/noticia s/noruega-corta-50-dos-repasses-para-o-fundo-amazonia/>. Acesso: 12 jul. 2021
Eco. Jornal O Eco, 2021. Programa ARPA, que apoia unidades de conservação na Amazônia, é suspenso. Disponível:<https://www.oeco.org.br/reportagens/programa-arpa-que-apoia-unidades-de-conservacao-na-amazonia-e-suspenso/>. Acesso: 12 jul. 2021.
Fearnside, P. M., 2015. Deforestation soars in the Amazon. Nature, p. 423. Disponível:< DOI:10.1038/521423b>. Acesso: 14 fev. 2022.
Fernandes, L. L., Coelho A. B., Fernandes, E. A., Lima, J. E., 2011. Compensação e Incentivo à Proteção Ambiental: o caso do ICMS Ecológico em Minas Gerais. Revista de Economia e Sociologia Rural, v. 49, n. 3, p. 521-544. Disponível:< https://doi.org/10.1590/S0103-20032011000300001>. Acesso: 14 fev. 2022
Ferrante, L., Fearnside, P. M., 2019. Brazil’s new president and “ruralists” threaten Amazonia’s environment, traditional peoples and the global climate. Environ. Conserv, v. 46, p. 261–263. Disponível: <https://doi.org/10.1017/S0376892919000213>. Acesso: 12 jul. 2021
Frederico, R. G., Reis, V. C. S., Polaz, C. N. M., 2021. Conservação de peixes de riacho: planejamento e políticas públicas. Oecol. Aust. V. 25, p.546–564. Disponível: <https://revistas.ufrj.br/index.php/oa/article/view/546>. Acesso: 15 fev. 2022.
Figueiredo, H. P., Oliveira, M. A. C., Barros, J. H. S., Costa, R. B., 2016. Políticas Públicas e fragilidades na gestão de Unidades de Conservação Urbanas no Brasil, v. 22. Multitemas, Campo Grande, MS. Disponível: <https://www.multitemas.ucdb.br/multitemas/article/view/1316>. Acesso: 12 jul. 2021.
FUNBIO. Fundo Brasileiro para Biodiversidade. 2020. Paisagens sustentáveis da Amazônia. Disponível:<https://www.funbio.org.br/programas_e_projetos/paisagens-sustentaveis-da-amazonia/>. Acesso: 16 fev 2021.
Garvão, R. F., Baia, S. A. F. N., 2018. Legislação Ambiental: Um Histórico De Desafios E Conquistas Para As Políticas Públicas Brasileiras. Nova Revista Amazônica, v.6. Disponível: <https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6193>. Acesso:15 maio 2021.
Graciano, M. C., Abdala, K. O., Santos, L. L., 2019. Pagamentos por serviços ambientais e agricultura familiar: a experiência do Programa Bolsa Verde no Estado de Goiás. Inovação, gestão e sustentabilidade 2, 11. Atena Editora, Ponta Grossa (PR).
Godoy, L. R. C., Leuzinger, M. D., 2015. O Financiamento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação no Brasil. Características e tendências. Revista de Informação Legislativa, 52, 223-243. Disponível: < http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/512457 >. Acesso:15 maio 2021.
Gonçalvez, H., Meneguzzo, I. S., Moro, R. S., 2019. Políticas públicas para a conservação do Bioma Cerrado no Estado do Paraná, Brasil. Terr@Plural, 13, 138-152. Disponível:<https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/13373>. Acesso: 15 fev. 2022.
Gurgel, H. C., Hargrave, J., França, F., Holmes, R. M., Ricarte, F. M., Dias, B. F. S., Rodrigues, C. G. O., Brito, M. C. W., 2009. Unidades de Conservação e o falso dilema entre conservação e desenvolvimento. IPEA. Disponível: <http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5490>. Acesso: 04 maio 2021.
Hassler, M. L., 2006. A importância das unidades de conservação no Brasil. Sociedade & Natureza, 17, Disponível em: <https://seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/9204>. Acesso em: 14 fev. 2022.
Henry-Silva, G. G., 2005. A importância das unidades de conservação na preservação da diversidade biológica. Revista Logos, 12, 127-151.
Hõfling, E. M., 2001. Estado e políticas (públicas) sociais. Cadernos Cedes, ano XXI, nº 55. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/ccedes/a/pqNtQNWnT6B98Lgjpc5YsHq/?format=pdf&lang=pt>. Acesso em: 14 fev. 2022.
ICMBio. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2008. Instrução Normativa ICMBio Nº 5 de 15 de maio de 2008. Dispõe sobre o procedimento administrativo para a realização de estudos técnicos e consulta pública para a criação de unidade de conservação federal. Disponível: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/d4340.htm>. Acesso: 6 out. 2020.
ICMBio. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. 2021. Educação Ambiental. Disponível: . Acesso: 12 jul. 2021.
IEF. Instituto Estadual de Florestas. 2020. Programa de Voluntariado em Unidades de Conservação do IEF. Disponível: <http://www.ief.mg.gov.br/component/content/article/3306-nova-categoria/2758-programa-de-voluntariado-em-unidades-de-conservacao-do-ief>. Acesso: 12 jul. 2021.
IEF. Instituto Estadual de Florestas. 2020. Contrato de estruturação de projeto n 20.2.0483.1 – celebrado entre IEF e BNDES. Disponível: <http://www.ief.mg.gov.br/component/content/article/3306-nova-categoria/3324-contrato-de-estruturacao-de-projeto-n-20204831-celebrado-entre-ief-e-bndes>. Acesso: 12 jul. 2021.
INPE. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Coordenação Geral de Observação da Terra. TerraBrasilis. Disponível: <http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/>. Acesso: 12 jul. 2021.
Lima, R. S., Carvalho, A. P., 2021. Passou a boiada e agora chama a polícia. Revista Piauí. Folha de São Paulo. Disponível: <https://piaui.folha.uol.com.br/passou-boiada-e-agora-chama-policia/>.Acesso: 12 jul. 2021.
Ludke, M., André, M. E. D. A., 2013. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas, 2 ed. EPU. São Paulo.
Machado, R. B., Cunha, M. C., Aguiar, L. M. S., Bustamante, L., 2020. As várias faces das ameaças às áreas de conservação no Brasil. Ciência e Cultura, vol.72, no.2, São Paulo. Disponível: < http://dx.doi.org/10.21800/2317-66602020000200015 >. Acesso: 15 fev. 2022.
Magalhães, R. J. F., Júnior, A. R. B., 2019. O valor do serviço de proteção de mananciais. Eng. Sanit. Ambient, v.24. Rio de Janeiro.
Matheus, F. S., Raimundo, S., 2017. Os resultados das políticas públicas de ecoturismo em Unidades de Conservação no Brasil e no Canadá. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo,. 11, 454-479.
Medeiros, R., Young, C. E. F., Pavese, H. B., Araújo, F. F. S., 2011. Contribuição das unidades de conservação brasileiras para a economia nacional: Sumário Executivo. Brasília: UNEP-WCMC, 44p.
Mello, N. G. R., Artaxo, P., 2017. Evolução do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, issue 66, p. 108.
Menezes, T. C. C., 2020. Environmental Governance and Regularization of Land Ownership: development and multiple territorial dynamics in the Amazon. Vibrant Virtual Brazilian Anthropology, 17, issue 2017, 1-18.
MMA. Ministério do Meio Ambiente, 2007. Corredores Ecológicos Experiências em Planejamento e Implementação. Ministério do Meio Ambiente, Programa Piloto para a Conservação das Florestas Tropicais do Brasil. Brasília.
MMA. Ministério do Meio Ambiente, 2008. Unidades de Conservação: Conservando a vida, os bens e os serviços ambientais. São Paulo.
MMA. Ministério do Meio Ambiente, 2011. Dez anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza: lições do passado, realizações presentes e perspectivas para o futuro / Rodrigo Medeiros, Fábio França Silva Araújo; Organizadores. – Brasília. 220 p. ISBN 978-85-7738-145-6.
MMA. Ministério do Meio Ambiente, 2018. Fortalecimento comunitário em unidade de conservação: desafios, avanços e lições aprendidas no Programa áreas Protegidas da Amazônia. Brasília: MMA. Disponível: <http://arpa.mma.gov.br/wp- content/uploads/2018/12/13.12_LIVRO-ARPA-FINAL-WEB.pdf>. Acesso: 14 fev. 2020.
MMA. Ministério do Meio Ambiente, 2020. Criação UCs. Disponível: <https://www.mma.gov.br/areas-protegidas/unidades-de-conservacao/criacao-ucs.html>. Acesso: 06 out. 2020.
MMA. Ministério do Meio Ambiente, 2020. Tabela Consolidada de Unidades de Conservação, 2020. Disponível:< https://antigo.mma.gov.br/images/arquivo/80229/CNUC_FEV20%20-%20B_Cat.pdf.>. Acesso: 12 jul. 2021.
Miranda, E. E., Carvalho, C. A., Oshiro, O. T., 2017. Primeiras análises do Cadastro Ambiental Rural (CAR) em São Paulo. Agro Analysis, 37, 42-43.
Moura, A. M. M., 2016. Trajetória da política ambiental federal no brasil. Cap. 1. Governança ambiental no Brasil: instituições, atores e políticas públicas. IPEA. Disponível:<https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28192> . Acesso: 04 maio 2021.
Muanis, M. M., Serrão, M., Geluda, L., 2009. Quanto custa uma unidade de conservação federal? Uma visão estratégica para o financiamento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Rio de Janeiro: Funbio. Disponível :<https://www.funbio.org.br/wp-content/uploads/2017/07/quanto-custa-uma-unidade-de-conservacao-federal.pdf >. Acesso: 12 out. 2019.
Nascibem, F. G., Viveiro, A. A., Junior, O. G., 2022. Gestão Pública Municipal na Elaboração de Políticas Públicas Ambientais O Caso de Monte Alto-SP. Cadernos da Escola Paulista de Contas Públicas, 1, 134. Disponível :< https://www.tce.sp.gov.br/epcp/cadernos/index.php/CM/issue/view/11/Revista%20Cadernos%20da%20Escola%20Paulista%20de%20Contas%20P%C3%BAblicas%20do%20TCESP%208>. Acesso: 15 fev. 2022.
Oliveira, L. S. C., Pimenta, H. C. D., Gouvinhas, R. P., 2012. As políticas públicas ambientais do nordeste brasileiro e as operações produtivas: um estudo comparativo sobre seus princípios e instrumentos no âmbito estadual. Revista Gestão Industrial, 08, 134-163.
Peccatiello, A. F. O., 2011. Políticas públicas ambientais no Brasil: da administração dos recursos naturais (1930) à criação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (2000). Desenvolvimento e Meio Ambiente, 24, 71-82.
Pereira, A. S., Shitsuka, D. M., Parreira, F. J., Shitsuka, R., 2018. Metodologia da pesquisa científica. UAB/NTE/UFSM, 1 ed, p. 67. Disponível:<https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia-Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=1>. Acesso: 22 fev. 2021.
Pinto, L. P., 2019. A evolução da criação das unidades de conservação municipais e a implementação do ICMS Ecológico em Minas Gerais. MG BIOTA, Belo Horizonte, 12, jul./dez.
Santos, C. A. P., Souza, J. S., Souza, A. L. A., Santos, V. D. P., 2016. O papel das políticas públicas na conservação dos recursos naturais. Rev. Geogr. Acadêmica. v. 10. Disponível:<https://revista.ufrr.br/rga/article/view/3570/2084>. Acesso: 18 nov. 2020.
Santos, L. A. C., 2018. Utilização dos dados do Cadastro Ambiental Rural na análise de conflitos de uso do solo em Áreas de Preservação Permanente. Tecnia, 3, issue1, 174-196.
Santos, Y. A., Silva, R. S., Quaresma, A. P., 2021. Políticas públicas para o desenvolvimento do turismo em unidades de conservação da Região Metropolitana de Belém - Pará: o caso do Projeto Agrovárzea. Brazilian Journal of Development, v. 07. Disponível:< https://antigo.mma.gov.br/images/arquivo/80229/CNUC_FEV20%20-%20B_Cat.pdf. Acesso: 12 jul. 2021>. Acesso: 15 fev. 2022.
Secchi, L., 2020. Análise de Políticas Públicas: Diagnóstico de problemas, recomendação de soluções, 1 ed. Cengage Learning, São Paulo.
Serraglio, D. A., Ferreira, H. S., Mendes, R. L. M., 2018. A atuação do poder judiciário brasileiro nos Biomas Amazônia e Cerrado visando combater o aquecimento global. Revista da Faculdade de Direito da UFG, v. 42, n. 2, maio/agosto. Disponível:https://doi.org/10.5216/rfd.v42i2.50506>. Acesso: 14 fev. 2022
Silva, J. I. A., Barbosa, E. S. L., Silva, A. G. F., Nunes, G. H. F., 2017. Unidades de Conservação no Semiárido Brasileiro: Estudo da Gestão Desses Espaços Preservados. Revista de Administração, Ciências Contábeis e Sustentabilidade, v. 7, n. 2, p. 48-66. Disponível:< DOI: https://doi.org/10.18696/reunir.v7i2.537. Acesso: 14 fev. 2022.
Terborgh, J., Van Schaik, C., Davemport, L., Rao, M., 2002. Tornando os parques eficientes: estratégias para conservação da natureza nos trópicos, 1 ed. Editora da UFPR, Curitiba.
West, T. A. P., Fearnside, P. M., 2021. Brazil’s
conservation reform and the reduction of deforestation in Amazonia. Land Use Policy, v.100., p. 12. Disponível:<https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264837719308361>.Acesso: 12 jul. 2021.
Young, C. E. F., 2013. Green economy policies in Brazil: challenges and opportunities. Revista del CESLA, Uniwersyt et Warszawski, 16, 261-277.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2022 Pamela Cássia Brandão, Daniela Rocha Teixeira Riondet-Costa, Luciana Botezelli

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam na Revista Brasileira de Geografia Física concordam com os seguintes termos:
Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (exemplo: depositar em repositório institucional ou publicar como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão para disponibilizar seu trabalho online antes ou durante o processo editorial, em redes sociais acadêmicas, repositórios digitais ou servidores de preprints. Após a publicação na Revista Brasileira de Geografia Física, os autores se comprometem a atualizar as versões preprint ou pós-print do autor, nas plataformas onde foram originalmente disponibilizadas, informando o link para a versão final publicada e outras informações relevantes, com o reconhecimento da autoria e da publicação inicial nesta revista.
Qualquer usuário tem direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
Adaptar — remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.






