Impactos da Política de Cobertura do Solo na Erosão Hídrica da Bacia do Rio Guandu – Espírito Santo
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.01.p373-388Palavras-chave:
RUSLE, transporte de sedimentos, mudança no uso do solo, modelo empíricoResumo
O uso da terra pode ser considerado uma das principais variáveis que afetam a erosão das bacias hidrográficas. Durante as últimas décadas, extensas áreas nativas foram recuperadas ao longo da região centro-oeste do Estado do Espírito Santo, no Brasil, enquanto as pressões agrícolas sobre a cobertura da terra e a sedimentação são, até certo ponto, desconhecidas. Este estudo tem como objetivo analisar os impactos da política de cobertura da terra sobre a produção de sedimentos na bacia do rio Guandu (GRB), Brasil, após a introdução da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (LPVN). Para esse fim, foi implementada uma abordagem multidisciplinar que combina registros de sedimentos e modelagem matemática para estimar a erosão do solo para os anos de 2012 e 2021. O efeito das modificações na cobertura da terra foi estudado usando registros de sedimentos suspensos e dados de imagens de satélite para o período. A dinâmica da produção e do transporte de sedimentos no canal principal nos dois períodos estudados foi alterada, indicando que o NVPL apresentou eficiência considerável após sua implementação como política pública. A concentração de sedimentos observada nos medidores de monitoramento variou de 0,26 t⋅ha-1⋅ano-1 a 1,68 t⋅ha-1⋅ano-1 em 2012, e de 0,40 t⋅ha-1⋅ano-1 a 0,76 t⋅ha-1⋅ano-1 para o ano de 2021. Em termos de taxa de entrega de sedimentos (SDR), o ano de 2012 apresentou o valor médio anual de 8,5%, enquanto 2021 mostrou um valor médio anual de 6,2%. Esses resultados forneceram informações importantes para medidas associadas ao gerenciamento, à conservação e ao planejamento do uso da terra na bacia
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