Restauração de paisagens bioculturais do Rio Machángara no Equador
DOI:
https://doi.org/10.51359/2675-3472.2025.267739Palavras-chave:
Rio Machángara, reparação, Guardiões do Rio, paisagem bioculturalResumo
Este estudo caracteriza a situação e a evolução da poluição do Rio Machángara sob uma perspectiva ontológica e ambiental, em conjunção com a legislação vigente. O estudo se baseia na abordagem do paradigma biocultural, segundo Sierra e Boege (2021), e dos conhecimentos tradicionais. A metodologia para o exercício etnográfico incluiu a sistematização de discussões, reuniões e encontros com técnicos e autoridades estatais entre 2024 e 2025, para decifrar os níveis de ativismo, defesa de direitos, organização, identidade fluvial, tecido social e suas transformações. Abordando as questões jurídicas decorrentes da restauração do Rio Machángara, promovida na ação de proteção nº 17250-2024-00087, assinada em 7 de maio de 2025, em favor do rio, o estudo inclui 14 medidas consensuais: 9 de curto prazo e 5 de médio prazo. Além disso, foram descritas as características, potencialidades, contradições e subjetividades dessas medidas. Paralelamente aos processos de desenvolvimento urbano em Quito, problemas de poluição, perda de biodiversidade e destruição da paisagem biocultural surgiram no século XXI. A experiência dos "Guardiões do Rio Machángara" caracterizou as ações empreendidas, o apoio institucional e o esforço coletivo para defender o ecossistema e revalorizar o espírito da água como parte integrante da identidade sociocultural.
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