Análise da Fragilidade Ambiental em uma Sub-Bacia Hidrográfica na Metade Sul do Rio Grande do Sul com o uso de geoprocessamento
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v16.5.p2375-2389Palavras-chave:
Geoprocessamento, Recursos naturais, Mapas de fragilidade, Rio IbirapuitãResumo
Este trabalho apresenta um modelo para determinar a fragilidade ambiental em bacias hidrográficas, com foco na Bacia Hidrográfica do Rio Ibirapuitã-RS. Foram realizadas análises de fatores de declividade, solo, erosividade da chuva e uso e ocupação da terra analisados em ambiente SIG para construção de fragilidade ambiental potencial e emergente seguindo a metodologia proposta por Ross (1994). Para avaliar os resultados da pesquisa foram estabelecidos pesos ou notas para cada variável, dessa forma a classe de fragilidade potencial com maior representatividade é a denominada de alta fragilidade e ocorre em extensão de 6679,3 km². A classe de fragilidade ambiental emergente mais representativa é a denominada como média fragilidade, presente em uma área de 6145,5 km². Como existe uma sazonalidade da produção agrícola devido ao clima, a classe de fragilidade ambiental emergente apresenta diminuição, ocasionando assim o aumento da classe de fragilidade média em demais áreas.Downloads
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