Evaluation of the Relationship Demand for Water and Water Availability in the Acre River and Population Growth in the Municipality of Rio Branco, Acre, Brazil.
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v16.5.p2920-2940Keywords:
Segurança Hídrica, Recursos Hídricos, Abastecimento de Água, Consumo per capitaAbstract
The Acre River is a source of fundamental importance for the population of Rio Branco, as it is through it that water is collected to supply the city. The present study evaluated the behavior of the dynamics between water demand and supply in relation to population growth until the year 2040. The demand for water was estimated based on census data from IBGE and SNIS, respectively using the future population, for means of arithmetic projection, and the per capita water consumption for the city with a value of 160 l/inhabitant.day. Regarding water availability, the minimum flows between 2020-2040 were estimated based on ANA fluviometric data between 1970-2020, in a linear regression model. Comparing demand with water availability, according to the Q90 reference flow, it was observed that the source has sufficient flow to meet the needs until 2040. Therefore, the volume of abstraction by the concessionaire was studied in order to understand the problems faced by the population, especially during the dry season, such as rationing and shortages. It was found that the system captures low volumes of water, in the order of less than 8% of the flow available through the spring. Meanwhile, in 2023, demand represents around 50% of the volume of water collected. In this context, the present obstacle manifests itself in the water distribution stage, making it relevant to propose improvements to the current urban supply system, providing the population with an excellent service, considering its nature as an essential resource for subsistence.
Keywords: Water Security. Water resources. Water supply. Per Capita Consumption.
Downloads
References
Abreu, M. C., & Tonello, K. C. (2018). Disponibilidade e demanda hídrica na bacia dorio Sorocaba, Brasil: um alerta à gestão dos recursos hídricos. Sociedade & Natureza, 30(3), 209-232. https://doi.org/ 10.14393/SN-v30n3-2018-11
Accorsi, O. J. (2014). Exploração de areia para uso na construção civil: Caracterização da atividade de dragagem e sustentabilidade na bacia hidrográfica do rio Acre. [Tese de Doutorado, Universidade Federal Fluminense].
Acre (Estado) Governo do Estado do Acre. (2017). Acre em números 2017. 10ª ed. Rio Branco: Secretaria de Estado de Planejamento – SEPLAN. Disponível em: <http://acre.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/acre-em-numeros-2017.pdf>
Acre (Estado). Governo do Estado do Acre. (2010). Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Acre, Fase II – Escala 1:250.000: Documento Síntese. Rio Branco: Secretaria de Estado de Meio Ambiente – SEMA.
Aguiar, G. S., Teixeira, T. C. S., Pavan, F., & Santos, K. V. (2020). Expansão demográfica e abastecimento de água no sistema integrado de Feira de Santana/BA. Perspectivas Online, 10(29), 34-45. https://doi.org/ 10.25242/8876102920201956
Almeida, I. K., Sobrinho, T. A., Santos, B. B., Steffen, J. L., & Bacchi, C. G. V. (2014) Métodos estatísticos na determinação de vazão de referência. Comunicata Scientiae, 5(1), 11-17. https://doi.org/10.14295/cs.v5i1.277
Almino, L. M. O., & Rufino, I. A. A. (2021). Modelagem dinâmica e cenários urbanos de demanda de água: simulações em Campina Grande (PB). Engenharia Sanitária e Ambiental, 26(5), 915-925. https://doi.org/10.1590/s1413-415220190015
Amaral, A. M. P. (2000). Consumo total e residencial de água tratada: aplicação de um modelo de séries temporais em Piracicaba, SP. [Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo]. Disponível em: < https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11132/tde-20210104-170456/>
Agência Nacional de Águas e Saneamento do Brasil - ANA. (2021). Atlas água: segurança hídrica do abastecimento urbano. Brasília: ANA. Disponível em: < https://static.poder360.com.br/2021/10/ANA_ATLAS_Aguas_AbastecimentoUrbano2021_compressed.pdf>
Beser de Deus, L. A. (2013). Espaço e tempo como subsídios à construção de cenários de uso e cobertura da terra para o planejamento ambiental na Amazônia: O caso da bacia do rio Acre. [Tese de Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro]. Disponível em: <http://www.ppe.ufrj.br/images/publica%C3%A7%C3%B5es/doutorado/Leandro_Andrei_Beser_de_Deu.pdf>
Bonfanti, D. C., Lima, F. T. B., Ferreira, L. C. A., & Santos, W. L. (2020). A dinâmica fluvial do rio acre: Uma análise ambiental do trecho urbano da cidade de Rio Branco-AC. Revista Geonorte, 11(37), 154-174. https://doi.org/10.21170/geonorte.2020.V.1.N.37.154.174
Brasil. (2020). Ministério do Desenvolvimento Regional. Secretaria Nacional de Saneamento – SNS. Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS): 25º Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos – 2019. Brasília. Disponível em: < https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/saneamento/snis/diagnosticos-anteriores-do-snis/agua-e-esgotos-1/2019/2-Diagnstico_SNIS_AE_2019_Republicacao_31032021.pdf>
Carvalho, T. S., Vale, V. A., Souza, K. B. (2021). Impactos Econômicos da Crise Hídrica na Região Metropolitana de Curitiba em 2020. Revista Paranaense de Desenvolvimento, 42(140), 107-122. Disponível em: <https://ipardes.emnuvens.com.br/revistaparanaense/article/view/1170>
Castro, C. N. (2022). Segurança hídrica, problemas complexos, participação social: o caso do plano nacional de segurança hídrica. In C. N. de Castro (Org.). Água, Problemas Complexos e o Plano Nacional de Segurança Hídrica (Vol. 1, pp. 11-23). Ipea. http://dx.doi.org/10.38116/9786556350318
Cortês, P. L., Torrente, M., Pinto, A. P. A., Rauiz, M. S., Dias, A. J. G., & Rodrigues, R. (2015). Crise de abastecimento de água em São Paulo e falta de planejamento estratégico. Estudos Avançados, 29(84), 7-26. https://doi.org/10.1590/S0103-40142015000200002
Damasceno, J. B. (2023). Água: Bem Vital, Direito Essencial e de Apropriação Incondicional. Revista da EMERJ, 25(1), 40-54. Disponível em: < https://bdjur.stj.jus.br/jspui/bitstream/2011/175227/agua_bem_vital_damasceno.pdf>
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2023). Panorama: Rio Branco (AC). Disponível: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ac/rio-branco/panorama. Acesso: 28 ago.2023>
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (2001). Censo Brasileiro de 2000. Rio de Janeiro. Disponível em: < https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=7308>
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (2011). Censo Brasileiro de 2010. Rio de Janeiro. Disponível em: < https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9662-censo-demografico-2010.html?=&t=downloads>
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (2019). Tabela 8418 - Áreas urbanizadas, Loteamento vazio, Área total mapeada e Subcategorias. Rio de Janeiro. Disponível em: < https://sidra.ibge.gov.br/tabela/8418#/n6/all/v/12749/p/all/d/v12749%204/l/v,p,t/resultado>
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (2023). Censo Brasileiro de 2022. Rio de Janeiro. Disponível em: < https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2102011>
Instituto TrataBrasil. (2011). Ranking do Saneamento 2011 (SNIS 2009) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2009-cloned-1136/
Instituto TrataBrasil. (2012). Ranking do Saneamento 2012 (SNIS 2010) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2012/
Instituto TrataBrasil. (2013). Ranking do Saneamento 2013 (SNIS 2011) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2013/
Instituto TrataBrasil. (2014). Ranking do Saneamento 2014 (SNIS 2012) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2014/
Instituto TrataBrasil. (2015). Ranking do Saneamento 2015 (SNIS 2013) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2015/
Instituto TrataBrasil. (2016). Ranking do Saneamento 2016 (SNIS 2014) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2015-cloned-1222/
Instituto TrataBrasil. (2017). Ranking do Saneamento 2017 (SNIS 2015) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2017/
Instituto TrataBrasil. (2018). Ranking do Saneamento 2018 (SNIS 2016) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2018/
Instituto TrataBrasil. (2019). Ranking do Saneamento 2019 (SNIS 2017) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2019/
Instituto TrataBrasil. (2020). Ranking do Saneamento 2020 (SNIS 2018) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2020/
Instituto TrataBrasil. (2021). Ranking do Saneamento 2021 (SNIS 2019) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2021/
Instituto TrataBrasil. (2022). Ranking do Saneamento 2022 (SNIS 2020) – 100 maiores cidades do Brasil. https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2022/
Macêdo, M. N. C., Dias, H. C. T., Coelho, F. M. G., Araújo, E. A., Souza, M. L. H., & Silva, E. (2013). Precipitação pluviométrica e vazão da bacia hidrográfica do Riozinho do Rôla, Amazônia Ocidental. Ambi-Água, 8(1), 206-221. https://doi.org/10.4136/ambi-agua.809
Magalhães, C. A. C., Moreno, J., & GALVÃO Jr., A. C. (2001). Estimativa do consumo per capita em comunidades atendidas pela unidade de negócio do médio Tietê. 21º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental. João Pessoa. ABES – Anais. Rio de Janeiro. Disponível em: < http://www.bvsde.paho.org/bvsaidis/%20caliagua/brasil/i-061.pdf. Acesso em: 25 fev. 2008.>
Montefusco, C. L. A., Tamwing, D. S., Cruz, W. M., Moreira, J. G. V., & Serrano, R. O. P. (2021). Direito e diretrizes de acesso à água: contexto geral e abordagem para a cidade de Rio Branco, Acre, Brasil. Enciclopédia Biosfera, 18(37), 171-190. https://doi.org/10.18677/EnciBio_2021C15
Montefusco, C. L. A. (2022). Desafios do acesso à água potável: A real situação do abastecimento público de água na área urbana da cidade de Rio Branco, Acre, Brasil. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Acre]. Disponível em: < http://www2.ufac.br/cita/dissertacoes/2022/carolina-de-lima-accorsi-montefusco/view>
Moreira, M. L., Miguel, J. R, & Matos, R. G. F. (2021). O Direito à Água e sua Proteção Jurídica: Desafios do Direito Ambiental na Contemporaneidade. Id On Line, 15 (55), 641-658. https://doi.org/10.14295/idonline.v15i55.3097
Neto, L. A. D., Silva, Maniesi, W., Silva, M. J. G., Silva, D. C., Querino, C. A. S., & Reis, V. (2017). Análise da precipitação mensal e pentadal durante a cheia de 2015 no rio Acre usando o produto 3B43 do TRMM. VII Simpósio Internacional de Climatologia. Clima, Variabilidade e Perspectivas Futuras. Anais. Petrópolis. https://doi.org/ 10.13140/RG.2.2.35237.19682
Oliveira, A. V., Serrano, R. O. P., Mesquita, A. A., & Moreira, J. G. V. (2021). Temporal trend and estimation of the hydrological risk of maximum rainfall and flow extremes in the city or Rio Branco, Acre, Brazil. Revista Brasileira de Meteorologia, 36(4), 749-758. https://doi.org/10.1590/0102-7786360050
Pedde, S., Kroeze, C., & Rodrigues, L. N. (2013). Escassez hídrica na América do Sul: situação atual e perspectivas futuras. XX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Associação Brasileira de Recursos Hídricos. Anais. Bento Gonçalves. Disponível em: <https://abrh.s3.sa-east1.amazonaws.com/Sumarios/155/2b3ce7fbc0460aca21ec7b5bd3baadd a_3a8640687ad8b6f29957a954a952af47.pdf>.
Melo, M. (2022, 20 de abril). Prefeitura de Rio Branco recupera bomba captadora e aumentará o abastecimento de água na capital. Prefeitura Municipal de Rio Branco. Disponível em: < http://www.riobranco.ac.gov.br/2022/04/20/prefeitura-de-rio-branco-recupera-bomba-captado ra-e-aumentara-o-abastecimento-de-agua-na-capital/>
Queiroz, A. T., & Oliveira, L. A. (2013). Relação entre produção e demanda hídrica na bacia do rio Uberabinha, estado de Minas Gerais, Brasil. Sociedade & Natureza, 25(1), 191-204. https://doi.org/10.1590/S1982-45132013000100015
Santos, M. A. (2022). Águas e Saneamento Básico: apontamentos sobre a evolução futura no Paraná. Revista Paranaense de Desenvolvimento, 43(143), 209-230. Disponível em: < https://ipardes.emnuvens.com.br/revistaparanaense/article/view/1252>
Silva, A. F. (2017). Estudo da disponibilidade de água para abastecimento público em Itapagipe, MG. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Ouro Preto]. Disponível em: < https://sustentabilidade.ufop.br/sites/default/files/sustentabilidade/files/dissertacao_corrigida_final.pdf?m=1523559205>
Silva, P. J. (2015). Rio Acre, o rio das ferraduras, um rio que serpenteia no limite entre duas nações. XV Safety, Health and Environment World Congress. Anais. Porto, Portugal. DOI 10.14684/SHEWC.15.2015.90-94. Disponível em: < http://copec.eu/shewc2015/proc/works/21.pdf>
Silva, S. S. (2021). Estimativa de disponibilidade hídrica do manancial Manoel Vicente de Maria para atendimento ao sistema de abastecimento de água do município de São Francisco/PB. [Monografia, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba]. Disponível em: < https://repositorio.ifpb.edu.br/handle/177683/1726>
Sammogini, A. (2021, 22 de abril). Artigo: Demografia – Perspectiva Econômico-Social, por Andressa Durão e Eduarda Cheniaux, da Icatu Vanguarda. Plantão Abrapp em Foco. Disponível em: <https://blog.abrapp.org.br/blog/artigo-demografia-perspectiva-economico-social-por-andressa-durao-e-eduarda-cheniaux-da-icatu-vanguarda/#:~:text=Ao%20analisar%20a%20evolu%C3%A7%C3%A3o%20da,7%2C8%20bilh%C3%B5es%20em%202020>
Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS. (2021). Diagnóstico Temático de Serviços de Água e Esgotos (Visão Geral – Ano Referência 2020). Disponível em: < https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/saneamento/snis/diagnosticos-anteriores-do-snis/agua-e-esgotos-1/2019/2-Diagnstico_SNIS_AE_2019_Republicacao_31032021.pdf>
Sousa, E. S. (2011). Efeitos das secas de 2005 e 2010 nas cotas fluviométricas do rio Acre em Rio Branco (Acre, Brasil). XIX Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Associação Brasileira de Recursos Hídricos. Anais. Maceió. Disponível em: <https://abrh.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Sumarios/81/77a494f20b31fe2cfbf0e88acff37e99_1b55734994c42e1e3583779a757f3a45.pdf>.
Sousa, J. W. (2020). Características climáticas do município de Rio Branco, Acre, período de 1990-2019. Scientia Naturalis, 2(2), 723-740. Disponível em: < https://periodicos.ufac.br/index.php/SciNat/article/view/4231>
Sperling, M. V. (2014). Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 1. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. (4 ed.). Editora UFMG.
Tamwing, D. S., Montefusco, C. L. A., Serrano, R. O. P., Mesquita, A. A., & Moreira, J. G. V. (2021). Caracterização do regime fluvial da bacia hidrográfica do rio Acre. Research, Society and Development, 10(17), e93101724461. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i17.24461
Thompson, I. (2021, 22 de julho). O que a crise hídrica pode nos ensinar sobre a gestão dos nossos recursos. The Nature Conservancy. Disponível em: < https://www.tnc.org.br/conecte-se/comunicacao/artigos-e-estudos/crise-hidrica-e-a-gestao-dos-nossos-recursos/#:~:text=A%20seguran%C3%A7a%20h%C3%ADdrica%20est%C3%A1%2C%20portanto,econ%C3%B4micos%2C%20promovendo%20um%20desenvolvimento%20sustent%C3%A1vel.>
Torrente, M. (2014). Influência da temperatura no consumo de água na Região Metropolitana de São Paulo. [Dissertação de Mestrado, Universidade Nove de Julho]. http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/7
United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization – UNESCO. (2021). Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2021: O valor da água – Fatos e dados.
Venturi, L. A. B. (2021, 17 de novembro). Crise hídrica ou de gerenciamento hídrico? Jornal da USP. Disponível em: <https://jornal.usp.br/?p=471891>
Vestena, L. R., Oliveira, E. D., Cunha, M. C., & Thomaz, E. L. (2012). Vazão ecológica e disponibilidade hídrica na bacia das Pedras, Guarapuava-PR. Revista Ambiente & Água, 7(3), 212-227. http://dx.doi.org/10.4136/ambi-agua.840
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2023 Brazilian Journal of Physical Geography

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Authors who publish with Revista Brasileira de Geografia Física agree to the following terms:
Authors retain copyright and grant the journal right of first publication with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) license that allows others to share the work with an acknowledgement of the work's authorship and initial publication in this journal.
Authors are able to enter into separate, additional contractual arrangements for the non-exclusive distribution of the journal's published version of the work (e.g., post it to an institutional repository or publish it in a book), with an acknowledgement of its initial publication in this journal.
Authors are permitted to make their work available online before or during the editorial process, on academic social networks, digital repositories, or preprint servers. After publication in Revista Brasileira de Geografia Física, authors are expected to update the preprint or postprint versions on the platforms where they were originally made available, providing a link to the final published version and any other relevant information, with proper recognition of authorship and the initial publication in this journal.
You are free to:
Share — copy and redistribute the material in any medium or format for any purpose, even commercially.
Adapt — remix, transform, and build upon the material for any purpose, even commercially.
The licensor cannot revoke these freedoms as long as you follow the license terms.
Under the following terms:
Attribution — You must give appropriate credit , provide a link to the license, and indicate if changes were made . You may do so in any reasonable manner, but not in any way that suggests the licensor endorses you or your use.
No additional restrictions — You may not apply legal terms or technological measures that legally restrict others from doing anything the license permits.