v. 17, n. 3 (2019)

DOI: https://doi.org/10.34176/icone.v17i3


Capa da revista
Transitando entre diferentes programas de pós-graduação das áreas de Comunicação, Estudos Literários, Ciências Sociais e Artes, os estudos brasileiros sobre os temas do horror e do insólito ficcionais têm crescido continuamente na última década. Eventos acadêmicos como a Mostra Fantástica de Literatura e Cinema (Monstra), realizada desde 2016 pelo Programa de Pós-Graduação de Estudos Literários da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), e o Congresso Internacional Vertentes de Estudos do Insólito Ficcional (Civif), promovido pelo Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em parceria com a Universidade de Coimbra, desde 2013, vêm prosperando no Brasil. Do mesmo modo, eventos não acadêmicos — como a feira Grotesc_O_Vision, realizada anualmente em Curitiba, e festivais como o Fantaspoa, promovido anualmente em Porto Alegre, desde 2007 — atraem público crescente, incentivando tanto a reflexão crítica quanto o refinamento conceitual da produção cultural.