Composição Florística e Estrutura dos Manguezais na Reserva Extrativista Marinha da Baía do Iguape e os impactos da Elevação do Nível Médio do Mar

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.05.p3462-3481

Palavras-chave:

Mudanças climáticas, Parâmetros fitossociológicos, Unidade de Conservação

Resumo

Os manguezais são ecossistemas situados entre o mar e a terra firme, ao longo de boa parte dos litorais tropicais e subtropicais de todo o mundo. Entretanto, estes encontram-se sob ameaças das mudanças climáticas. Neste contexto, as pesquisas de caracterização da composição florística e estrutural dos manguezais são fundamentais para o entendimento das respostas desse ecossistema as mudanças ambientais e climáticas, principalmente no que se refere à perspectiva dos impactos de subida do nível médio relativo do mar (ENMRM) sobre esse ecossistema. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é mostrar a composição e a estrutura florística da vegetação de manguezal que estão expostos ao evento de ENMRM, nos municípios de São Félix, Cachoeira e Maragogipe, na RESEX Baía do Iguape. Na realização deste estudo foi adotada a metodologia proposta por Schaeffer-Novelli e Cintrón (1986). Estas ressaltam a necessidade de seleção de áreas para monitoramento que sejam mais vulneráveis aos possíveis impactos decorrentes da ENMRM. Na reserva, foram registrados três espécies de mangue, distribuídos em Laguncularia racemosa (mangue-branco), Rhizophora mangle (mangue-vermelho) e Avicennia schaueriana (mangue-preto). Nas unidades amostradas, a espécie Laguncularia racemosa (mangue branco) prevalece nos manguezais da Baía do Iguape. No entanto, a Avicennia Schaueriana registrou as maiores médias para altura (6,82) e diâmetro (36,25). Nesse sentido, torna-se fundamental o monitoramento e conservação deste ecossistema, tendo em vista que as suas condições atuais podem ser modificadas com o evento de ENMRM.

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Biografia do Autor

Ivonice Sena De Souza, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA

Mestre em ciências Ambientais pela Universidade Estadual de Feira de Santana-BA

Ana Paula Sena De Souza, UEFS

Ana Paula Sena de Souza Licenciada em Geografia pela Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS (2017), Mestre em Ciências Ambientais pelo Programa de Modelagem em Ciência da Terra e do Ambiente pela mesma instituição (2019), Especialista em Geografia e Desenvolvimento Territorial pela Universidade do Estado da Bahia-UNEB (2022). Exerceu o cargo de Pesquisadora no Projeto de Monitoramento participativo para o manejo da biodiversidade e dos recursos naturais na RESEX Marinha Baia do Iguape, Bahia (2019). Atualmente é Professora Nível REDA junto a Secretaria de Educação do Estado da Bahia (2021-2023). Possui experiência na área de Geografia, Geoprocessamento, Sistemas de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto, com ênfase em questões relativas a mapeamentos de uso, ocupação e cobertura da terra e estudos ambientais.

Rosemeri Melo e Souza, UFS

Pesquisadora do CNPq e Professora Associada do Departamento de Engenharia Ambiental da UFS. Pós-Doutora em Geografia Física (Biogeografia/Planejamento Ambiental) pelo CERES/UFRN (2019) e em Geografia Física (Biogeography) pela ESES/The University of Queensland, Austrália (2010). Doutora em Desenvolvimento Sustentável/Gestão Ambiental (UnB) com estágio doutoral Grupo SLIF da Universidade de Lisboa, Portugal (2000).

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Publicado

2025-08-06

Como Citar

De Souza, I. S., Souza, A. P. S. D., & Souza, R. M. e. (2025). Composição Florística e Estrutura dos Manguezais na Reserva Extrativista Marinha da Baía do Iguape e os impactos da Elevação do Nível Médio do Mar. Revista Brasileira De Geografia Física, 18(05), 3462–3479. https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.05.p3462-3481

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